sábado, 19 de maio de 2012

Alô, Alô, Ministério Público, Governo Federal, entidades internacionais! Desgoverno do Pará coloca em risco até a memória da Amazônia: ameaça de incêndio no Arquivo Público do Pará. E o Jatene, hein? 100 “cascatas” pra quem adivinhar o que ele tá fazendo...



 “Queima de Arquivo 
 
A queima de arquivo que ameaça acontecer não é em sentido figurado.

É a possibilidade REAL de uma queima de documentos, únicos da História Universal, que estão guardados no Arquivo Público do Pará.

Segundo Ethel Valentina Soares por pouco, pouco, muito pouco mesmo a tragédia não aconteceu na madrugada de 18/05. Um curto circuito ...”

Leia a postagem completa, com as denúncias da presidente da Associação dos Amigos do Arquivo Público do Pará, no blog do Flávio Nassar:

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Opinião: E Almir Gabriel tinha razão...




O maior problema do Governo Jatene é o próprio Jatene.
 
Por sua “elasticidade” moral. Por sua inapetência pelo trabalho. Por sua incapacidade de apertar o controle sobre alguns de seus subordinados.

Por seu absoluto despreparo, enfim, para o cargo que ocupa.

Excelentes técnicos possui o atual governo. 

Gente competente, honesta, trabalhadora. Gente que até vem dos movimentos sociais e que possui enorme sensibilidade em relação aos problemas da nossa população.

Técnicos que podem, sim, realizar um grande trabalho. Basta que possam, de fato, trabalhar. E trabalhar de cabeça erguida.

Mas o xis da questão, o nó cego, é o próprio Simão Robinson de Oliveira Jatene.

E isso bem demonstram os contratos da Delta Construções com o Sistema de Segurança Pública do Estado do Pará.

Em todo o Brasil, o escândalo que envolve Carlinhos Cachoeira levou a uma devassa sem precedentes nos contratos da Delta.

Há fortes suspeitas de que ela serviria “não apenas” para lavar dinheiro da Organização Criminosa de Carlinhos Cachoeira. Na verdade, teria como sócio oculto o próprio contraventor.

Há acusações de fraudes em licitações, superfaturamento, corrupção, lavagem de dinheiro, pipocando em todo o Brasil. E alguns dos diretores da Delta foram até presos pela Polícia Federal.

E, no entanto, Jatene faz cara de paisagem, como se fosse a coisa mais natural do mundo derramar dinheiro público em uma empresa com tamanha folha corrida.

Em outras palavras: como se fosse absolutamente normal injetar milhões e milhões - do meu, do seu, do nosso dinheirinho - naquela que é apontada pela PF como uma gigantesca quadrilha, dedicada, inclusive, a corromper políticos e agentes públicos. Ou seja: a conspirar contra o próprio Estado de Direito.

Atitude de Jatene? Nenhuma. Nem mesmo o anúncio de uma auditagem nos contratos da empresa. Nada. Rigorosamente, nada.

É como se o cidadão Simão Jatene não devesse qualquer explicação ao distinto público que lhe paga o salário.

É como se Jatene imaginasse que somos todos cegos, ou burros, ou loucos, para não perceber a sua virtual cumplicidade em tudo isso.

É como se os milhões da propaganda e as assessorias que distribui fartamente pudessem desonerá-lo de qualquer responsabilidade, ainda que futura, por sua inação.

Por que, afinal de contas, Jatene manteve a Delta no estado do Pará?

Por que nada faz, e nem ao menos se explica, diante dessa imoralidade, dessa bandalheira contra o erário?

Como se não bastasse a profusão de bandidos que sempre tivemos aqui, agora andamos nós, os paraenses, a sustentar, com o nosso escasso dinheirinho, também a bandidagem interestadual.

A dolce vita desses sujeitos que parecem até rir da nossa cara, confiantes de que nada lhes acontecerá.

E, se não fosse a atitude de um cidadão do Amapá, que denunciou os contratos da Delta diretamente ao procurador geral de Justiça, é bem possível que ela continuasse a receber os nossos milhões sem ser nem minimamente incomodada, nesta província esquecida pela Nação.

Do governador, nada se sabe. Escafedeu-se. Como sempre, deve ter ido pescar.

E assim, segue o Pará desgovernado, num autêntico salve-se quem puder.

Milhões e milhões escoam pelas verdadeiras crateras que vão tomando conta da máquina pública.

Porque as quadrilhas podem agir à luz do dia, já não precisam nem disfarçar: as licitações são fraudadas na cara dura; o superfaturamento é tão evidente que até uma criança consegue detectar.

E a “sensação de impotência”, essa sim é verdadeira, diante de um governante omisso, de uma imprensa comprada, de instituições corrompidas e que se fingem de mortas.

Pobres de nós, os paraenses. Pobre estado do Pará.

Falta de sangue pode comprometer atendimento da rede hospitalar. Hemopa convoca doadores. Mas você também pode fazer a diferença: sua doação pode salvar até quatro vidas.



 A Fundação Hemopa informou, na manhã de ontem, 17, que o estoque técnico de sangue caiu de 700 bolsas para apenas 100 unidades, o que interfere no atendimento transfusional da rede hospitalar. 
 
Por conta disso, a fundação convoca os doadores a comparecerem à sede da instituição. 

No momento, está sendo priorizado o atendimento de pacientes de urgência e emergência, assim como está sendo feita a transferência de cirurgias eletivas (sem risco de morte), considerando que, com a redução do estoque, a oferta do sangue raro (tipo Negativo) também é prejudicada, especialmente os tipos A e O Negativos.

Segundo a gerente de Captação de Doadores, a assistente social Juciara Farias, alguns fatores vem contribuindo para evasão gradativa dos voluntários, entre eles, a greve dos rodoviários, intenso período chuvoso, especialmente pela parte da tarde, e o aumento dos casos de resfriado, o que impossibilita o doador de efetivar o processo. 

No entanto, ela ressalta que este é o momento crucial para a mobilização da sociedade, visando a regularização do atendimento da rede hospitalar do estado, que atualmente é composta por mais de 200 hospitais.

Somente na capital são 85. Isso significa centenas de pacientes que necessitam da transfusão para sobreviver. 

Ela também enfatiza a necessidade do fortalecimento da parceria com o corpo clinico dos hospitais para incentivar a reposição do sangue recebido pelos pacientes. 

“A colaboração de familiares e amigos é de fundamental importância para reverter a situação crítica”, comentou, revelando que o índice de reposição de sangue dos hospitais é de apenas 19%, quando o ideal seria de, pelo menos, 50%.

Outra vertente de parceria, lembra Juciara Farias, é a intervenção das empresas privadas que possuem número suficiente de funcionários para a inclusão no “Programa de Empresa Cidadã” para o desenvolvimento de campanhas interna ou externa.

O hemocentro também disponibiliza os sábados para a coleta de sangue, oportunizando aqueles que nos dias úteis por motivo de trabalho não podem exercer o gesto solidário.

Quem pode doar sangue: candidatos com boa saúde; idade entre 16 anos completos e 67 anos. Peso acima de 50 kg . Necessário portar documento de identidade original e com foto. Não precisa estar em jejum. Com a doação são realizados exames para diversas doenças, entre elas: Aids, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatites, HTLV I e II, além de tipagem sangüínea. O homem pode doar a cada dois meses, e a mulher a cada três meses. O doador deve estar bem alimentado.

Serviço:
O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109.
Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 17h. Maiores informações pelo fone: 08002808118.

(Fonte: Vera Rojas/Hemopa)

Sindifisco do Pará concorre a prêmio nacional de educação fiscal com o rap “Fisco é essencial”.





O clipe “Fisco é essencial”, realizado pelo Sindicato dos Servidores do Fisco Estadual do Pará (Sindifisco/PA), é um dos candidatos ao Prêmio Nacional de Educação Fiscal, promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) com apoio do Programa Nacional de Educação Fiscal (PNEF).
 
Mais conhecido como “O rap do Fisco”, ele foi produzido pela Central de Produção Cinema e Vídeo na Amazônia, interpretado pelos cantores do Pará MG Calibre e Adriana Cavalcante e dirigido pelo cineasta paraense Fernando Segtowick.

O Prêmio Nacional de Educação Fiscal escolherá as três melhores iniciativas em todo o país com o intuito de trabalhar a importância social do tributo e das receitas públicas, assim como a qualidade do gasto público. 

As dez melhores ganharão Certificado de Reconhecimento. As três primeiras colocadas terão direito ao Troféu Nacional de Educação Fiscal e ao valor de R$ 15 mil para o primeiro lugar, R$ 10 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro.

Podem ser inscritas iniciativas com os seguintes temas: iniciação tributária (conceitos básicos de tributos), a importância social dos tributos, a atuação fiscal no Estado brasileiro, o retorno dos tributos para a sociedade ou ainda a fiscalização das contas públicas.

O período de inscrições, que começou ontem, 17 de maio,  vai até 31 de julho deste ano. O regulamento estará disponível no hotsite www.premioeducaçãofiscal.com.br

“A iniciativa é inédita e pretende servir de exemplo para que outras instituições ajudem a construir uma agenda positiva sobre a atividade de educação fiscal no país”, afirma o presidente da Febrafite, Roberto Kupski.

O clipe pode ser assistido, também, no canal do Sindifisco: http://www.youtube.com/user/TVSindifiscoPara?feature=guide

(Ascom/Sindifisco, com informações da Febrafite e modificações do blog)

Comissão da Verdade no Pará


O jornalista Jota Ninos está de volta com força total à blogosfera.
E noticia: o Pará também terá a sua Comissão da Verdade.
Aqui:

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Na República de Itararé, uma vergonhosa pizza suprapartidária, para a grande confraria de Carlinhos Cachoeira: contraventor, Delta Construções, governadores e outros políticos serão “poupados” nas investigações da CPMI de Cachoeira, informa a Folha de São Paulo.

Carlinhos Cachoeira: poderosos tentáculos podem abalar a República de Itararé de Norte a Sul



Do site da Folha de São Paulo:
 
“17/05/2012 - 13h58
CPI do Cachoeira poupa Delta, governadores e políticos de investigação

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
ANDREZA MATAIS
BRASÍLIA

A CPI do Cachoeira livrou, nesta quinta-feira (17), governadores e parlamentares da quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico e de serem convocados a explicar suas relações com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

A empreiteira Delta, apontada pela Polícia Federal como braço financeiro do esquema, também não terá seus sigilos quebrados nacionalmente, "por falta de indícios", no entendimento da maioria da comissão. A CPI livrou ainda da investigação o presidente licenciado da empreiteira, Fernando Cavendish.

Os deputados e senadores aprovaram apenas a quebra do sigilo da empresa Delta na região Centro-Oeste, além dos sigilos de pessoas sem foro privilegiado que assessoravam Cachoeira e já foram investigadas pela Polícia Federal, conforme antecipou a Folha na edição de hoje.

A votação foi orquestrada pelo PT e PMDB, que comandam a CPI, e contou com ajuda da oposição. O relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), sequer colocou em votação os requerimentos acerca dos governadores e da Delta nacionalmente. Esses requerimentos só devem constar na pauta da CPI no dia 5 de junho. 

O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Fernando Franceschini (PSDB-PR), da oposição, apoiaram a proposta de adiar a discussão.

"Nós não vamos fazer devassa", afirmou o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). "A generalização cheira a devassa", complementou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

PIZZA

Conforme a Folha antecipou na edição de hoje, foi feito um acordão entre caciques do PT, PMDB e PSDB para poupar os governadores Marconi Perillo (PSDB-GO), Agnelo Queiroz (PT-DF) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ). No pacote dos governistas entrou ainda a preservação da Delta nacionalmente, que tem obras com o governo federal.

"Reuniu-se um grupo numa sala e decidiram quem vai morrer. O Rio de Janeiro está enterrado até a alma. O que vamos dizer?", afirmou a senadora Kátia Abreu (PSD-TO). "Na minha opinião, estamos convocando os bagrinhos da história. Os importantes estão de fora", complementou.

"Dá impressão de estarem selecionando alvos por orientação política partidária", criticou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). "É um mal começo desta CPI", disse o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), um dos poucos a insistir na convocação dos governadores. "Estamos amarelando", afirmou o senador Pedro Taques (PDT-MT).

DELTA

O que provocou maior polêmica foi a decisão do comando da CPI de não quebrar os sigilos da Delta em todo o país. O relator e parlamentares do PT e PMDB afirmaram que não existem indícios contra a atuação da empresa em todo o país, o que gerou protestos.

"Estamos passando vergonha aqui. A Delta recebeu mais de R$ 4 bilhões do governo federal e não vamos quebrar o sigilo da empresa? Como vamos explicar isso ao Brasil?", afirmou o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR).

"É a CPI do conta-gotas. O dinheiro do Centro-Oeste vai para a central da empresa", afirmou o líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR). "Em relação à Delta não existem apenas indícios, existem provas", disse o senador Álvaro Dias, em referência há vários diálogos interceptados pela PF que citam a empresa. 

Apesar das críticas, a oposição ajudou a aprovar o requerimento de quebra do sigilo apenas da Delta Centro Oeste.

ACORDÃO

O relator e deputados do PT e PMDB se esforçaram para negar um acordão para poupar alguns das investigações. "Não vamos resumir nossos trabalhos em apenas uma reunião", disse Odair Cunha. "Eu não participei de acordão nenhum. Temos que ter serenidade", disse o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

 "Vossa excelência não consegue convencer a uma criança de três anos que essa Delta não tem que ter seu sigilo aberto em todo país", rebateu o deputado Silvio Costa (PTB-AL), em resposta ao relator.

A votação desta quinta-feira praticamente sepulta a CPI. As investigações devem ficar restritas ao que já foi apurado pela Polícia Federal sobre os membros do grupo de Cachoeira sem avançar para os pontos não apurados pela PF, até o momento, por envolverem políticos, que têm direito ao foro privilegiado. 

A PF também não investigou a Delta porque seu trabalho era voltado para Cachoeira”.

O link está aqui:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1091746-cpi-do-cachoeira-poupa-delta-governadores-e-politicos-de-investigacao.shtml

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Atualizado às 16h10:

E vejam só: a República de Itararé já tem até uma nova moeda. Só falta a pitoresca posse do novo presidente: diretamente na penitenciária da Papuda!... A boa notícia é que assim a gente poupa tempo...