sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A posse de Jader e o fim de uma tentativa de estupro constitucional


As pessoas precisam entender de uma vez por todas que as leis não foram feitas para “proteger políticos como Jader Barbalho”, mas, para proteger o conjunto dos cidadãos.

A posse de Jader Barbalho no Senado Federal repara uma violência cometida não só contra ele e quem votou nele, mas, contra o próprio Estado Democrático de Direito.

Lei não pode atingir apenas um cidadão – isso não é Democracia, é arbítrio.

Lei não pode retroagir para criminalizar alguém por condutas passadas, sob pena de acabarmos é desenterrando cadáveres, para excomungar esqueletos, como fazia a nada santa inquisição.

Regra do jogo eleitoral tem de ter prazo para entrar em vigor, sob pena de alterações legais acabarem  usadas para manter um partido eternamente no poder.

Esse mínimo de ordem que se tenta estabelecer nessa grande baiúca chamada Democracia, nos protege da tentação autoritária dos poderosos de plantão.

E não há como alterar as regras do jogo com o processo eleitoral já em curso e criminalizar, hoje, um comportamento passado, para pegar um cidadão que foi democraticamente eleito e simplesmente negar-lhe o mandato popular, sem abrir um precedente gravíssimo aos direitos individuais e coletivos.

Em verdade, quem defende esse tipo de excrescência, está a defender, talvez até sem o saber,  um Estado tão autoritário, tão absurdamente despótico, que é até difícil imaginar quais poderiam ser os seus limites.

Quando Jader renunciou ao seu primeiro mandato de senador, renunciar a um mandato eletivo não tornava ninguém inelegível.

Tanto é assim que, de lá pra cá, ele foi eleito, se não me falha a memória, para dois mandatos consecutivos de deputado federal.

Então, como é que agora se poderia impedi-lo de ser senador por causa daquela renúncia de dez anos atrás?  Será que as pessoas não percebem logo que isso é pura e simplesmente casuísmo?

Mais grave é que o STF acabou decidindo que a Lei da Ficha Limpa não valia para a eleição do ano passado. Com isso, muitos políticos que foram barrados puderam assumir seus mandatos – menos Jader, que permaneceu na condição de proscrito, numa espécie de limbo jurídico, criado apenas para ele.

E eu pergunto, como até já perguntei uma vez: será que Jader ou qualquer político ou qualquer cidadão vale esse tipo de atentado à Democracia, esse precedente gravíssimo que se buscava consolidar?

Hoje foi Jader, amanhã poderia ser o Lula ou até a própria Marinor.

Bastaria que o iluminado plenipotenciário de plantão estabelecesse que mulher que quebrou o pau numa câmara de vereadores não pode ser eleita para o Senado.

Absurdo? Mas que absurdo não seria possível se admitíssemos a consolidação desse precedente?

Na verdade, toda essa espantosa demora na entrega a Jader do mandato que de fato lhe pertence, revelou foi uma preocupante timidez dos guardiões da Constituição, que são os ministros do STF, frente ao chamado “clamor popular”.

Os ministros do STF são pagos para defender a Constituição - doa a quem doer. Não podem, portanto, considerar tão nobre missão como secundária, em relação à própria imagem no Jornal Nacional.

Daí que precisariam, sim, ter assumido uma postura mais firme, desde o começo, diante dessa tentativa de estupro constitucional, que custaria caro não apenas ao cidadão Jader Barbalho, mas, a cada um de nós.

É certo que a sociedade brasileira já não suporta mais a corrupção.

Mas quem quiser tirar Jader da política, que o faça pelas vias democráticas.

E tenho a impressão – e creio que não estou enganada – que ele seria o primeiro a se curvar diante de uma decisão democrática nesse sentido.

A minha opinião sobre Jader é de todos conhecida: admiro-lhe a inteligência, a cultura e seus impressionantes dotes políticos, como, por exemplo, o domínio da palavra, a liderança e a capacidade de antevisão.

Admiro, também, a força e a coragem que fazem dele um sobrevivente – outra qualidade muito, muito rara de encontrar.

Mas também lamento profundamente que tamanho brilho não tenha sido usado em favor do Pará e dos paraenses.

Penso que Jader fez uma escolha: a de colocar em primeiro lugar os seus próprios interesses.

E para a consecução disso, enrolou-se todo, trilhou caminhos complicadíssimos, que,  aliás, quase lhe custaram esse novo mandato senatorial.

A meu ver, Jader representa é um desperdício de talento, uma perda irreparável a todos nós, eis que com uma liderança de seu quilate este nosso Pará poderia ser muito melhor do que é.

Mas as escolhas que fez e os caminhos que trilhou se revelaram, em verdade, lesivos ao Pará e aos paraenses.

Reconheço a importância do PMDB, sob o comando de Jader e com a enorme tolerância democrática desse partido, para o equilíbrio do jogo político neste infeliz estado do Pará, onde sobejam os projetos autoritários de poder e a feroz perseguição aos adversários.
     
Mesmo assim, penso que Jader já nem deveria mais estar na política, eis que ele faz parte de um tempo em que as exigências sociais em relação ao comportamento dos homens públicos eram infinitamente menores.

E penso que se a Justiça brasileira funcionasse como deveria, nem precisaríamos de uma Lei como a Ficha Limpa para afastar da política cidadãos como ele.

No entanto, sempre me oporei – e de forma firme, sem titubear – contra quaisquer expedientes autoritários para cassar os direitos de Jader e de qualquer cidadão.

O autoritarismo nunca foi solução para coisa alguma. E a História está aí para comprovar essa afirmação.

Marinor pode espernear o quanto quiser, mas a verdade é que, devido à tibieza do Supremo, ocupava até agora uma cadeira de senadora para a qual não foi eleita – ela ficou em quarto lugar na disputa, atrás de Jader e Paulo Rocha.

E nessa grande baiúca chamada Democracia é preciso, sim, respeitar o voto popular, que é, aliás, um dos principais pilares dessa “solução de convivência social”, que tem nos custado séculos e milhões de vida para construir.

FUUUUUUIIIIIIIII!!!!!!!!   

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Lei Orgânica do Fisco é aprovada por unanimidade na Assembléia Legislativa. Lei “reforça o ideal ético de que o Fisco serve ao Estado, e não a governos” - diz Charles Alcântara.

Categoria lotou Alepa, na sesssão histórica de aprovação da Lei Orgânica do Fisco

Cada um de todos os dias de 2011 foi decisivo para o Sindicato dos Servidores do Fisco Pará (Sindifisco-PA). Mas esta memorável quinta-feira, 15 de dezembro, vai ficar para sempre na história da entidade sindical como o dia em que a categoria conquistou a Lei Orgânica do Fisco.
 
Após exaustivas negociações com o Executivo e intensa articulação com os deputados, o projeto foi aprovado, à unanimidade, na Assembleia Legislativa. A lei vai agora à sanção do governador Simão Jatene (PSDB).

Reformulada desde janeiro deste ano, quando o novo governo retirou o projeto mandado aos deputados em 2010 pela então governadora Ana Júlia (PT), a proposta contou com participação direta, tenaz e vigilante de toda categoria que integra o Grupo TAF.

De lá para cá, grande batalha foi travada cotidianamente para revisar o texto sem desfigurá-lo e convencer instâncias do Executivo de que, como diz o slogan criado para defendê-la, a Lei Orgânica é instrumento bom para o Estado e melhor para a sociedade.

Na manhã desta quinta-feira, numa emocionante demonstração de unidade e força, cerca de 200 auditores e fiscais de receitas superlotaram as galerias da AL para testemunhar a aprovação unânime do projeto, depois de incertezas que povoaram nas últimas semanas as informações sobre a meta sindical de ver o projeto aprovado neste ano.

Consórcio Teles Pires descumpre condicionantes e MP ajuiza nova ação contra usina. Falta de obras e intenso fluxo migratório geram caos na região.


O Ministério Público do Estado do Mato Grosso, o Ministério Público Federal no Pará e no MT ajuizaram nova ação civil pública pedindo a paralisação das obras da Usina Teles Pires, no rio de mesmo nome, na divisa entre os dois estados. 

A ação pede a suspensão das obras até que o empreendedor cumpra as condicionantes previstas no licenciamento ambiental para preparar a região para os impactos.
 
Os promotores de Justiça e procuradores da República que acompanham o caso acusam a Companhia Hidrelétrica Teles Pires de descumprir não só o que determinava o licenciamento ambiental como um termo de compromisso pelo qual estava obrigada a investir em saúde, educação, transporte e habitação para compensar o impacto da vinda de 30 mil pessoas para as cidades de Paranaíta, Alta Floresta (MT) e Jacareacanga (PA), onde o empreendimento está localizado.

O Estudo de Impacto Ambiental detectou vários impactos importantes e a precariedade dos serviços públicos na região, que não suportariam o aporte de migração causado pela obra. 

Por isso, segundo o MP, cabe ao empreendedor suportar os custos advindos desses impactos, sendo que  a Licença Prévia impôs uma série de condicionantes para atestar a viabilidade do empreendimento.

Mas, depois de obtida a LP, a Companhia Hidrelétrica Teles Pires, que tem participação majoritária da Neoenergia e da Construtora Norberto Odebrecht, apresentou aos prefeitos da região um plano de trabalho em que negava o número de 30 mil migrantes previsto pelo Ibama – contabilizando apenas cerca de sete mil trabalhadores como migrantes – e em que afirmava que não era sua responsabilidade fazer os investimentos necessários nos municípios.

Os prefeitos e o MP acusaram a Companhia de “tentar se furtar à responsabilidade de mitigar e compensar os impactos, de duas formas: minimizando-os (afirmando que trará poucas pessoas de fora) e repassando sua responsabilidade ao Poder Público”. 

Uma das principais discordâncias entre os prefeitos e a empresa era o valor dos repasses para investimentos em serviços públicos.

Apesar de haver no orçamento do empreendimento cerca de R$ 300 milhões destinados a compensações e mitigações, o empreendedor só queria repassar R$ 11 milhões previamente às três prefeituras diretamente impactadas. 

Documentos de Lauro Sodré compõem acervo raro do Centur e estão à disposição do público.


Guardadas em pastas na seção de obras raras da Biblioteca Pública Arthur Vianna, no Centur, um punhado de cartas – repletas de letras quase desenhadas – retrata fatos sociais, pessoais e políticos da passagem do século XIX para o século XX. Fatos relatados por um dos principais personagens da história paraense, o político Lauro Sodré.

São 145 cartas escritas por Lauro Sodré e 62 outros volumes de materiais diversos (como recortes de jornais e cartas recebidas pelo político), todas disponíveis para consulta do público e boas opções para pesquisadores e estudiosos que queiram conhecer um pouco mais da vida deste personagem marcante da história paraense e brasileira. 

Além dos manuscritos pessoais, a seção de obras raras também guarda 1.450 livros que pertenceram à biblioteca de Lauro Sodré.

As cartas e recortes de jornais datam de 1895 a 1933, período inicial da República brasileira, e abordam desde temas pessoais até comentários sobre a situação política do país. 

Wandenkolk propõe ao MEC universidade federal em Altamira

O deputado federal Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA) apresentou ontem  uma Indicação ao Ministério da Educação, propondo a criação da Universidade Federal do Xingu (Unifex), no município de Altamira, Estado do Pará.
 
A Unifex será desmembrada  da Universidade Federal do Pará (UFPa) e terá por objetivo ministrar ensino superior, desenvolver pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e promover a extensão universitária, caracterizando sua inserção regional mediante atuação multicampi.

Além do campus de Altamira da UFPa, passariam a integrar a Unifex os campi de Uruará, Medicilândia, Porto de Moz e Anapu. 

Com isso, haveria transferência automática dos cursos de todos os níveis, independente de qualquer formalidade; dos alunos regularmente matriculados nos cursos transferidos, que passam a integrar o corpo discente da Unifex, independente de qualquer outra exigência; e dos cargos ocupados e vagos do Quadro de Pessoal da UFPa, disponibilizados para funcionamento do campus de Altamira.

Os recursos financeiros da Unifex – de acordo com a proposição – serão provenientes de dotações consignadas no Orçamento Geral da União; auxílios e subvenções concedidos por entidades públicas e particulares; receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados, compatíveis com a finalidade da UNIFEX, nos termos do estatuto e do regimento geral; convênios, acordos e contratos celebrados com entidades e organismos nacionais e internacionais; entre outras receitas.

Para Wandenkolk, a Universidade do Xingu representa a expansão da rede de ensino superior e a ampliação do investimento federal em ciência e tecnologia, promovendo a inclusão social.

“Tenho certeza que a nossa proposta será aceita e a Unifex será pautada por princípios orientadores que visam à integração da região e o desenvolvimento dos municípios que perfazem a microrregião de Altamira e seu entorno”, declarou Wandenkolk.

Precariedade do ensino é dupla violência contra direitos de comunidade extrativista no Pará


A falta de acesso à educação, uma violência contra direitos básicos dos cidadãos, ganhou um agravante no caso da comunidade extrativista de Montanha e Mangabal, em Itaituba, no oeste do Pará. 

Sem alternativas, as famílias estão sendo obrigadas a deixar o local para buscar ensino na cidade, o que pode ser fatal para uma comunidade que nasceu e sobreviveu até hoje graças à  floresta.

A situação chega a ser desesperadora: alguns alunos ficam repetindo o 4º ano como forma de se manter ao máximo aquele membro familiar no âmbito das relações sociais locais. 

“A  chegada do último ano letivo disponível é sentida com grande apreensão pelo grupo, por significar o fim definitivo dos estudos ou a provável saída de parte da unidade familiar ou de seus filhos em direção a Itaituba”, informa o procurador da República Marcel Brugnera Mesquita com base em estudos feitos na comunidade pelos pesquisadores Maurício Torres e Ítala Nepomuceno.

O Ministério Público Federal (MPF), que em 2006 conseguiu garantir na Justiça o direito dos moradores de impedirem a entrada de invasores na comunidade, enviou notificação à prefeitura de Itaituba e às secretarias municipal e estadual de educação. 

No documento, Brugnera Mesquita recomenda que seja ampliada a quantidade de unidades escolares na comunidade. Atualmente há apenas duas salas de aula para famílias distribuídas em mais de 60 localidades.

Municípios com até 50 mil habitantes têm até 30 de dezembro para enviar propostas ao Minha Casa, Minha Vida.


Da deputada estadual Bernadete ten Caten:

“O Ministério do Desenvolvimento acabou de divulgar a informação que municípios com até 50 mil habitantes estão aptos a inscreverem projetos para o Programa Minha Casa, Minha Vida. Ajudem a divulgar:

Brasília, 14/12/2011 - Os municípios até 50 mil habitantes têm até o dia 30 de dezembro para enviar propostas para participar do Programa Minha Casa Minha Vida. O objetivo é apoiar estados e municípios no desenvolvimento de ações de acesso à moradia digna, em áreas urbanas, voltadas ao atendimento de famílias com renda até R$ 1.600.

No total serão ofertadas 110 mil unidades habitacionais em todo o País, metade do estabelecido em lei até 2014 (22 mil unidades). O resultado da seleção será publicado em 27 de janeiro de 2012. Serão selecionadas 43.976 moradias na região Nordeste, 29.304 no Sudeste, 14.942 no Sul, 11.404 no Norte e 10.374 no Centro-Oeste.

Cada prefeitura pode apresentar até duas propostas, com até 50 unidades habitacionais cada. Os governos estaduais também podem participar da seleção com uma proposta para municípios com menos de 20 mil habitantes e duas em municípios entre 20 e 50 mil habitantes.

O valor do governo federal foi unificado em todas regiões brasileiras e aumentou para R$ 25 mil por unidade habitacional. Cada moradia deverá ter, no mínimo, 36 metros quadrados de área útil e acessibilidade.

O Minha Casa Minha Vida 2 integra o conjunto de ações do Programa de Aceleração do Crescimento 2 e terá investimentos até 2014 de R$ 72,5 bilhões e pretende contratar um total de dois milhões de moradias.

Entre os critérios de seleção estão:

_ realocação de famílias situadas em áreas insalubres ou de risco ou que tenham sido desabrigadas por fenômenos naturais;

 _déficit habitacional acima da média da Unidade da Federação correspondente;

_ municípios em situação de calamidade pública, reconhecida por Portaria da Secretaria Nacional de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional;

_ municípios inseridos no Programa Brasil Sem Miséria;

_ municípios integrantes do Território da Cidadania; e

_ atendimento à demanda habitacional decorrente do crescimento demográfico resultante do impacto de grandes empreendimentos.

As obras das unidades habitacionais deverão ser iniciadas em até 90 dias a partir da data do pagamento da primeira parcela de subvenção econômica, sendo fixado em 12 meses o prazo para execução e conclusão. 

Os estados e municípios devem cadastrar suas propostas no site: www.cidades.gov.br.

(Fonte: Ministério do Desenvolvimento/ http://bernadetebotefe.blogspot.com/)

Navegapará encerra o ano com resultados positivos. E prefeitos podem procurar coordenação do programa para agilizar inclusão digital


O maior programa de inclusão digital do Brasil, o Navegapará, encerra o ano de 2011 com grandes resultados. 

O sinal do programa está presente em 60 cidades atendendo 68% da população paraense. As redes sem fio banda larga, chamadas de cidades digitais, já chegaram a sete municípios e até o final deste mês serão expandidas para mais cinco cidades. Os pontos de acesso livre totalizam 120 em todo o estado, sendo 55 somente em Santarém.

A expansão não para por aí. Para 2012, o desafio do programa é chegar ao sul do Pará passando por Marabá, Xinguara até Conceição do Araguaia. 

A assessora da presidência do Navegapará, Leila Daher, explica que outra meta do programa que deve ser concretizada ainda no início do ano que vem é o Projeto Soure, que pretende levar o Navegapará para a região do Marajó a partir do município de Soure. 

“O projeto está em fases de teste e apresentou alguns problemas técnicos por conta da transposição da baía, mas já estamos com engenheiros e técnicos no local para solucionar o problema”, ressalta.

Também para o ano que vem, o programa pretende reforçar as parcerias com as prefeituras dos municípios que passaram a receber o sinal do Navegapará.  “Essas parcerias têm sido fundamental para o bom resultado do programa”, diz Leila. 

Segundo ela, as cidades de Novo Repartimento e Goianésia procuraram o Governo do Estado para a implantação do sinal. As cidades foram habilitadas e hoje contam com o programa de inclusão digital. 

“O objetivo é levar o Navegapará a todos os municípios paraenses. As prefeituras que tiverem interesse podem nos procurar para que o processo de inclusão aconteça de forma mais rápida”.

Infocentros – Outro fator que garante o sucesso do programa é o acesso do cidadão às tecnologias da informação através dos infocentros instalados nas cidades que recebem o sinal do Navegapará. Atualmente, existem 185 infocentros instalados em todo Pará.

“A implantação desses infocentros objetiva amenizar o índice de exclusão sócio-digital no estado, através de ações de inclusão social, alfabetização digital, ensino a distancia e outras atividades ou serviços relacionados”, finaliza Leila.

(Fonte: Secom/Bruna Campos)