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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Contratos com empresas públicas complicam a situação do presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante Junior.

São complicadíssimas as acusações contra o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante Junior, na ação popular ajuizada por dois advogados paraenses (leia a íntegra aqui: http://diganaoaintervencao.com/oabpa/wp-content/uploads/2011/11/A%C3%A7%C3%A3o-Popular-contra-Ophir.pdf), na qual se pede que devolva aos cofres públicos R$ 1,5 milhão que teria recebido irregularmente através de licenças remuneradas do cargo de procurador do Estado, que já duram 13 anos e que seriam ilegais.
 
Ainda mais grave que esse suposto afastamento irregular do trabalho, para se dedicar à OAB – uma questão que ganhou manchetes nacionais - é a acusação de que o escritório de Ophir mantém contratos com empresas públicas do mesmíssimo Estado do Pará, para o qual trabalha ou deveria trabalhar. 

E o fato, por incrível que pareça, é, sim, verdadeiro.

O escritório de Ophir, que tem hoje o nome de “Cavalcante, Pereira e Advogados Associados”, firmou dois contratos, neste ano, com a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), um organismo da administração indireta.

O primeiro, no valor de mais de R$ 35 mil por três meses, para orientar a Cosanpa nas negociações do acordo coletivo de trabalho, foi ainda aditivado em mais 11 horas, ou quase R$ 5 mil.

Veja nos diários oficiais dos últimos 26 de maio (página 14, caderno 3) e 12 de julho (página 10, caderno 1):
O segundo contrato com a Cosanpa, no valor de R$ 76.800,00 para um ano, está publicado no Diário Oficial de 27 de setembro (página 6, caderno 2):
Em ambos os casos, os contratos foram firmados a partir de carta convite, que é a mais simples entre as modalidades licitatórias.

Mas o escritório do presidente nacional da OAB também manteve contrato com a Enasa (Empresa de Navegação da Amazônia), uma sociedade de economia mista pertencente ao Governo do Estado, cuja liquidação se arrastou durante anos.
O contrato entre a Enasa e o escritório de Ophir foi firmado em 2004, ou seja, no primeiro governo do tucano Simão Jatene, com um valor de quase R$ 6.500,00 por mês, e teve por base também uma carta convite.

O quarto aditivo a esse contrato está publicado no Diário Oficial de 06 de março de 2008 (página 10, caderno 3):

E, ao que parece, a contratação prosseguiu nos anos de 2009 e 2010, conforme se pode depreender de duas atas de assembléias realizadas pela Enasa, nas quais aquele escritório, chamado na  época  Cavalcante& Pereira Advogados Associados S/C, foi representado por Thales Eduardo Rodrigues Pereira, um dos sócios de Ophir e igualmente procurador do Estado.

As atas estão publicadas nos diários oficiais de 09 de dezembro de 2009 (página 10, caderno 3) e de 30 de abril de 2010 (página 1, caderno 5).



Elas são interessantíssimas, já  que até mostram Thales, e o escritório dele e de Ophir,  na mesmíssima mesa de negociações em torno da liquidação da Enasa, da qual também participou a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Diz um trecho de uma das atas, na qual Thales Pereira figura como representante da Assessoria Jurídica da Enasa: 

 “Pedindo a palavra, o Procurador do Estado, Sr. Graco Ivo disse que com a liquidação e extinção o Estado assumirá todo o passivo e ativo da ENASA. Com a sucessão não significa que se pode alterar a prorrogação da extinção. Com a palavra o Sr. César Queiroz diz que no período de transição o Escritório Cavalcante & Pereira Advogados Associados S/C e PGE, devem, em harmonia, realizar esta transição com tranqüilidade, repassando todos os processos para a PGE”. 

E eis um trecho da segunda ata:

“Passando ao item “9”: Solicitar esclarecimento à EXECUTA, quanto aos procedimentos contábeis pós liquidação. O Sr. Thales Pereira informa que a EXECUTA está desobrigada deste compromisso, face Rescisão do Contrato devido à extinção da empresa. Com a palavra o Sr. Graco Ivo diz que a PGE assumirá todo o trabalho decorrente da extinção e, quanto à EXECUTA disse que se não houver alguém apto no Estado a arcar com esta responsabilidade (prestação de contas) deverá ser avaliada a prestação desses serviços pela EXECUTA, no que o Sr. Carlos Lima se prontificou a prestar esses serviços como Pessoa Física. O Sr. Graco Ivo disse que o Estado avaliará os serviços contábeis necessários à efetiva liquidação da empresa, o que é feito habitualmente em processos de liquidação”. 

Qual o problema de tais contratos?

O problema é que a Procuradoria existe justamente para representar  judicial e extrajudicialmente o Estado do Pará, além de prestar-lhe consultoria jurídica, conforme o artigo 187 da Constituição paraense. Isso está, aliás, no site da própria PGE: http://www.pge.pa.gov.br/?q=node/42

A Lei Complementar nº 041, de 29 de agosto de 2002, também transcrita no site (clique em Institucional e, depois, em Competência) diz que compete à PGE, inclusive, expedir orientações jurídicas também às entidades da administração indireta, naqueles casos que envolvam relevante interesse público.

É certo que Ophir Cavalcante Junior afirmou à Folha de São Paulo que o escritório dele “é legal, desde que  não atue contra o Estado”. Veja aqui:


Mesmo assim, fica a dúvida: se Ophir e Thales já recebem remuneração como procuradores, para atuar em defesa do Estado do Pará, como, então, podem manter contratos para a defesa de organismos estaduais, ainda que pertencentes à administração indireta? E,  especialmente, como podem ter sentado do outro lado do balcão, no caso da liquidação da Enasa?

Não há qualquer dúvida de que Ophir e Thales são procuradores do Estado.

No Quadro de Antiguidade dos Procuradores, publicado pela PGE no Diário Oficial do último 26 de julho (página 6, caderno 1) consta que ambos ingressaram na carreira em maio de 1988 e que ambos foram guindados à Classe Especial da Procuradoria em 29 de agosto de 2002.

Veja aqui:

 Também não há qualquer dúvida de que ambos são sócios no escritório Cavalcante e Pereira.
Está no site do escritório (http://cavalcantepereira.adv.br/sobre.html ).

Veja aqui:

Também não há dúvida de que o presidente nacional da OAB, apesar de permanecer há 13 anos em licença remunerada da PGE, não se afastou de seu escritório: na página do Tribunal de Justiça do Pará, Ophir Filgueiras Cavalcante Junior figura como advogado em 48 processos, apenas na região de Belém.

Veja aqui:

 Ophir advoga em processos ajuizados em todos os anos desde 1996, à exceção de 2001.

Num deles, protocolado agora em julho, Ophir e Thales atuam numa causa de mais de R$ 1 milhão, em defesa do Hospital Saúde da Mulher.

Em outro, de 2004, época em que foi firmado o contrato com a Enasa, Ophir atua num processo da AGF Brasil Seguros contra o Instituto de Previdência da Assembléia Legislativa, o Ipalep.

Aqui:

E mais: também não há dúvida de que o pai do presidente da OAB, Ophir Filgueiras Cavalcante, é o consultor geral do Estado, ou seja, o sujeito que orienta juridicamente o governador, e que também ocupou a Consultoria entre 1995 e 2006, durante os 12 anos ininterruptos de governos tucanos.

Veja aqui a nomeação dele no diário oficial do último 06 de janeiro (página 1, caderno 1):


E aqui o currículo de Ophir ( o pai) no qual consta o exercício da Consultoria do Estado naquele período:

E mais: um cidadão chamado Thales Eduardo Rodrigues Pereira, ou seja, com o mesmíssimo nome do sócio do presidente nacional da OAB, figurou na lista de assessores especiais II nomeados pelo governador Simão Jatene, em janeiro deste ano. 

A nomeação desenfreada de assessores especiais pelo governador Simão Jatene, que foi objeto de uma série de reportagens exclusivas da Perereca, acabou, inclusive, ganhando repercussão nacional. Aqui: 

E veja aqui a nomeação especificamente do cidadão de nome Thales Eduardo Rodrigues Pereira para assessor especial II, publicada no diário oficial de 11 de janeiro deste ano (página 1, caderno 1):

Veja, ainda, que esse mesmo Thales foi exonerado do cargo de assessor especial II a contar do último 21 de julho, na esteira da reestruturação desses cargos. Mas foi nomeado, também a contar de 21 de julho, como assessor jurídico (um DAS 5) na Consultoria Geral do Estado, que é comandada, como já se viu, pelo pai do presidente nacional da OAB.

Está tudo no primeiro caderno do Diário Oficial de 04 de agosto; a nomeação de Thales para a Consultoria, que é reproduzida abaixo, na página 7, caderno 1:


Na Ação Popular, o que se alega é que a OAB não seria uma associação de classe – e a lei só admitiria tal licença remunerada para o exercício de cargos de representação classista.

No entanto, diz ainda a ação, mesmo que a OAB venha a ser considerada um órgão de representação classista, ainda assim a lei só permitiria uma renovação de tal licença – e não quatro, como no caso de Ophir.

O processo está na Justiça e deve demorar, uma vez que ações populares acabam, sempre, no Supremo.

Mais grave, porém, parecem ser esses contratos entre o escritório de Ophir e organismos estaduais, ainda que da administração indireta.

Um procurador de Justiça ouvido pela Perereca disse acreditar que tais contratos não são legais: “Isso não é correto, não pode ser. Se ele (Ophir) é do Estado, como pode prestar serviços ao próprio Estado? Isso é muito mais sério e comprometedor (do que a licença remunerada). Ainda mais que tem pagamento, não é sem ônus”.

Já um advogado que trabalha com Direito Administrativo, e que não está metido nas disputas internas da OAB paraense, também acredita que o caso é, no mínimo, “controvertido”.

E indaga: “A pergunta que você tem de fazer é a seguinte: Ele (Ophir) pode fazer um contrato com o Governo? Se não, então não pode também fazer um contrato com a administração indireta”.

Outro problema é que o afastamento da PGE talvez não seja o único de Ophir Cavalcante Junior. 

Em currículos que circulam na internet, consta que ele é, também, professor da Universidade Federal do Pará.

A Perereca vai tentar ouvir o presidente nacional da OAB.

50 comentários:

Anônimo disse...

Mais uma pergunta deve ser feita, me parece que o cargo de Procurador faz parte de uma carreira especial no estado, que lhe exige Dedicação Exclusiva, portanto, não é permitido a quem exerce tal cargo o exercício da advocacia. E por isso recebem uma gratificação que lhes dobra o salário.
Outra pergunta, é permitido à COSANPA contratar um escritório de advocacia para lhe representar quando a mesma possui na sua estrutura funcional o seu próprio quadro de procuradores?
Parece que no reino tucanóide tudo pode!

Anônimo disse...

Que cara de pau!

Anônimo disse...

Quer dizer que o cara ganha duas vezes do mesmo estado que lhe paga o salário para defendê-lo?
Enquanto isso os professores fazem greve e enfrentam a violência jurídica, moral e policial para garantirem a merreca de um Piso Salarial de R$ 1.182,00.
Isso é Pará do tucanato!

Anônimo disse...

O cara posa de certinho, no entanto é pior do que aqueles que ele condena...

Diógenes Brandão disse...

Me abana que eu tô pasmo! O esquema que elegeu o governador Simão Jatene é de uma engenharia impressionante, assim como é nefasta o equilíbrio entre o judiciário, o legislativo e o executivo paraense. Quem poderá nos proteger?

Anônimo disse...

O problema não é apenas o de ele ganhar duas vezes, e sim que ele ganha duas vezes e ainda está de licenda há mais de doze anos, mais essa licensa só vale pra não trabalhar, pois ele tem tempo de sobra pra exercer sua função de advogar para o Estado, mas sem ser como procurador, como seria o decente, e sim como contratado. Resumindo, ele está ganhando duas vezes pra fazer a sua obrigação. A tucanalha esta cada dia mais afiada..

Anônimo disse...

Das 10:03, a dedicação exclusiva é opcional e a gratificação não dobra o salário: é de 25% sobre o vencimento básico.
Então se lhe parece, parece errado.

Anônimo disse...

E ELE SE CONSIDERAVA O PAI DA MORALIDADE E ÉTICA, EXIGINDO DOS GOVERNOS E PESSOAS O QUE ELE JOGA NO LIXO.SABE AQUELE DITADO, OLHA PRIMEIRO TEU RABO DEPOIS O DOS OUTROS,PARECE QUE O "PRESIDENTE" NUNCA OUVIU.

Anônimo disse...

Gente, esse Jatene e seu bando, não tem jeito, é assalto aos cofres Públicos, diariamente.
Julio Cesar

Anônimo disse...

Não sou advogada, até então as questões colocadas nessa briga na OAB, me parecia apenas uma disputa entre grupos e não me diziam respeito, mas agora extrapolou para a coletividade. Quer dizer que o atual presidente da OAB, Ophir Cavalcante apesar de ser procurador do Estado mantem contratos com esse mesmo estado para defendê-lo?
E já não é essa a sua função, enquanto procurador?
É por essas e muitas outras que esse governo não tem dinheiro para pagar nosso Piso. É muita mamata para poucos!

Anônimo disse...

Prezada Perereca. Mas é claro que o Sr Ophir Cavalcante NÃO pode atuar contra o Estado ... E MUITO MENOS À FAVOR! Além do ABSURDO de ter um escritório PARTICULAR atuando como uma PGE "GENÉRICA"! Afinal, onde nós estamos? Só pode ser na casa da mãe Joana, que Tudo pode desde que seja pros Tucanos? É o fim da picada!!! IMORALIDADE DESCARADA E CÍNICA!!!

Anônimo disse...

Não basta parecer honesto ..... Esses são os probos !!!!!!

Anônimo disse...

Por isso q a Oab nao move um dedo p acerelar a pec q obriga prefeituras e entidades de adm indireta fazer concurso p procurador, ta se alimentando dessa boca...
A oab sempre foi um orgao corrupto e baixo, mas pela primeira vez averdade ta comecando a vir a tona...
A oab se recusa ser igual os outros conselhos de classe pq senao essas eoutras imundices praticadas ja teriam sido pegas... Quem apoia A ideiad fazer a oab virarconselho de classe q nemos outros? Chega dessa patifaria

Anônimo disse...

Viram pq a oab sempre foi considerada ninho tucano?
Sempre foi acostumada a mamarnos cofrespublicos sem qq fiscalizacao.
Nao e de hj... Mas finalmente apareceu....
Fim da oab ja!

Anônimo disse...

Nestas alturas do campeonato a melhor coisa a fazer é mandar um beijo na perereca, e torcer para que esta não deixe de trazer informações verdadeiras como vem fazendo e assim ajudar a todos a conhecer as pessoas como de fato devem ser conhecidas.

Anônimo disse...

FORA OPHIR JÁ, URGENTE!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Pereca, se esse "probo" rapaz tem Dedicação Exclusiva na PGE conforme artigo do Deusdedith Brasil no blog "diganaoaintervenção.com", ele não pode ser professor da UFPA e nem pode advogar para particular. Assim sendo Perereca, como fica a UFPA que lhe concedeu licença sem vencimento? Com a palavra a UFPA pq se confirmar tal DE na PGE cabe abertura de Proc. Adm. Disciplinar - PAD bem como a exoneração por falsidade de informações e ação regressiva de cobrança do que ele indevidamente recebeu da UFPA POR ESSES ANOS. Investiga Perereca, investiga, investiga.... E mais, como fica a cria desse "probo" rapaz chamada Angela Sales, que tbem é consultora do Estado e por vários anos afastada tbem, porém é advogada do J. Barbalho? Investiga ela tbem Perereca, investiga, investiga pq vc merece credibilidade, pq vc mostra o pau e a cobra morta. Parabens...
JOÃO D.E.

Anônimo disse...

Eu queria que me explicassem como seu eu tivesse apenas 6 anos de idade: por que é que o erário público do Pará tem que pagar para alguém presidir a OAB federal?

Indo mais à frente: por que é que os cofres públicos têm que pagar para alguém ser dirigente sindical, classista ou associativo, seja lá qual for o sindicato, associação ou órgão de classe?

Será legítima a lei que mande o Estado pagar alguém para presidir o Remo, o Paysandu, o Arranca Toco Futebol Clube?

Isso pode até parecer "legal", mas é imoral, ilegítimo, não está certo de jeito nenhum.

Chega de bradar que alguma coisa é "legal".

Eu quero é saber se a lei é certa, se é correta, se é justa, se é honesta, se não é uma fraude, uma simples artimanha para meter a mão no rico dinheirinho do contribuinte que deveria ir para a saúde, a educação, a segurança e o transporte público!

Muitas vezes a fraude está na própria lei, que se apresenta visceralmente fraudulenta.

Não podemos deixar que a lei se transforme na melhor gazua com a qual se arrombam os cofres públicos neste País.

Anônimo disse...

Não é só na PGE que existem licenças de tal quilate. Na Defensoria Pública do Estado possuem vários servidores com este perfil. Basta ver a Defensora Pública de Medicilândia, que está cursando doutorado em São Paulo e ministrando aulas, tudo isso no período de sua licença "para acompanhar pessoa da família". Não é estranho?

Anônimo disse...

Querida PERERECA, estou chocada! Quando pensamos que já vimos tudo, aparece mais um escandalo. O Príncipe de Gales não é mais o "Senhor Perfeição", ele mesmo assumiu que não poderia advogar contra o Estado, Ele não só advoga como também seu sócio e também procurador Dr Thales tem contratos recheados ($$$)contra o Estado. Tá valendo p todo mundo ou só para os Procuradores da PGE?

Anônimo disse...

OFHIR CAVALCANTE JUNIOR, Procurador da PGE, afastado a 13 anos para ocupar cargos na OAB, c remuneração de R$20 mil = PODE!
ANGELA SALES, exerce o cargo consultor jurídico do Estado tb afastada para ocupar cargo na OAB e usar o Cartão Coorporativo sem limite nos bares da cidade = PODE!
Professores Assalariados, que trabalham sem a menor estrutura e condições de lecionarem = NÃO PODEM REIVINDICAR OS SALÁRIOS A QUE FAZEM JUS. E mais hoje está em manchetes de jornal a contratação de professores temporários.
PARÁ campeão em temporários! QUE PARÁ É ESSE?

Anônimo disse...

"Malandro é malandro e mané é mané"
Para o Bem da Advocacia Fora Ophir Jr. Advogados em defesa do Pará!

Anônimo disse...

Se o Jatene ao invés de pescar todos os dias lê-se o blog da Perereca não estaria voando nas matérias pertinentes ao seu governo.

Anônimo disse...

É por essas mazelas que e Estado do Pará é tido como um dos mais CORRUPTOS do Brasil, do Mundo, das Galáxias e do Universo, e detalhe: Não dá nada, nada, nada. Eu quero apostar se de tanto vc denunciar a parentada de "Maus"gistrados" se ele perderam os cargos, eu aposto, duvi-do-dó.

Anônimo disse...

perereca prepare-se para ficar fora do ar ou para enfrentar os tribunais, ja está tudo pronto, vai ser três processos, vai contratando logo os advogados. os homens estão chateados com vc, vão querer que ver fora do ar, então ta avisada. PREPARE-SE

Anônimo disse...

Fui assistir a uma palestra no BASA sobre a solução do déficit da CAPAF e o Ophirzinho tentou convencer os presentes de que os aposentados deveriam aderir a um novo plano de reestrturação daquela caixa de previdência. Pergunta: o Ophir tem contrato com o BASA (sociedade de economia mista)? Qual o seu interesse no negócio?

Anônimo disse...

Das 8:31:
O que é errado é o Presidente da OAB receber gratificação de Dedicação Exclusiva e todas as outras gratificações como de representação judicial, mesmo estando sem exercer a função há mais de 13 anos, está licenciado, mas continuar atuando no seu escritório e o mais grave vendendo seus serviços para o mesmo estado que já lhe paga salário.
Outra coisa, àqueles que não fazem opção pela Dedicação Exclusiva, é dado o direito de exercer a advocacia privada, desde que o cliente não seja o próprio ESTADO.
Então meu caro, mesmo que o Ophir não tivesse DE, ele não poderia ter como cliente o proprio estado.
Você acha tudo isso certo, mesmo que fosse legal?

Anônimo disse...

A luta contra a corrupção continua! Fora os falsos e farsantes moralistas! JUSTIÇA!

Anônimo disse...

Na realidade a OAB é uma associação criminosa haja vista a quantidade de advogados bandidos existentes em seus quadros.Podem pesquisar nos foruns cível,criminal e trabalhista os inúmeros casos de pessoas lesadas por advogados e que apesar de implorarem providências junto a OAB,jamais foram sequer ouvidas.

Anônimo disse...

E teve um que disse que o Jatene não rouba nem deixa roubar. kkkkkkkkkkkkkkk, chuinf, chuinf, chuinf, tamo tudo fu.... com esses tucanalhas e barbalhicos que assaltam os cofres públicos e nos fazem de besta. Os bicos tucanos e as garras barbalhicas estão em tudo que é lugar, nos Tribunais, no MPE, na PF, na Imprensa e também na OAB. Vai faltar água e sabão para lavar tanta sujeira na política do Pará. Tem hora que dá vontade de ir morar no interior do interior, comprar uma terrinha e criar galinha e plantar cupuaçu e açai e nunca mais ler jornal nem ver tv e nem acessar internet, me dá nojo de tanta safadeza. Credo

LUIZ ANTONIO BARBOSA - mUTUM/MG disse...

É, em se tratando de pessoa que tem o cognitivo capaz, de reconhecer a ética da pouca vergonha na cara, não tenho um pingo de receio de entrar em conflito com o pessoal dos direitos humanos e defender o castigo mai duro: que tal 50 chibatadas por semana durante um ano em praça pública. Talvez submetendo-o a execração pública aprendem a ter vergonha na cara. Ou ainda terem seus bens desapropriados e ele ter de ficar 20 anos sem que possa ter bens em seu nome... a nossa legislação não prevê isso? façamo-na prever, mesmo que pareça regime de exceção, ou nos cidadãos comuns não somos submetidos a um regime de exceção velado...

Anônimo disse...

Não recebe somente o salário de procurador não, é muito mais.

Aplica três vezes ao ano o exame de ordem, com uma média de 120 mil inscritos por exame ao preço da taxa de inscrição de R$ 200,00, agora multiplica esse valor pelo numero de candidatos x tres vezes ao ano… um verdadeiro absurdo. Detalhe, o valor da taxa cobrada é superior a de qualquer concurso público, seja juiz, promotor etc e com um detalhe importante:

Nos concursos públicos há a fiscalização do judiciário, do Ministério Público e da propria OAB e sabe quem fiscaliza o exame de ordem? NINGUÉM é isso mesmo, o Ophir não permite fiscalização alguma e nem presta conta do dinheiro arrecadado.

Sem falar nos repasses das anuidades que os milhares de advogados pagam sem haver qualquer prestação de contas. A OAB é uma capitania hereditária, não ocorre eleição direta para eleger o seu presidente, não presta contas, ou seja: anti-ética, não transparente e carente de legitimidade…

Anônimo disse...

É um legítimo representante da sub-elite brasileira (não tem projeto de nação), se locupleta às custas do Estado e finge que é ético. É o padrão tucano.

Anônimo disse...

Sr. Ophir o povo brasileiro espera suas explicações!

Anônimo disse...

O ponto central é o seguinte: a licença é ilegal, pois é exclusiva de dirigentes sindicais. A OAB não é sindicato, seus dirigentes não fazem jus ao benefício. Além disso, o pte da OAB advoga privadamente e para empresas públicas, onde ganhou recentemente um contrato com COSANPA (água e esgoto). Também pudera seu pai é o atual Consultor Geral do Estado e seu sócio, Thales, Consultor Adjunto.
Lembremos todos que a irma de OPHIR, Suzy, na gestão dele, foi nomeada Desembargadora do Trabalho, indicada pela OAB/PA. Absurdo, muito absurdo.

Anônimo disse...

13 anos de Licença remunerada como procurador do Estado do Pará ilegalmente?
Ophir justifica os meios!!!!

Anônimo disse...

A Oab nao vale nada, ta na hora de fechar essa bagaca e transformar em um conselho de classe como os outros.
O controle externo e necessario, afinal de contas, essa praga quer controlar td mundo, mas quem controla essa praga? Ja ta mais q comprovado q pelo menos no estado do para a oab nao passa de um refugio tucano, um braco, qq coisa menos imparcial, vendida mesmo, impossivel dizer q e isenta, logo, vai fiscalizar quem desse jeito?
Por essas e outras q sonho o dia poder me ter um emprego q nao precise pagar a maldita anuidade mais cara do brasil pra sustentar essas praticas nefastas partidarias.
a oab precisa serextinta ou no minimo reformulada, do jeito q ta nao da p ficar.

MARCIO VASCONCELOS disse...

Blogueira,
o seu blog 'e um dos mais lidos no PA, e nao e justo as pessoas utilizarem sua credibilidade para avacalharem com honra alheia, e se escondendo sob o manto do anonimato.
sugiro que acabe com o anonimato, ate para que eventual ofendido em seu blog possa se defender.
Um abraço e parabéns pelo blog

www.soldocarajas.blogspot.com disse...

A Câmara Municipal de Parauapebas tem apenas 11 vereadores e uma sessão por semana.

Entretanto, tem mais de 300 cargos comissionado ocupados. Muitos simplesmente fantasmas.

Tem uma frota de veículos locada que é fantasma, até ônibus fantasma que ninguém nunca viu. Gasta mais de R$ 50.000 reais por mês de combustível (a preço local 20.000 litros) e até no mês de julho, mês de recesso esse consumo persiste, aliás, aumenta.

Os sinais de desvios são evidentes, mas apesar disso, nada é feito, nem adianta levar ao Ministério Público, tirar este órgão da inércia que se encontra em Parauapebas, só em a Brasília no CNMP, no mais já foi tentado tudo!

Tudo pode ser constatado no site da Camara, no link do Portal da Transparência, no endereço www.camara.parauapebas.gov.br

O site tem mais de 8 meses que tá em construção (rsrsrsrs)!

Anônimo disse...

Perereca, primeiro parabéns por abordar o assunto. Suas colegas blogueiras (e blogueiros nativos) e a imprensa oficial (ORM) silenciaram ou se fingem de mortos.
Na minha opinião, Ophir Jr. é um cara de pau. Receber sem trabalhar por 13 anos é imoral em qualquer lugar e sistema político do mundo. E o pior, recebe dinheiro bancado por nós, trouxas, digo, contribuintes.
Quanto ao escritório dele, que também recebe dinheiro público, como você comprovou, não é essa coca-cola toda não. Em 2002 o derrotei em um processo (milionário, diga-se de passagem) trabalhista contra a TELEMAR, empresa que o escritório dele defendia. Porque ele perdeu a causa: o do advogado da sua banca perdeu prazo processual. Santa competência, graças a Deus.
Voltando à ética (ou falta dela) do citado Pres. da OAB, ele que posa de Catão da moralidade, na verdade tá mas pra outra palavra parecida. Basta trocar a letra "t" por outra.

Anônimo disse...

olha como sao as coisas, na epoca de perseguir os parentes de desembargadores, todos acusados de nepotismo de imorais e todo o resto, ninguem foi acusado de nao trabalhar e nao fazer o jus ao dinheiro que recebia tra trabalhando, mas agora.....
quer dizer q pra trabalhar sendo parente e imoral mas ora nao trabalhar e ter contratos com empresas contratadas do estado nao e...

puxa... essa matematica so podia vir de advogado mesmo.... ainda tenho mt q aprender q esses sujeitos... so no estado do para q pau q bate em chico jamais batera em francisco, ja q ele e da cupula de amigo do rei mesmo.... pelo visto temos q pegar o proximo 'pau de arara' pra ir embora dessa terra, alias... nem 'pau de arara' deve ter em terra tao atrasada, o jeito e desbravar cortando mata q quiser fugir desse periodo medieval que continua sendo esta terra, onde os feudos tem nome e sobrenome.... valei-me nossa Senhora de Nazare... q nem eu e nem minha familis seja tocado fogo na fogueira da inquisicao que esses falsos moralistas implantaram na nossa terra...

Anônimo disse...

Ei, Márcio não te aparece que quem deveria está preocupado com suas "honras" eram os donos, se eles não estão quando chafurdam no peculato, na prevaricação, no tráfico de influência e na corrupção porque nós estaríamos. O que eles estão preocupados é tão somente em manter um verniz de ética, para continuar com seus privilégios e apontar o dedo para os outros.
Até agora não vi o sr. ophir dá qualquer explicação do que foi denunciado, com certeza vai tentar calar a boca da perereca e dos anônimos , censurando o seu blog.

Anônimo disse...

É Dotô Ofilho, piperáceas no sublatório alheio é refrigerante! No papo do povo pimenta nos olhos dos outros...

Anônimo disse...

Márcio Vasconcelos = PMDB = ???????, vocês sabem o que eu quis dizer!

Anônimo disse...

É o OphirNóquioGate.Esse sujeito sempre fez pose para levantar uma cortina de fumaça para esconder o que agora começa, só começa, a ficar claro... Tem muito,muito, mais fatos e atos...

Anônimo disse...

Jarbas Vasconcelos, tu já era! Inveja mata! Dor de cotovelo tambén mata! Vai cuidar da tua vida e dos teus parceiros "imobiliários". Tu meteu os pés pelas mãos e te f......!

Anônimo disse...

POR FALAR NISSO, O TAL DO OPHIM CAVALCANTE ANDA MEIO DESAPARECIDO DEPOIS DESTA DENUNCIA. SUMIU;;;;;;;;;;;;;;;

Anônimo disse...

Chama a Simone Morgado para anunciar essas maracutais dos tucanos, pois ela é defensora de corrupto. Os dois Ofir devem ser execrados em praça pública como nos tempos da barbarie. Perereca, e o Pioneiro de doou R&-100 mil para o papão. Pode?

Anônimo disse...

Vou utilizar a frase de um grande colega advogado, mudando só o sujeito da frase: "O Ophir virou suco"

Anônimo disse...

Direto de Brasília: Esse Ophir Jr, não engana mais ninguém, é o pior presidente que já houve na OAB, SEM DÚVIDA NENHUMA, se estivéssemos na ditadura ele diria que as intervenções dos militares seriam legais, que receber sem trabalhar seria legal, e que a culpa não era dos militares e nem dos licenciados, foi o povo quem quis assim, o povo presisa resgatar a moral, não isso que ele afirma ao defender sua licensinha de 14 anos, e a intercvenção ai no Pará, isto é, a licença foi dada por um conselho e a OAB para precisa ser moralizada, que MORAL HEIM DOUTOR OPHIR JR!