terça-feira, 7 de maio de 2024

Tragédia no Rio Grande do Sul: a culpa é de Deus. Será?



É fácil culpar a Deus por tudo de ruim que acontece no mundo.

Há uma guerra?

A culpa é de Deus!

Houve uma pandemia?

A culpa é de Deus!

As pessoas estão passando fome?

A culpa é de Deus!

O Rio Grande do Sul foi destruído por enchentes?

A culpa é de Deus!

É sempre Deus o culpado.

É como se Ele fosse perverso e vingativo, uma espécie de espelho do diabo.

Não, a culpa nunca é do ódio, do egoísmo, da ganância do ser humano.

Somos nós os administradores, os “jardineiros” deste mundo.

Mas nunca temos responsabilidade alguma por tanta dor e sofrimento.

Agora mesmo, nas redes sociais, profetas de Baal juram que Deus é o culpado pelas tragédias que se abatem sobre o Brasil, como essa do Rio Grande do Sul.

Dizem que é a ira de Deus que tem provocado essas enchentes, por causa de um show ou de uma saia curta.

Querem que acreditemos que Deus não passa de um lunático, cuja única preocupação é matar pessoas, por causa de meia dúzia de gays e feministas.

Quando, em verdade, todas essas tragédias são obras das mãos humanas.

São obras de grandes fazendeiros, madeireiros, donos de garimpos, industriais, e dos políticos que protegem essa gente.

São esses ricaços que destroem as nossas florestas e poluem os nossos rios.

É a ganância deles a maior responsável por essas mudanças do clima, que atingem o Brasil e o mundo: as ondas de calor e de frio e as inundações.

Mas todos também somos responsáveis por tudo isso, quando não cuidamos do meio ambiente e nada fazemos para deter toda essa destruição.

Não, Deus não tem nada a ver com esses desastres ambientais, e com toda essa miséria, guerras, violência.

O mundo está assim por causa da nossa ganância, do nosso egoísmo, da nossa falta de amor ao próximo.

É o ser humano quem odeia, persegue e mata!

É o ser humano quem está acabando com toda a vida deste Planeta!

Somos nós, com o nosso amor ao dinheiro, à fama e ao poder!

Com toda essa adoração a Mamom, que transforma até igrejas em mercados.

Com esse "Cristianismo" do ódio, que é oposto a tudo o que Jesus ensinou.

Com esse "Cristianismo" de fariseus, que só se preocupa com as aparências.

Com esse "Cristianismo" que se escandaliza diante de um gay ou de uma saia curta, mas que não se escandaliza diante da fome de uma criança.

Um "Cristianismo" que acha "normal" a destruição do mundo por meia dúzia de ricaços.

Que acha "normal" pastores espancarem e assediarem mulheres e crianças.

Que acha "normal" pastor que até beija a boca da própria filha, estimulando outros homens a fazerem o mesmo.

E, novamente, a culpa é de Deus. Porque esses pastores seriam "ungidos", que ninguém pode acusar, sob pena de sofrer a ira de Deus.

Como se Deus tivesse virado um mero guarda-costas de criminosos.

Quando será que o ser humano deixará de culpar a Deus por tudo de ruim?

Quando será que o ser humano assumirá a responsabilidade pelo seu egoísmo, ganância e crueldade?

Quando pararemos de transformar Deus em um psicopata, sedento da dor de tantos inocentes?

Quando tantos irmãos deixarão de distribuir essas mentiras, essas fake news, cujo pai é o diabo? 

Essas mentiras que machucam ainda mais quem já está tão machucado?

Quando aprenderemos realmente a amar a Deus, e a ver Nele um criador amoroso e cheio de misericórdia?

De que valeu, afinal, todo o sofrimento, todo o sacrifício de Jesus?

sábado, 4 de maio de 2024

Reflexões sobre os presos do 8 de Janeiro: até quando os chefões nazifascistas continuarão soltos?



Dá um misto de tristeza, revolta e espanto assistir aos interrogatórios dos bolsonaristas que participaram do 8 de Janeiro, a tentativa golpista de instaurar uma ditadura nazifascista no Brasil.

Tristeza porque essas pessoas destruíram não “apenas” o patrimônio público, mas as próprias vidas.

Espanto pelo grau de perturbação mental que demonstram: elas não conseguem entender a gravidade do que fizeram.

E preferem sacrificar o bem-estar de seus filhos e a própria liberdade, a acusar Jair Bolsonaro, o nazista-mor que as colocou nessa situação.

Revolta porque Bolsonaro, militares, empresários, políticos e pastores que articularam aquela tentativa golpista continuam soltos.

E talvez assim muitos deles permaneçam, devido às tenebrosas transações que sempre marcaram a política brasileira.

Além disso, também permanecem livres os operadores das redes de fake news que levaram essas pessoas a tal nível de fanatismo.

É difícil assistir a esses interrogatórios e não sentir pena delas.

Para vacinar-se contra esse sentimento tão humano, é preciso lembrar, a todo momento, que se elas tivessem alcançado o poder ditatorial que desejavam, estariam agora nas ruas a apedrejar gays, pretos e feministas.

Entre os bolsonaristas já sentenciados, com penas que chegam até a 17 anos de cadeia, há trabalhadores que ganhavam R$ 3 mil por mês, ou até menos.

E aí você se pergunta: como é possível que gente tão pobre, que ganha R$ 3 mil por mês para sustentar uma família numerosa, sacrifique a própria liberdade, em defesa dos barões do agronegócio e de um bandido como Bolsonaro?

Isso vai muito além do massacre ideológico nosso de cada dia. É um nível de lavagem cerebral muito mais profundo, só possível nestes tempos de redes sociais sem qualquer controle social.

Uma sectarização em massa que transforma donas de casa, idosos, estudantes, operários em criminosos violentos, capazes de vandalizar prédios públicos, tentar instaurar uma ditadura nazifascista e planejar até o enforcamento de magistrados, em praça pública.

E tudo entre sorrisos, selfies, cânticos, orações. E, por vezes, com o mesmo ar inocente que exibem nesses interrogatórios.

É uma perversão de valores: eles defendem a humilhação, segregação, prisão, tortura, extermínio de outros seres humanos, por causa de religião, gênero, política, “raça”, saia curta ou sabe-se lá mais o quê.

No entanto, acham que isso é que é o “Bem”.

Acham que agem “em nome de Deus”.

E no espelho distorcido em que se veem, acreditam-se, sinceramente, os “heróis” dessa fita.

É a transformação da maldade em “bem coletivo”, e até em ideal de vida.

É a criação de um exército de fanáticos dispostos a tudo, para a construção de um “paraíso” teocrático e sanguinário.

Coisa que nos habituamos a ver, nos últimos séculos, apenas em países do Oriente.

E da qual nos acreditávamos livres, com a evolução histórica que nos conduziu ao Estado laico e à Democracia.

Entre os bolsonaristas já apenados, há idosos, pastor, desempregados, pequenos empresários, portadores de diplomas de nível superior ou apenas do ensino fundamental.

Gente de todo tipo e condição social, cujo liame parece ser exclusivamente o fanatismo político-religioso.

E há jovens, de 20 e poucos anos, que você até pensa: “ela poderia ser a minha filha”...

Pessoas que poderiam ser nossos amigos, vizinhos, familiares. Algumas, de aparência frágil e doce.

Mas que essa seita maldita, que é o bolsonazismo, transformou em um perigo para a sociedade e para elas mesmas.

Há gente que largou os filhos pequenos (crianças, adolescentes, alguns até doentes), e se jogou de uma cidade distante até Brasília, para conquistar o “direito” de perseguir e matar os outros, em nome desse novo “bem comum”.

Nos rostos de juízes que presidiram esses interrogatórios, é possível identificar, às vezes, uma certa tristeza.

Especialmente, diante de jovens que tinham um futuro promissor, mas que acabaram destruindo as próprias vidas.

Ou diante de pais e mães de crianças pequenas. E que, além de destruírem as próprias vidas, destruíram as vidas delas também.

Não creio que haja alguma coisa que se possa fazer por essas pessoas, a não ser rezar.

A meu ver, nem terapias e nem os longos anos que passarão na cadeia, conseguirão trazê-las de volta à realidade.

Elas simplesmente não entendem a gravidade do que fizeram e intentaram.

Acreditam-se “injustiçadas”, “vítimas inocentes”, “mártires” da luta por esse Estado Teocrático, que, em suas mentes perturbadas, será semelhante ao Paraíso.

E, provavelmente, continuarão a alimentar-se, na prisão, dessa realidade paralela para a qual foram abduzidas.

Todos cujos interrogatórios assisti até agora, optaram por proteger Bolsonaro: preferiram arriscar-se a longas penas de prisão, a admitir que foram as sistemáticas mentiras dele que os fizeram convergir para Brasília, no 8 de Janeiro, na expectativa de um golpe militar.

Mentiras sobre “fraude” nas urnas eletrônicas. Mentiras sobre um comunismo imaginário, que ameaçaria a liberdade religiosa e o Brasil. Mentiras sobre a iminência de um golpe militar, que Bolsonaro sempre soube impossível, sem o apoio dos EUA.

Não sei se eles tinham realmente consciência de que as pesadas sentenças eram não apenas um risco, mas o resultado previsível da opção que fizeram.

Mas também não sei se essa consciência, na irrealidade em que vivem, faria alguma diferença.

Apesar do coração apertado, ficou-me a certeza de que eles e todos os que atentarem contra Democracia têm de ser exemplarmente punidos. E sem qualquer possibilidade de anistia.

Ficou-me também a certeza de que é preciso mostrar ao povo brasileiro toda a carga destrutiva dessa seita diabólica, que é o bolsonazismo.

E, sobretudo, de que é preciso “desligar” essa fábrica de abduções mentais.

É preciso que a Sociedade e o Estado estabeleçam o controle das redes sociais, com duras penas para os criminosos que espalham fake news; e para as Big Techs donas dessas redes, que fazem cara de paisagem diante de toda essa tragédia.

É urgente, ainda, colocar Bolsonaro e os chefões nazifascistas atrás das grades. Com ou sem farda, com ou sem mandato, com ou latifúndio, com ou sem Bíblia na mão.

Eles precisam pagar não apenas pelos crimes que intentaram contra o Brasil e todos nós.

Mas, também, pelos crimes irreparáveis que cometeram contra as pessoas que fanatizaram.

Eles precisam pagar pela captura de tantos brasileiros nessa alucinação coletiva, que tanta destruição já causou.

Nem o maior tragediógrafo imaginaria uma tragédia social como a que estamos a viver: filhos expulsos de casa pelos pais, pais que já não conseguem reconhecer os próprios filhos, milhares de famílias despedaçadas por causa dessa fanatização.

Espero que todos os chefões nazifascistas peguem décadas e décadas de cadeia, para que tão cedo não vejam a luz do sol.

E que, se inferno houver, que as suas almas queimem por toda a eternidade.

Que Deus me perdoe, mas não consigo sentir nem um pingo de misericórdia por gente que usa até mães de crianças pequenas e velhinhos doentes como bucha de canhão.


FUUUIIII!!!!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Sem anistia: todos os golpistas no xilindró!


 

É ou não é muita cara de pau?

Em 8 de Janeiro do ano passado, bolsonaristas invadiram o STF, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto.

Quebraram vidraças, móveis, obras de arte. 

E até espancaram jornalistas e policiais.

Queriam acabar com a Democracia.

Queriam uma ditadura militar.

Uma ditadura como a que tivemos durante 20 anos.

Que perseguiu, prendeu, torturou e matou milhares de pessoas.

Mas agora, os bolsonaristas querem bancar os “coitadinhos”.

Dizem até que estão sendo “perseguidos”.

Só porque estão indo pra cadeia, por causa dos crimes que cometeram.

Parece ou não parece papo de assaltante apanhado pela polícia?

Bolsonaristas tentaram até explodir uma bomba, perto do aeroporto de Brasília, na véspera do Natal de 2022.

Imagine se essa bomba não tivesse falhado.

Imagine quantas pessoas teriam morrido.

Alguém os obrigou a fazer o que fizeram?

Alguém apontou uma arma pra cabeça deles?

Não.

Eles agiram assim de livre vontade.

E sabiam, sim, que estavam cometendo crimes.

Imagine se todo mundo resolvesse explodir bomba, quebrar prédio público e tentar dar golpe, só porque lhe deu na telha.

Imagine o terror que estaríamos vivendo, se o golpe que eles queriam tivesse dado certo.

A ditadura militar foi tão perversa, que torturou até crianças.

Que torturou e matou até mulheres grávidas.

E são esses perversos que os bolsonaristas admiram.

É essa ditadura que eles queriam repetir.

Não, eles não são “santinhos”.

Não, eles não são “coitadinhos”.

E têm, sim, de pagar pelos seus crimes.

Mas não só eles: os chefes deles também.

Cadê os militares, os deputados, os pastores, que planejaram esse golpe?

Cadê o Bolsonazi, o chefão dessa quadrilha?

Esses covardes foram os maiores responsáveis pela tentativa golpista.

Depois, abandonaram os coleguinhas presos.

Pra fazer de conta que não tiveram nada a ver com aquilo.

Mas no CarnaGado da Paulista, esses covardes vieram até  pedir “anistia”, “perdão”, pros coleguinhas presos.

E sabe por quê?

Porque se houver anistia, eles, os chefes, também ficarão livres.

Prontos pra tentar um novo golpe, na primeira oportunidade.

Mas não, não vai ter anistia.

Não vai ter esse negócio de “passar uma borracha” e “esquecer o passado”, como pediu o Bolsonazi, quase derramando lágrimas de crocodilo.

Todos esses bandidos vão é pra cadeia.

Pra que nunca mais ninguém tente impor uma ditadura neste país.

Pra que nunca mais ninguém tente roubar a nossa liberdade.

A liberdade de ser o que quisermos.

De amar quem quisermos.

De ter a religião que escolhermos.

De lutar pelos nossos direitos.

De não sermos presos, torturados e mortos, pelas nossas opiniões.

A liberdade que custou o sangue de tantos irmãos brasileiros.

A liberdade que é um direito fundamental de cada um de nós.

E que será, certamente, a maior herança que todos deixaremos às futuras gerações.

Viva a Democracia!

Viva a liberdade!

Sem anistia!

Cadeia pra todos os bandidos golpistas!


FUUUUIIIII!!!!!!

domingo, 25 de fevereiro de 2024

Senadora Damares Alves, sobrinha do Josué Bengtson, ofende o povo do Pará, mais uma vez. Segundo ela, crianças do Marajó sofrem “abusos”, mas quem denuncia é “silenciado”.



A senadora Damares Alves, do partido Republicanos, voltou a ofender a população do Marajó e de todo o estado do Pará.

Em suas redes sociais, ela disse que as crianças do Marajó sofrem “abusos”.

E que quem tenta denunciar é “silenciado”.

Disse que é preciso que o Brasil “acorde”.

Para que, segundo ela, as pessoas sejam forçadas a agir, diante do “choro silencioso” das nossas crianças.

Quer dizer: pelo que afirma essa senadora, as nossas crianças são maltratadas, agredidas, ou até violentadas, aos montes.

Mas nós, os paraenses, não estamos nem aí.

ONGs do Marajó já desmentiram essa criatura perturbada.

E ela até já responde a um processo, pelos absurdos que inventa sobre o Marajó.

E eu fico pensando: como é que pode uma senadora, uma “pastora”, mentir desse jeito?

Se o diabo é o pai da mentira, o que é que é essa mulher?

Na verdade, tudo isso não passa de politicagem canalha e covarde.

O que a Damares quer é usar as crianças do Marajó, pra conseguir votos pra patota dela.

Essa patota de bolsonaristas doidos de pedra, que até rezam pra ET.

Ela não está nem aí pra criança, pra Marajó, nem pra nada.

Ela cria esses escândalos só pra enganar os crentes, pra que eles votem nos candidatos dela.

Pode reparar: toda eleição ela vem com esse papo furado.

Aí, depois que acaba a eleição, ela pega o beco.

Foi assim na eleição de 2022.

Ela espalhou, uma mentira, uma fake news, sobre abusos sexuais horríveis, que estariam ocorrendo contra as nossas crianças.

Ela disse que bandidos sequestravam criancinhas do Marajó, arrancavam os dentes delas e só as alimentavam com comida pastosa, pra facilitar o sexo com os pedófilos.

Aí, a imprensa perguntou pra ela: “Cadê as denúncias desse negócio?”, “Cadê os documentos?”, “Cadê as provas?”

E aí, a tal da Damares, no maior perobal, disse mais ou menos assim: “Ah, isso são histórias que ouvi nas ruas!”

Nas ruas?

As pessoas estão até comentando isso nas ruas, e ninguém nunca ouviu falar?

Nem jornalistas, nem religiosos, nem policiais, nem mesmo as famílias e os vizinhos dessas crianças?

Ou será que todos nós, paraenses, sabíamos dessa aberração, e nunca fizemos nada?

Será que era isso que essa criatura queria que o resto do Brasil pensasse de nós?

Por causa dessa mentira, a Damares está sendo processada pelo Ministério Público.

E eu acho é pouco, que é pra ela aprender a respeitar o povo do Pará.

Aqui não é tudo tarado, não, senadora!

Aqui ninguém vive olhando fantasia sexual de pedófilo, na deep web!

Aqui tem cidadãos, famílias, que jamais permitiriam as monstruosidades que a senhora diz que ocorrem no Pará!

Depois dessa nova mentira da Damares, a patota bolsonarista dela espalhou na internet mais um monte de mentiras.

Tudo pra mostrar o Marajó como um “paraíso” pros abusadores de crianças.

E foi uma mentirada tão absurda, que o Governo mandou até abrir uma investigação, pra identificar os criminosos que espalharam esses horrores.

E sabe o que é que mais me revolta?

É que essa tal de Damares é sobrinha do empresário-político-pastor Josué Bengtson, que chegou aqui com uma mão na frente, e outra atrás.

Ninguém me disse: eu vi!

O Josué dirigia um carrinho caindo aos pedaços. Se não me engano, um fusca.

E a mulher e os filhos dele andavam até com a roupa tudo remendada.

Todos os domingos, eles almoçavam lá em casa, porque a mamãe tinha uma pena danada deles.

Mas hoje o Josué tá rico, milionário, graças à generosidade do povo do Pará.

O mesmo povo que a sobrinha querida dele não se cansa de ofender.

Pra ver como é que são as coisas, né?

A gente aqui recebe todo mundo de braços abertos.

Porque somos um povo bom, de coração enorme.

Mas algumas dessas pessoas são incapazes de um mínimo de gratidão.

Pelo contrário: elas têm é preconceito contra a gente.

Pensam que achamos “natural” que abusem das nossas crianças.

Mentem, e mentem, e mentem, pra que o Brasil nos veja como um bando de monstros.

E olhe que, mesmo assim, ainda têm a cara de pau de se dizerem “religiosos”.

FUUUIIII!!!!


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Aqui, matéria do UOL sobre as novas mentiras da Damares: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2024/02/22/ongs-do-marajo-questionam-tuite-de-damares-que-associa-regiao-a-pedofilia.htm

E aqui, também na revista Forum: https://revistaforum.com.br/brasil/2024/2/22/damares-usa-cantora-gospel-fake-news-para-abrir-caminho-de-misses-de-evangelizao-no-marajo-154496.html

No G1, a investigação que o Governo mandou abrir sobre o caso: https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/02/24/agu-vai-investigar-se-redes-de-desinformacao-atuaram-para-espalhar-fake-news-sobre-criancas-na-ilha-do-marajo.ghtml

Aqui, postagem da Perereca sobre as mentiras da Damares, acerca de terríveis abusos sexuais contra criancinhas do Marajó. Mentiras que ela espalhou às vésperas do segundo turno das eleições de 2022: https://pererecadavizinha.blogspot.com/2022/10/alo-alo-marajo-alo-alo-mpf-damares.html

E aqui, postagem mostrando que ela nunca denunciou esses supostos crimes ao Ministério Público: https://pererecadavizinha.blogspot.com/2022/10/damares-usa-as-nossas-criancas-e-ofende.html

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Bolsonaro, a nau dos desesperados e a grande batalha de comunicação que se avizinha.



 Assim como na natureza, também na política um animal acuado lutará ferozmente.

“Pelos eriçados”, para parecer maior do que é, partirá para o ataque, a fim de assustar os adversários e obter uma rota de fuga.

Mais do que as eleições municipais, o foco imediato de Bolsonaro é o próprio pescoço.

Porque, obviamente, ele já sabe que o seu encarceramento se aproxima.

O mesmo vale para os “pastores” e outras lideranças nazifascistas, que sabem muito bem o que fizeram no Janeiro passado.

Afinal, se a PF e o STF já começam a encurralar até militares de altas patentes, tidos como “intocáveis”, é certo que a hora desses “pastores” e demais lideranças também chegará.

O comício da Paulista é uma jogada perigosa, mas a única que restou a essas pessoas.

Elas precisam demonstrar força.

Precisam invocar o fantasma de uma “agitação popular”.

Para assustar a turma do “deixa-disso”: o centro político, facilmente “assustável” e contemporizador.

Assim, poderão obter uma anistia, ou saída política semelhante, enquanto aguardam novos ventos, oriundos do exterior.

É claro que, como estamos em ano eleitoral, o comício também servirá para animar as fileiras bolsonaristas.

E, ainda, para lhes fornecer argumentos, para a defesa de seus candidatos.

Mas o objetivo principal é mesmo este: fugir das prisões iminentes e se abrigar da chuva, enquanto aguardam o possível retorno de Trump.

Essa postura malandra, dos “espertos” que acreditam que ninguém lhes vê o jogo, dará o tom discursivo desse comício político-religioso.

Teremos, provavelmente, discursos marcados pela falácia do apelo à piedade.

E por graves distorções sobre o que são a Democracia e o Cristianismo, com ênfase nas liberdades religiosa e de “opinião”.

Será, sobretudo, uma grande batalha de comunicação.

E nós não podemos cometer a bobagem de tentar vencê-la com longas teses e linguagem acadêmica.

Temos de ser ágeis: podemos até já ir preparando respostas para o choro fingido da Michele e do Bolsonaro, devido à “perseguição” que jurarão sofrer.

Podemos já ir preparando respostas para os raciocínios tortuosos que cometerão, a fim de confundir crime com liberdade de expressão.

Mas se não usarmos uma linguagem simples, muitas imagens e até uma boa dose de humor, acabaremos derrotados.

E o discurso dessas pessoas se espalhará entre a população, adquirindo ares de “verdade”.

Precisamos ter clareza que os bolsonazistas submeterão o povo à uma torrente de emoções, alavancada pela religiosidade (um grande culto).

Querem obter uma identificação solidária, em relação ao suposto “sofrimento” deles.

Querem se transformar nos “mocinhos” desse filme, o que colocaria ao STF, e a todos nós, no papel de “vilões”.

É o uso do raciocínio maniqueísta, predominante na sociedade, para obter uma blindagem via emocional.

E até para criar uma barreira de comunicação, difícil de transpor, entre nós e o povo.  

É o tipo de manipulação mental que não se consegue combater com longos e complicados discursos, ou com grandes doses de racionalidade.

Precisamos usar a emoção, talvez até contrastando a situação dos liderados que já estão presos, com a dos líderes que tentam escapar.

Precisamos usar o humor, com o seu poder corrosivo e de fixação na memória.

Mas o humor que não é ofensivo às crenças, à moralidade e à inteligência do distinto público.

Do contrário, só conseguiremos é piorar as coisas, frente a esse lacrimoso coitadismo.

Lembrem-se: eles TENTAM, QUEREM enganar o povo.

Mas o povo é muito mais sábio, inteligente, esperto do que isso.

As chamadas das massas à razão, para que percebam as reais motivações desse comício, precisam ser realizadas em linguagem popular, com textos curtos e fartura de imagens.

Textos com orações diretas, frases curtas e sem intercalações.

E, também, dosando a agressividade, para evitar leituras distorcidas e o aproveitamento político pelo lado de lá.

Afinal, tudo o que não queremos é contribuir para a vitimização que pretendem.

Quem puder, produza vídeos ou até podcasts “novelescos”: é hora de exercitar a nossa capacidade de contar histórias.

Mas tudo com duração de segundos, ou de 1 ou 2 minutos, já extrapolando.

E, repetindo: com orações diretas, frases curtas e sem intercalações.

_“Ah, mas eu me lembrei de um detalhe importante!”

Então, acabe o que estava dizendo e, depois, fale sobre aquele detalhe.

O que não pode é quebrar o raciocínio do ouvinte/espectador.

Não tenham medo de repetir palavras, para melhorar a compreensão do que vocês estão dizendo.

Principalmente em áudios e vídeos, que são danados para levar à perda do fio da meada. E, em consequência, do interesse pelo que está sendo dito. 

Também não tenham medo de usar pronomes com verbos flexionados: ele disse, eles juraram.

E esqueçam esse negócio de longos parágrafos, dada a necessidade de sentido completo.

Cortem os parágrafos a cada três ou quatro frases.

Isso tornará a leitura mais leve.

Além de realçar questões importantes, que se perderiam num amontoado de linhas.

Abusem do ponto: “Ela sempre acordava assustada. Porque sentia uma presença em seu quarto”.

Lembrem-se: não é uma disputa pela Academia Brasileira de Letras.

É comunicação popular.

O importante é que as pessoas entendam a mensagem, para que consigam até reproduzi-la.

Não esqueçam de dar títulos chamativos, escandalosos, aos seus vídeos e áudios.

E, também, às suas fotos e textos curtos.

E marquem aí, nas suas agendas: todos nas redes sociais, no final de semana.

........

II

Esse comício político-religioso trará o resultado que eles esperam?

Creio que tudo dependerá da nossa ação, nas redes sociais, e do noticiário da grande imprensa.

Temos de considerar que eles jogarão em condições extremamente favoráveis: governador e prefeito que precisam do apoio eleitoral do bolsonazismo; mobilização das igrejas; dinheiro para bancar a participação de pessoas etc.

Se, apesar de tudo isso, esse comício for um fiasco, poderemos comemorar a redução do “fervor” bolsonarista, ainda que decorrente dos rigores da Lei.

Mas se nos depararmos com uma multidão na Paulista, convém não se assustar.

Em primeiro lugar, porque condições tão favoráveis contaminarão tais números, tornando-os imprestáveis para mensurar o real tamanho desse movimento.

Em segundo, porque temos, sim, condições de combater a propagação desse discurso entre as massas, isolando-o em sua bolha.

No entanto, prestem atenção no seguinte: as lideranças desse movimento não são burras.

O que temos diante de nós é um movimento mundial, que conseguiu chegar ao poder em duas das maiores democracias do mundo: Estados Unidos e Brasil.

E que avança até mesmo na Europa, que foi devastada, há poucas décadas, na guerra contra o nazifascismo.

Os militares e as lideranças bolsonaristas sabem que há grande chance da volta do Trump ao poder.  

E se esses sujeitos conseguirem voltar, lá e aqui, será muito mais difícil derrotá-los, porque eles já sabem os erros que cometeram e não os repetirão.

Por isso, precisamos correr contra o tempo, para expor e encarcerar essas lideranças nazifascistas.

Mas, sobretudo, esvaziar a massa que ainda lideram.

Não sei se todos os abrigos, trincheiras, barricadas, conseguirão nos proteger de um provável vendaval, a partir do ano que vem.

Mas sei que se não tivermos a prisão desses caras e um grande esvaziamento dessas massas, aí sim é que não teremos chance nenhuma.

.........

III

Peço desculpas por estar tão afastada do blog e das redes sociais, só aparecendo quando extremamente necessário.

Desde o ano passado, venho cursando duas graduações simultâneas: Teologia e Jornalismo.

E neste ano, aliás, até troquei o Jornalismo pela Filosofia, que me ajudará nos estudos teológicos.

Penso que o fenômeno religioso e a Comunicação serão os territórios das principais batalhas contra essas hordas, durante as próximas três ou quatro décadas.

Além disso, percebi, há tempos, inquietantes sinais da possibilidade de retorno dessas hordas, nos EUA.

Assim, já no início do ano passado, comecei a me preparar para as batalhas de 2025 e 2026.

E, também, para as batalhas a longo prazo.

E como trabalho e, também, faço cursos de extensão, quase não tenho tempo nem de me coçar.

Preocupa-me, sobretudo, o fanatismo religioso.

Porque precisaremos lutar no território desses pastores nazifascistas; disputar palmo a palmo com eles, para furar essa bolha de ódio, terror, fanatismo e manipulação.

Para mim, e penso que para muitos de vocês, trata-se, também, de defender a nossa fé em Cristo.

Essa aliança entre neonazistas, obscurantistas e fanáticos religiosos é a maior ameaça já enfrentada pela Civilização.

E, também, a maior ameaça já enfrentada pelo Cristianismo.

É a tentativa de extirpar o cerne do Cristianismo, que é o amor de Cristo.

Para incorporar essa Fé à máquina de extermínio neonazista, contra todos aqueles que eles consideram “inferiores”: gays, feministas, pretos e pobres.

Assim, quem puder, enverede também pelo estudo da Teologia e da Comunicação.

Ao longo desta semana não poderei estar aqui: tenho um trabalho a fazer, no jornal.

Mas, no final de semana, contem comigo.


FUUUIIIIII!!!!!

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Uma guerra longe do fim



Do ponto de vista estratégico, o maior problema da eleição de Milei, à Presidência da Argentina, é a possível construção de um palanque privilegiado para o nazifascismo internacional.

E isso às vésperas das eleições norte-americanas, com um Biden e os democratas bastante fragilizados, e a possibilidade da eleição de Trump.

Óbvio que esse palanque também terá repercussões no Brasil.

E não apenas por injetar ânimo nas fileiras bolsonazistas.

Mas, também, porque dele partirão todo tipo de fake news, provocações, teorias conspiratórias e terrorismo verbal apocalíptico.

Os governos do Brasil e dos EUA terão de encontrar maneiras, pelas vias diplomáticas e econômicas, de reduzir o alcance desse palanque.

E nós também, democratas brasileiros, argentinos e norte-americanos, em nossas redes sociais.

Confrontação não resolve, porque esses nazifascistas se alimentam justamente disso.

Mas ignorá-los também não é alternativa, já que as teorias conspiratórias e outras fakes mirabolantes têm grande adesão entre as massas, como temos visto.

Além disso, nas massas ressoa fortemente a crença de que “quem cala, consente”.

Já sabemos que Milei é um sujeito muito perturbado, que até acredita, ou diz acreditar, receber orientações do fantasma de um cachorro...

Mas ainda desconhecemos a gradação real, concreta, da sua perturbação mental.

Ou, como perguntaria uma finada amiga: ele rasga dinheiro e come cocô?

Se não (o que é mais provável), haverá margem de manobra, pelas vias diplomáticas e econômicas.

Mas que terá de ser utilizada com extremo cuidado, para evitar eventuais armações.

Até porque a mentira e o escândalo são as matérias-primas de lideranças como ele.

Vale lembrar que perturbação e burrice são coisas distintas.

Todas essas pessoas, líderes e seguidores fanáticos, são muito perturbadas, mas de burras não têm nada.

Tanto assim, que conseguiram chegar ao poder em duas das maiores democracias do mundo, impondo a nós, os “inteligentes”, improváveis derrotas.

Então, não podemos cometer aquele que é, talvez, o maior erro de uma guerra: menosprezar o inimigo, crentes de que muitas das palhaçadas desses líderes não são metódicas.

Precisamos combatê-los, mas sem nos tornarmos incompreensíveis e sem saturar as redes com a presença dos Três Patetas do Apocalipse: os bozos brasileiro, argentino e americano...

Uma espécie de sapateado de catita entre os algoritmos e a dificuldade das massas em compreender as nossas críticas a tais criaturas, caso não estejam nominadas.

Infelizmente, essa é uma guerra bem distante de acabar.

E para nós não existe alternativa: é vencer ou vencer.

Estamos diante da reunião de forças mais destrutiva da História: neonazistas, obscurantistas anticiência e fundamentalistas religiosos.

Milhões de pessoas que entram em êxtase, ao clamarem pela destruição do mundo e pelo sofrimento eterno da maioria dos seres humanos.

É assustador vê-las gritando e chorando de prazer, só de imaginarem tanta dor para os outros.

É gente que vê demônios em todo canto, mas não percebe os demônios que carrega no próprio peito.

Se essas pessoas pudessem, apedrejariam gays e feministas pelas ruas, apenas pelo prazer de humilhar, ferir e matar.

Não há nelas nenhum propósito construtivo: há apenas ânsia de destruição de tudo o que é diferente ou contrário às suas crenças. Ou seja, de tudo o que é livre.

Não há nelas nem resquício do amor de Cristo ou desejo de “salvar pecadores”: há apenas ódio, inveja e a ânsia de reduzir o mundo inteiro à amargura de suas vidas.

É o prazer sexual que está no centro desse fenômeno.

Esses homens e mulheres foram tão reprimidos, que tiveram de desviar o prazer sexual para essa projeção mental de dor e sofrimento alheio – sintomaticamente, pelo fogo.

Os templos dessas seitas fundamentalistas, capturadas pelo neonazismo, tornaram-se centros de taras coletivas, orgias mentais.

São locais não apenas para apostar em uma espécie de “loteria santa”, mas, sobretudo, para aliviar a energia sexual represada.

E quando pensamos nas tecnologias de comunicação que essas seitas estão a manejar, aí é que nos damos conta do perigo que representam.

Porque a questão não é de nível educacional ou de situação econômica, o que seria bem menos difícil de resolver.

O xis do problema está nas profundezas mentais do macaco humano; na sua bipartição entre os instintos animais e as amarras culturais, que o tornou o que é.

É isso que essas seitas vêm manipulando.

E é este um dos motivos pelos quais perseguem os cultos afrobrasileiros, enquanto incorporam seus ritos: para se tornarem os únicos locais onde essas pessoas possam extravasar o desejo sexual, com seus gritos, choros, danças, magias e “incorporações”. 

Como combateremos isso não sei.

Mas às vezes penso que, mais do que política, o que este nosso “admirável mundo novo” precisa é de um grande divã psicanalítico.

Que o digam os três patetas e os seus fanáticos seguidores.

FUUUIIIII!!!!!!

quinta-feira, 18 de maio de 2023

Só cassar Dallagnol é pouco. Queremos é Justiça por nossos mortos e por tudo o que sofremos. Lava Jato nunca mais.



 

A Lava Jato foi uma operação montada por um bando de Judas, para entregar o nosso petróleo a bilionários estrangeiros e acabar com a nossa indústria da Construção Civil, que competia pau a pau com as maiores do mundo.

Os Judas da Lava Jato destruíram milhões de empregos e jogaram o Brasil numa profunda crise, econômica, política e social.

Mas essa operação não nos custou “apenas” milhões de empregos, os lucros do nosso petróleo, o futuro dos nossos filhos.

Ela também foi uma das grandes responsáveis pelas mortes de milhões de brasileiros, que morreram de fome, de covid, ou que foram assassinados por serem pobres, pretos, gays, mulheres ou indígenas.

Sim, porque sem a Lava Jato, não teríamos o golpe de 2016 e a conquista do poder pelo nazismo, em 2018, com a eleição do Bolsonazi e a quadrilha dele.

Imagine como o Brasil estaria hoje, se pudéssemos apagar a Lava Jato da nossa história.

Imagine quanto dinheiro teríamos investido, de 2016 para cá, em Educação, Saúde, Segurança, Habitação, Ciência, Tecnologia, se os lucros do nosso petróleo tivessem continuado em nossas mãos.

Imagine quantos milhões de empregos teriam sido criados pela nossa Construção Civil.

Quantas milhares de pequenas e médias empresas ainda estariam funcionando, em vez de terem fechado as portas, como aconteceu nos últimos anos.

Quantas famílias já teriam a sua casa própria.

Quantos dos nossos jovens estariam trabalhando com carteira assinada, e não quase como escravos, se vários direitos trabalhistas não lhes tivessem sido roubados.

Imagine quantos familiares e amigos, que morreram na pandemia, ainda estariam conosco.

Imagine como seríamos hoje um país muito mais próspero, justo e feliz, se todo o desenvolvimento que havíamos alcançado, não tivesse sido jogado na lata de lixo.

Foi preciso muita luta, para que o Supremo Tribunal Federal (STF) anulasse as injustas condenações que o Lula sofreu.

Foram anos e anos de perseguições e prisões ilegais, até que a Justiça começasse a reconhecer alguns dos crimes cometidos por aquela operação.

E isso só ocorreu porque um veículo de comunicação, o Intercept, publicou as mensagens de texto que os procuradores da Lava Jato trocavam entre eles.

As mensagens mostraram que os procuradores e o então juiz Sérgio Moro combinavam as acusações e condenações que cometeriam, contra políticos e empresários.

Como se um juiz e um promotor não fossem com a sua cara e decidissem combinar a sua condenação.

Anteontem (16/05), com base na Lei da Ficha Limpa e em decisão unânime, o Superior Tribunal Eleitoral (TSE) cassou o mandato de Deltan Dallagnol, ex-coordenador da Lava-Jato, que se elegeu deputado federal, no ano passado.

O ex-juiz Sérgio Moro também pode acabar cassado, sob a acusação de ter usado caixa 2, para se eleger senador.

No entanto, a simples perda de mandato é muito pouco, diante do que Moro, Dallagnol e seus parças fizeram contra o Brasil.

Eles têm é de ser processados por toda a destruição que causaram com aquela operação, que foi a maior vergonha do Judiciário brasileiro, em todos os tempos.

Não se trata de vingança: é Justiça.

Justiça por nossos mortos.

Justiça por tudo o que sofremos e perdemos.

E uma poderosa vacina para que nunca mais se repita algo assim neste país.

FUUUIII!!!!

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Aprovação já do Projeto de Lei que combate as fake news




As redes sociais são terra sem lei.

Grupos neonazistas combinam massacres nas nossas escolas.

Gente maligna incita nossos jovens até a se matarem.

Racistas e homofóbicos espalham preconceitos, que, muitas vezes, levam à morte de pessoas.

As mentiras e a maldade correm soltas na internet.

Mesmo assim, empresas bilionárias, que são donas das redes sociais, pouco fazem contra postagens mentirosas e cheias de ódio.

O Projeto de Lei 2.630, mais conhecido como PL das Fake News, veio para acabar com esse clima de faroeste.

Ele pune a omissão dos donos das redes sociais.

E facilita a identificação de quem usa a internet para cometer crimes.

O projeto está em análise no Congresso Nacional.

Mas bolsonaristas e os donos das redes tentam impedir que ele seja aprovado.

Lute pela aprovação do PL das Fake News.

Ajude a pressionar nossos deputados e senadores.

Pela segurança dos nossos filhos.

Por um Brasil mais tolerante e de paz.


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Veja o que dizem Eduardo Moreira, Leandro Demori, Sâmia Bomfim, Jessé Souza e Cristina Serra sobre a urgência da aprovação do PL das Fake News: https://www.youtube.com/watch?v=G-MXSsjF0lA&t=3565

E aqui, Carlito Neto, do canal O Historiador, rebate as informações falsas sobre esse projeto. Na postagem, há até o link com a íntegra do PL 2.630, para que você possa lê-lo e formar a sua opinião: https://www.youtube.com/watch?v=pexYNXZcBfE

Veja o que diz a Central Única dos Trabalhadores (CUT): https://www.cut.org.br/noticias/celebrado-pl-da-fake-news-e-um-avanco-para-a-democracia-da-comunicacao-e-do-pais-7d05

E aqui, notícia do Brasil de Fato sobre a tramitação do projeto, no Congresso Nacional: https://www.brasildefato.com.br/2023/05/02/votacao-do-pl-das-fake-news-e-adiada-processo-entrou-em-outra-fase-diz-relator

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Ou a gente se mobiliza contra os juros altos, ou vamos ficar sem comida e sem empregos. Chega da farra dos banqueiros! Investigação já da dívida do Governo! Fora, presidente do Banco Central!

 



Os banqueiros e ricaços brasileiros estão em pé de guerra contra o Lula.

E sabe por quê?

Porque eles não fazem nada, não produzem nem mesmo um prego, mas querem continuar ganhando rios de dinheiro, à custa do SEU SUOR.

É DO SEU BOLSO que sai a montanha de dinheiro que esses ricaços e banqueiros estão ganhando.

É o dinheiro dos impostos que VOCÊ PAGA, que sustenta esse bando de marajás.

É uma maracutaia impressionante, que esses sujeitos não querem que você saiba.

Mas que eu vou lhe contar tim-tim por tim-tim.


Governo também pega empréstimo


Sabe quando você precisa de um empréstimo, pra comprar alguma coisa ou melhorar a sua casa? 

Pois é: o governo também pega empréstimos, quando precisa investir, por exemplo, na construção de estradas, escolas e hospitais.

Essas obras, geralmente, custam bilhões de reais.

E só quem tem tanto dinheiro pra emprestar são os banqueiros e ricaços.

Pra que eles emprestem toda essa grana, o Governo oferece pra eles “títulos da dívida pública”.

Calma, que não é difícil de entender.

Sabe os cheques pré-datados, que você entrega quando compra alguma coisa?

A casa ou o carro que você dá como garantia de um empréstimo bancário?

Ou a prestação do empréstimo consignado, que é descontada da sua aposentadoria, pensão ou bolsa família?

Pois então: esses “títulos” são a garantia de que o governo vai pagar esses empréstimos.

Assim, o Governo vai pagando JUROS e parcelas (prestações), até conseguir pagar tudo o que deve e pegar esses “títulos” de volta.


Fome de dinheiro e maracutaias


Só que esses banqueiros e ricaços têm tanta fome de dinheiro, que mais parece doença.

E aí, eles fazem um monte de jogadas, especulações, maracutaias, pra que os juros cresçam e fiquem bem lá no alto.

Eles espalham boatos, na imprensa, de que o Brasil vai mal e não conseguirá pagar as suas contas.

Dizem que ninguém investirá no Brasil, porque tá muito arriscado, e que o país pode até quebrar.

Mas é tudo armação pra eles ganharem muito mais dinheiro com os empréstimos pro Governo, já que os boatos servem de desculpa pros juros subirem.

É como se um agiota lhe dissesse que uma vidente previu que você ficará desempregado, daqui a um ano, e que, por isso, ele precisa aumentar os juros do seu empréstimo. 


3.700 Megas da Virada, de juros e prestações, só em 2021


Só em 2021, o Governo pagou, pra esses banqueiros e ricaços, quase 2 trilhões de reais, de juros e prestações da dívida.

Isto mesmo: QUASE 2 TRILHÕES DE REAIS!

São quase 3.700 (3 mil e 700) Megas da Virada, do ano passado, o maior prêmio de todos os tempos.

Mas sabe o que é ainda pior?

Esses quase 2 trilhões de reais são mais da metade de tudo o que o Governo gastou, em 2021.

É isto mesmo que você entendeu: o Governo arranca da gente um monte de impostos, e mais da metade vai pra esses banqueiros e ricaços.

E apenas o que sobra é que o Governo gasta com obras e serviços pra todos nós: saúde, educação, segurança, bolsa família, merenda escolar, e por aí vai.

Então, imagine o quanto esses sujeitos, que são uma meia dúzia de pessoas, ficaram ainda mais ricos, com as 3.700 Megas da Virada que meteram no bolso, só em 2021.

Enquanto que nós, mais de 200 milhões de brasileiros, que somos os verdadeiros donos desse dinheiro, já não sabemos mais o que fazer, o que cortar, pra não faltar comida pros nossos filhos.


Dívida pode esconder grande patifaria.


A nossa exploração por esses sujeitos já tem anos e anos, décadas. 

São trilhões de reais indo pros bolsos deles, todos os anos, e mesmo assim a dívida do Governo só faz é aumentar. 

No ano passado, por exemplo, o que estava previsto, no orçamento do Governo, é que ele pagasse quase 2,5 trilhões de reais de juros e prestações da dívida, ou mais da metade de tudo o que deveria gastar.

Por isso, tem muita gente defendendo uma investigação dessa dívida.

Sabe quando você fica um tempo sem pagar a dívida com um banco, e aí ele lhe apresenta um mundaréu de juros, que quase que lhe dão um infarto?

Mas aí, quando chega na Justiça, o banco acaba cortando quase todos aqueles juros, porque eram, na verdade, uma grande patifaria.

É mais ou menos isso: há fortes suspeitas de uma grande patifaria, desses banqueiros e ricaços, nos juros dessa dívida do Governo.


Bolsonarista mantém Brasil com a maior taxa de juros do mundo!


E agora, pra piorar a situação, o Bolsonaro deixou, na presidência do Banco Central, um bolsonarista que é amiguinho desses sujeitos.

E como tem mandato de quatro anos, esse bolsonarista insiste em continuar no Banco Central.

E sabe por quê?

Porque é o Copom, um comitê do Banco Central, quem determina a taxa básica de juros do Brasil.

Essa taxa é chamada “Selic”.

Quando ela sobe, sobem os juros dos empréstimos, investimentos, cartão de crédito.

E quando ela cai, todos esses juros caem.

Hoje a Selic está em quase 14 por cento por ano, muito acima da inflação.

E o Brasil virou o país com a maior taxa de juros reais do mundo!

É sério: não tem país, no mundo inteiro, onde os banqueiros ganhem tanto dinheiro, como eles ganham no Brasil.

E tudo à custa dos pobres e da classe média.


Juros altos aumentam desemprego e inflação


Você pode até achar que esses juros altíssimos não afetam a sua vida, mas isso não é verdade.

Com juros tão altos, a maioria das empresas têm dificuldade pra conseguir empréstimos.

E sem esses empréstimos, elas não crescem, ou até fecham, o que aumenta o desemprego.

Já as empresas que conseguem empréstimos, repassam os juros altos pro consumidor.

Com isso, sobem os preços da comida, das roupas e de tudo. 

E, é claro, sobe também a inflação, deixando a gente num sufoco cada vez maior.

Mesmo assim, esse bolsonarista, que continua presidente do Banco Central, não quer baixar os juros de jeito nenhum.

A desculpa dele é que vai manter os juros altíssimos, pra controlar a inflação.

Mas isso é papo-furado: nos últimos dois anos, a inflação disparou, apesar de os juros não pararem de subir.


Investigação já da dívida do Governo!


Por isso, a gente precisa é se mobilizar, pra que esse bolsonarista saia do Banco Central e os juros caiam.

O Brasil precisa voltar a crescer, a gerar empregos. 

Precisa baixar a inflação, pra que a gente tenha comida na mesa e dinheiro no bolso.

Chega de sustentar esses sujeitos, que vivem que nem marajás, à custa do nosso suor.

Investigação já da dívida do Governo!

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Quer saber mais sobre a dívida do Governo?

Leia aqui: https://drive.google.com/file/d/1FbS2SfkXdAv65W0QF2BEqitrjVaQSgzt/view?usp=sharing

E aqui: https://auditoriacidada.org.br/

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Observação: qualquer pessoa pode investir em títulos da dívida. Mas você sabe quem é que realmente tem dinheiro pra isso, né? Só pra você ter ideia: em outubro de 2021, segundo o site da Auditoria Cidadã, pelo menos 43% da dívida do Governo estavam nas mãos de grandes bancos, nacionais e estrangeiros, e outros 19% nas mãos de “fundos de investimento”, que também pertencem aos bancos. Total: 62%

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Você sabia que a política de juros altos do Banco Central vai lhe deixar sem emprego, e com mais dificuldade pra comprar comida? Sabia que o Banco Central ainda é comandado por pessoas ligadas a Bolsonaro? Sabia que os juros altos protegem os ricaços e destroem o Brasil?




Você sabia que quem determina a taxa básica de juros do Brasil é o Copom, um comitê do Banco Central?

Sabia que essa taxa influencia até no preço da comida que você coloca na sua mesa?

Essa taxa é chamada de “Selic”. 

É ela quem orienta o sobe e desce dos juros dos empréstimos bancários, cartão de crédito e investimentos. 

Quando ela sobe, todos esses juros sobem. Quando ela cai, eles caem.

O Banco Central diz que mantém a Selic altíssima (14 por cento ao ano), para frear a inflação. 

Mas isso é papo-furado: nos últimos dois anos, a inflação disparou, mesmo com a Selic nas alturas.

Na verdade, o Banco Central está é protegendo os interesses dos banqueiros. 

E dos ricaços que vivem de renda, já que os investimentos deles rendem rios de dinheiro, com os juros mais altos.

Já para nós, os pobres e a classe média, essa Selic altíssima significa menos empregos e muito mais aperto no final do mês.

E sabe por quê?

Porque, com juros tão altos, a maioria das empresas têm dificuldade de pegar empréstimos, para aumentar seus negócios, ou até para fechar as suas contas, em um momento de aflição.

Com isso, elas não crescem, produzem menos ou até quebram, o que aumenta o desemprego.

Já as empresas que conseguem pegar empréstimos, repassam a despesa desses juros altos para o consumidor, o que aumenta mais ainda o preço dos alimentos, roupas etc...

Ou seja, a inflação cresce. 

E o seu suado dinheirinho vai ficando cada vez mais curto.

O Banco Central ainda é comandado por pessoas ligadas a Bolsonaro.

Como possuem mandatos, elas insistem em permanecer lá, em vez de entregarem seus cargos.

Ao contrário de Lula, nenhuma dessas pessoas foi eleita pelo povo brasileiro.

Mesmo assim, elas se acham no direito de manter essa política de juros altíssimos, que protege os ricaços e destrói o Brasil.


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Quer saber mais?

Leia aqui: https://auditoriacidada.org.br/conteudo/juro-alto-e-fome-desemprego-e-inflacao/#:~:text=Os%20juros%20altos%20impedem%20acesso,a%20d%C3%ADvida%20p%C3%BAblica%20do%20pa%C3%ADs.

E aqui: https://www.cut.org.br/noticias/brasil-rumo-ao-precipicio-alta-dos-precos-juros-altos-inflacao-e-desemprego-7764