Estas, para mim, são as maiores preocupações destas eleições: as fake news, a ação das Big Techs e as nossas Forças Armadas entreguistas, além da nossa grande imprensa igualmente entreguista, em uma ação coordenada pelos EUA.
Já esse negócio de invasão do Brasil é terrorismo dos EUA e do bolsonarismo, para tentar ganhar votos através do medo de bombardeios.
E a gente precisa combater esse terrorismo, porque, como já disse aqui, o medo é um elemento decisivo em toda ação e reação animal (https://pererecadavizinha.blogspot.com/2026/08/nao-se-deixe-levar-pelo-terrorismo-do.html).
Penso que é nessa guerra da informação que se inserem as novas ameaças contra o Alexandre de Moraes.
É um clássico da guerra: você "neutraliza" quem vai à frente, para afugentar os demais.
No caso, os demais ministros do STF e os ministros do TSE.
A gente já está com um problemão nesses dois tribunais.
Um sob o comando de um Fachin, que não tem a inteligência e a firmeza necessárias para um momento como este; outro, sob o comando de dois bolsonaristas, que, a cada decisão, deixam mais claro que o negócio deles é colaborar, mesmo, com o Flávio Rachadinha.
Agora, imaginem se os EUA conseguirem atemorizar o Alexandre de Moraes.
Ou, ao menos, "castigá-lo" tanto, que os demais comecem a temer pela própria "sobrevivência financeira", digamos assim.
Mas também penso que há uma luz em tudo isso.
Mesmo com todo o poderio das Big Techs e com as redes de fake news que não conseguimos desarticular, esses caras ainda precisam avançar contra o STF e o TSE, e até de terrorismo sobre "invasões", para tentar ganhar.
Sinal de que a gente está eleitoralmente bem na frente e que as nossas "trincheiras", nas redes sociais, estão conseguindo contê-los.
Ou seja: a própria movimentação desses caras é sinal de que a tendência é que a gente vença essa batalha de Davi contra Golias.
Agora, a partir dessa inferência, a gente não pode, de forma alguma, cair no erro do "já ganhou".
Temos é de intensificar, cada vez mais, a nossa presença nas redes, mas não só: também nas ruas, nos sindicatos, nas associações de moradores, junto a motoboys, a taxistas, a vizinhos, no mercadinho da esquina, na fruteira, no restaurante, no bar, nos grandes portais de notícias, onde bolsonaristas e robôs comentam as principais notícias, para atacar o governo.
Nós somos em maior número, temos mais experiência nessas batalhas políticas e não temos a imagem de lunáticos.
E precisamos colocar toda essa bagagem, nas redes e nas ruas.
Sem nariz empinado, sem saltos altos, mas com toda a inteligência interpessoal que todos esses anos de política ajudaram a lapidar.
Leia o artigo do Jeferson Miola, no DCM: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/as-forcas-armadas-e-a-interferencia-de-trump-e-big-techs-na-eleicao-por-jeferson-miola/

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