domingo, 4 de setembro de 2016

A brutal repressão policial às manifestações contra o golpe. No Brasil dos golpistas, bandido é quem defende a Constituição.




(Fotos: jornal GGN)



A Perereca reproduz o artigo da jornalista Flávia Martinelli, para o site Jornalistas Livres.

Em São Paulo, Pará e outros estados, a Polícia Militar está sendo usada para reprimir brutalmente as manifestações contra o golpe.

O objetivo é claríssimo: silenciar os que lutam pela Democracia.

Eis que, no Brasil dos golpistas, bandido é quem defende a Constituição. 

Neste link, um vídeo que registra a violência da PM de Jatene até contra os advogados que tentavam impedir a repressão aos manifestantes, na última sexta-feira, 2, em Belém: https://www.facebook.com/thamirys.quemel/videos/1175621565845012/ 

Aqui, a postagem da Perereca sobre a violência ordenada por Jatene: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2016/09/pm-de-jatene-prende-e-arrebenta.html 

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Atualizada às 20h16m:

Vídeo mostra policial atirando em manifestante, com bala de borracha, na manifestação contra o golpe, em Belém, na sexta-feira, 2: https://www.facebook.com/Brasil247/videos/1286169714769366/
 

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Leia o artigo de Flávia: 

“UM GOLPE COM SANGUE NOS OLHOS 

O que é “baderna” diante de um complô de corruptos? Que massa é essa de “soldados da arruaça”, como diz a “Folha de S.Paulo” que, depois de apoiar o golpe – essa, sim, a violência superlativa – se vitimiza de forma patética ao ter sua fachada pichada por manifestantes? 

Por Flávia Martinelli, para os Jornalistas Livres 

Começou com sangue nos olhos. Um globo ocular dilacerado, cego e, por uma dessas ironias amaldiçoadas, esquerdo. Deborah Fabri, a estudante de 19 anos atingida por estilhaços de bala na primeira manifestação depois do golpe, foi perfurada em muito mais do que em seu direito de se manifestar. Figura de linguagem já não cabe mais na retórica da repressão inaugurada pelo golpista.

Houve também uma câmera fotográfica destroçada. A quantidade de pedaços quebrados denuncia a ira do arremesso. E, ainda, centenas de olhos inflamados por spray de pimenta. Choro de gás e de inconformidade. “Mão na cabeça e cara virada pro muro, filho da puta! Olha pro chão, vândalo do caralho!”, é a clássica ordem de prisão policial da tropa de Geraldo Alckmin. E não dá para esquecer do olhar dos refletores do poder.

Lentes de TV estão seletivas. Só registram o vidro do caixa eletrônico quebrado. O noticiário da Globo adora um quebra-quebra. Os editoriais, espaços para a defesa do ponto de vista dos jornais, pedem mais repressão. A Folha e o Estado de S.Paulo tipificaram os manifestantes por um único grupo de meia dúzia de queimadores de lixo, pneus e quebradores de vidraças bancárias. Justificam a porrada, incutem medo na classe média, querem medidas mais duras para conter quem protesta.

O presidente golpista atendeu no mesmo dia. Temer autorizou as Forças Armadas a atuarem na Avenida Paulista no domingo (04/09) marcado para inúmeras manifestações. A “garantia da lei e da ordem” tem como desculpa a passagem da tocha olímpica no local. O governo do Estado gostou. Emitiu nota avisando que protesto não pode, não. Estão todos de olho, nas palavras dos jornais, nos “vândalos”, “arruaceiros”, “milicianos”, “fascistas”, “criminosos”, e, claro, “baderneiros”, definição preferida dos apoiadores do golpe.

Mas o que é “baderna” diante de um complô de corruptos, grandes instituições financeiras, indústrias e mercados internacionais capazes de derrubar uma democracia? E que massa é essa de “soldados da arruaça” ou “fanáticos da violência” como diz a “Folha de S.Paulo” que, depois de apoiar o golpe – esta sim a violência superlativa – se vitimiza de forma patética ao ter sua fachada pichada por manifestantes?

Os repórteres de gabinete não viram, por exemplo, que entre os incendiários de lixo havia um pai de família de 54 anos, professor da rede pública, puto por ter seu voto roubado. Se ele botou fogo para fazer barricada contra a tropa de choque, é miliciano e ponto final. E dá-lhe bomba, diz o jornal. E bomba na cara, age a PM.

“Nos últimos dias, eu testemunhei policiais fazendo mira na cabeça de manifestante”, diz a jornalista Kátia Passos que, muito antes de ser Jornalista Livre, há um ano, é mãe de uma estudante secundarista e registra praticamente todos os atos de estudantes em São Paulo. “Nesses três últimos atos não teve conversa. Eu sempre falo com os comandantes como, ouço o outro lado. Não consegui trocar uma palavra. Eles se recusam a negociar.”

Kátia reconheceu todas as cinco forças da polícia nas manifestações: Tática, Tropa de Choque, helicóptero, cavalaria e Polícia Militar. “Não via esse esquema de repressão desde o massacre de 2013, quando os policiais perderam completamente o controle e saíram atirando a esmo. A polícia não está na rua para dispersar, mas para encurralar.”

No dia do golpe, (31/08), havia mais de mil policiais em ação na manifestação. Num trecho da rua da Consolação, sem saídas laterais, eles passaram a comprimir os manifestantes, cercando o grupo num círculo. “Bombas foram lançadas no meio da passeata. A única maneira de escapar era passar pelos cordões policiais com risco de levar tiro de borracha à queima-roupa”, lembra o Jornalista Livre Adolfo Várzea.

No dia seguinte, Lucas Porto, repórter, fotógrafo, rotineiro cinegrafista de transmissões ao vivo das manifestações do Jornalistas Livres chegou a ser, literalmente, caçado por uma matilha de oficiais. Lucas sabe que sempre esteve marcado. Mas dessa vez, o grupo de policiais não se contentou de correr em seu encalço. Lucas ganhou uma bomba exclusiva, só pra ele, numa calçada praticamente vazia. Só não foi apanhado pelos PMs porque outro colaborador dos Jornalistas Livres, Caco Ishak, se colocou diante dos policiais. Caco foi atropelado por uma moto da tropa na calçada, derrubado no chão, imobilizado e levado para a delegacia. Só saiu de lá depois das 4 da manhã.

O parâmetro da violência policial deixa claro a que veio o golpe. É a opinião dos fotógrafos Christian Braga e de Sato do Brasil, ambos Jornalistas Livres. Christian vê uma escalada crescente de violência nesses últimos dias. “Tá punk, sim. E tem bala de borracha pra caramba, os caras nem pensam antes de atirar.” Sato estava próximo ao prédio da Folha de S.Paulo na última quarta-feira (31/08), quando os manifestantes picharam o portão blindado da entrada e jogaram pedras na fachada no jornal.

“Vi de longe quebrarem a câmera do fotógrafo ali. Ele estava sentado com as costas na parede. O policial simplesmente tirou o capacete da cabeça dele, arrancou a câmera, jogou no chão e pisou no equipamento.” Sato deu de cara com um PM e avisou: ‘Sou imprensa, sou imprensa’. Ele respondeu: ‘Foda-se, sai daqui! Quer tomar tiro na cara?’”. De fato. Àquela altura, a estudante Deborah já havia perdido a visão. Não era força de expressão. O golpe quer tirar sangue dos nossos olhos”.


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Pra vocês, nestes tempos sombrios do Brasil:



sábado, 3 de setembro de 2016

Muito bom: o Funk dos Golpistas! Do fundo do coração, para o "presidente" Temer Golpista.



PM de Jatene prende e arrebenta: a repressão aos manifestantes contra o golpe, em Belém.




(Foto: Mídia Ninja)



Agora, além de preguiçoso e incompetente, Jatene resolveu virar fascista.

A seu comando, a Polícia Militar do Pará prendeu e arrebentou, literalmente.

Não faltou nada na repressão aos manifestantes contra o golpe, ontem, em Belém: porrada, muita porrada, bombas de gás e detenções.

Foi o pacote completo, digamos assim.

Uma jovem que assistia, da janela de seu apartamento, à tamanha violência contra outros jovens, começou a chorar.

Afinal, disse ela, nunca imaginou assistir ao vivo e em cores a uma brutalidade que só conhecera nos livros, ao estudar sobre a ditadura militar.

São os nossos jovens que estão nas ruas, ou alguém ainda não percebeu?

São esses garotos e garotas com seus sonhos de Liberdade e de uma vida melhor.

São eles que estão à frente, em todo o Brasil, da resistência ao golpe de Estado.

São eles que já entenderam, graças a Deus sem ninguém precisar dizer, que o que está em causa é o futuro deles, o futuro deste país.

E, no entanto, estão a ser duramente reprimidos, até por quem já fez a mesmíssima coisa que eles estão a fazer.

E quando surgir o novo Édson Luís?

E quando as mãos, dos que outrora também protestavam, estiverem manchadas com o sangue dos nossos jovens, talvez centenas, milhares deles?

Quando as gerações que enfrentaram a ditadura militar começaram a assumir o comando do Estado, imaginava-se que tamanha violência jamais se repetiria.

Até porque todos sabemos o quanto nos custou o resgate da Democracia.

Ao contrário da menina que só conheceu a ditadura nos livros, nós estivemos cara a cara com ela.

É inegável que o que vemos, hoje, é o retorno célere do Brasil a 1964.

É um pesadelo.

E que desta vez pode até acabar em guerra civil.

FUUUUIIIIII!!!!!

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No DOL, os detalhes sobre a repressão policial ao protesto contra o golpe, em Belém. Não deixe de ver os vídeos que estão na reportagem: http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-379036-manifestacao-tem-confronto-e-4-presos-em-belem.html 

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Atualizada a 1h13m


No Face da advogada Anna Lins, sobre a repressão aos manifestantes, ontem, em Belém:


“Informando pra geral que os advogados e advogadas que foram acudir o povo hj, ja estamos bem, apesar da pimenta que nos deram, o acarajé será pago de forma exemplar pelo Estado do Pará. ROTAM DESPREPARADA E TRUCULENTA NEM TENTOU NOS OUVIR... Quanto aos jovens detidos, apesar da demora, estão sendo liberados, após lavratura de TCO. Houve uma vitima que foi atingida por bala de borracha que deverá ser encaminhada para as providências na Corregedora e Ouvidoria. A adolescente detida indevidamente tb deverá ser liberada, pois não houve nenhuma acusação contra ela. Houve truculência também dentro da seccional de São Braz, quando PMs levaram um dos rapazes detidos sozinho para uma sala que eles chamam de SALA RESTRITA DA PM E QUE NINGUEM PODERIA ENTRAR. No entanto, alerto que não há sala secreta em nenhum órgão publico quando há um civil preso e que deve ser acompanhado por advogado. A comissão de prerrogativas da OAB estava Lá e nosso Vice Presidente, Jader Kawage também. Todos fomos vitimas de atos e ações incompatíveis com nossas prerrogativas de advogados e da Constituição Federal e outras resoluções via CONSEP”.

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Para os nossos jovens:


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O crime maior foi o golpe, não a manutenção dos direitos políticos de Dilma.




A manutenção dos direitos políticos de Dilma Rousseff é, sim, uma afronta à Constituição.

Mas ela é apenas consequência da afronta maior, que foi o impeachment sem crime de responsabilidade. Ou seja, o golpe de Estado.

O golpe, como todo golpe, rasgou a Constituição e estilhaçou o Estado Democrático de Direito.

Neste momento, não há nenhum Poder legítimo no Brasil, já que todos participaram desse golpe.

E tudo o que veio (ou virá) a seguir é mera derivação.

Separar o “impeachment” da suspensão dos direitos políticos pode beneficiar uma leva de bandidos enrolados na Justiça?

É possível.

Mas não foi esse mesmo, desde sempre, um dos objetivos desse golpe?

Já não estamos até roucos de dizer isso?

Além de entregar as nossas riquezas ao império americano e destruir direitos trabalhistas e sociais, o que esses golpistas sempre quiseram, também, foi garantir que continuarão na vida pública.

Ou seja, garantir que, se condenados à perda de mandato, poderão se candidatar novamente, e seguir na rapinagem dos cofres públicos.

No entanto, mesmo que isso ocorra – vale salientar novamente – será mera consequência da afronta maior, do crime maior, que foi o golpe de Estado.

E mais: esse fato também pode ser lido como uma espécie de confissão de culpa daqueles senadores que votaram tanto no “impeachment”, quanto na manutenção dos direitos políticos da presidenta.

Afastaram-na ou porque se renderam a pressões partidárias, ou por conta de  interesses pessoais, ou até porque acreditaram, candidamente, que assim trariam de volta a governabilidade ao País.

Mas como sabiam que ela não cometeu crime algum, decidiram manter-lhe os direitos políticos.

“Cavalheirismo” ou até consciência pesada, como já disseram alguns? É possível, já que estamos a falar de seres humanos, e não de ETs. 

Além do que, se já haviam acabado de rasgar a Constituição, o que é que impediria de ofendê-la novamente? Nem lógica haveria em tais pudores, né não?

Aliás, pelo menos um senador que votou pelo “impeachment” já admitiu (e publicamente) que Dilma não cometeu crime de responsabilidade.

Mas que votou pelo afastamento dela, em função da "governabilidade".

Ora, onde é que está escrito, na Constituição, que “governabilidade” é razão para impeachment?

É como se um juiz, depois da sentença condenatória, dissesse ao réu: “olha, eu sei que não cometeste crime algum. Mas como boa parte dos teus vizinhos não gosta de ti, a tua condenação vai restabelecer a paz na vizinhança”.

Este, aliás, é que é outro grande escândalo, além do golpe: um juiz (como foram chamados os senadores, pelo presidente do STF) que admite ter condenado alguém sem base legal. 

É mesmo não ter qualquer respeito pela Constituição, pela Democracia, pela Lei, né não? Coisa de republiqueta de meia pataca. 

Até porque, que é essa tal de “governabilidade”, quando estamos diante de um Congresso tomado por abutres, que só negociam com quem compactue com as suas “tenebrosas transações”?

Para que ninguém pense que estou mentindo, vou deixar o link do “insuspeito” G1, com a confissão do senador Acir Gurgacz, do PDT de Rondônia.

Ele chega a dizer que estudou, durante meses, com o auxílio de técnicos, servidores de carreira, do Senado, do Banco do Brasil, CEF, as tais das manobras fiscais de Dilma – e que não encontrou crime de responsabilidade.

Mas que mesmo assim votou pelo “impeachment”, por causa da “governabilidade” e da “vontade do povo”.

É ou não é um “impeachment tabajara”, como bem definiu o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa? 

Leia as declarações do senador aqui:


FUUUIIIIIIII!!!!!!

Golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista,golpista,golpista,golpista,golpista,golpista,golpista, golpista,golpista,golpista,golpista,golpista,golpista,golpista, golpista,golpista,golpista,golpista,golpista,golpista,golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista, golpista!


PSDB: o 171 da política brasileira



O PSDB passará à História como a maior fraude política do Brasil.

Quando nasceu, em 1988, “longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas”, o PSDB pretendia resgatar a ética na política.

Também possuía compromisso visceral com a Democracia, com a modernização do País e com a melhoria da qualidade de vida da população.

Pelo menos era isso o que afirmava.

Hoje, porém, o que se percebe é que esse discurso nunca passou de um tremendo conto do vigário.

Que o diga Fernando Henrique Cardoso, que teria sustentado a ex-amante, durante anos, com a ajuda da Globo e da Brasif.

Que o diga o governador do Pará, Simão Jatene, que manteve durante anos uma amante como DAS, além de impressionante quantidade de parentes em cargos públicos.

Que o digam todos os tucanos enrolados em casos escabrosos de corrupção, como é o caso da lista de Furnas e do “Trensalão”.

Nem mesmo a merenda escolar escapou, em São Paulo, à roubalheira tucana.

Os “éticos” tucanos, quem diria, são capazes de roubar, literalmente, até o leite das crianças.

Da mesma forma que foram capazes de surrupiar até banheiros, água e saneamento dos milhares de miseráveis que seriam beneficiados pelo projeto Alvorada, no Pará.

No entanto, e apesar de tantos escândalos, eu ainda imaginava que o PSDB possuía, ao menos, algum compromisso com a Democracia.

Mas o que se viu, nesse golpe de Estado, é que o partido está é se lixando para o voto popular.

Aliás, está se lixando até mesmo para os direitos humanos, já que marchou ao lado de homofóbicos, racistas, misóginos, e até de gente que defende a tortura.

Nunca antes na História deste país se viu tamanho engodo político, tamanha hipocrisia, tamanho abutre metido a cordeirinho.

O PSDB foi, sim, um dos grandes articuladores desse golpe de Estado.

Não, não foi apenas o playboy, o filhinho de papai que não sabe perder: foi o partido como um todo.

Ao contrário do que acontece no PMDB, não se viu uma só voz tucana a condenar esse golpe.

Incrível, não é? Até no PMDB, parte da “massa atrasada”, há vozes discordantes. Mas não no PSDB...

Pelo contrário: em sua sofreguidão pelo Poder, os tucanos têm é se apressado em apanhar todas as migalhas que lhes são atiradas pelo “presidente” Temer Golpista.

Pelo governo cuja fotografia mais parece resgatada de algum sótão da República Velha.

Perto do PSDB, os “profissionais” do 171 não passam de meros aprendizes, haja vista o estelionato eleitoral que praticou ao longo de quase três décadas.

Durante anos votei em candidatos do PSDB, porque acreditei no PSDB.

E hoje, 31 de agosto de 2016, sinto-me lesada.

Por isso, tenham certeza de uma coisa: o meu voto o PSDB nunca mais verá.

FUUUIIII!!!!!