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sábado, 5 de janeiro de 2008


Abrindo o Verbo


Acho que vou fazer Direito . Se é para fazer uma universidade, vou cursar Filosofia ou Direito – que aliás, era o que gostaria de ter feito em 1985, não fossem os patrulheiros sindicais.


Que, hoje, 22 anos depois, eu sei que são uns meros patrulhadores da própria incompetência.


Vou fazer Direito. Por que não? Passo, certamente – e com louvor – no exame da Ordem.


E deixo essa latrina chamada Jornalismo, pela qual só se interessa quem não tem capacidade nem de vender cachorro-quente.


Tô de saco cheio dos coleguinhas. Que vendem a todo mundo um interesse social que não possuem e que jamais possuirão.


Essa gentalha que só se interessa pelo próprio pão. E só!


Mas, que chega num sindicato, numa entidade e chora: “queremos, chuif!, regularizar a profissão”...


Papo furado!... Querem é resguardar mercado para um monte de incompetentes que saem desses cursos sem nem saber escrever o nome...


Enchi. E me causa estranheza é esse sindicato tucano, das ORM, que só persegue quem está no DIÁRIO, com a condescendência dos burrões que estão por aqui.


E o que me dói é a Carminha, que teria tudo para ser inteligente, mas que se deixa USAR por tantos tucanos.


Égua, mana, se eu tivesse andado pela Grécia e pela Turquia e por todas as Ásias, creio que seria mais sábia...


Por favor, querida, só publico respostas tuas, tà?.


Por isso, não manda a Simone responder, ok?


Bjs.

2 comentários:

Luciane Fiuza disse...

Concordo plenamente, Ana Célia. Quando mais precisei do sindicato, ele não estava lá. Talvez porque estivesse processando o "tucano" Amazônia Jornal, pelo ano de exploração que passei, pelos absurdos que ouvi de chefes de reportagem e outras pessoas, que até hoje me condenam porque simplersmente fui atrás dos meus direitos.

Lembro que para conseguir um documento no sindicato passei quase uma manhã inteira lá, chá de cadeira total, mesmo a secretária comunicando-se direto com a Carmem pelo celular, nem falar comigo ela se dispôs. Eu não comentaria se não tivesse passado na pele o que passei. Graças a Deus, não precisei nem do apoio jurídico do sindicato.

Basta ver também a maneira covarde como o Sinjos agiu durante o processo que envolveu (envolve) o Lúcio Flávio Pinto, que, inclusive, esteve a frente da casa. As notinhas covardes do sindicato davam até vergonha.

Não vamos longe, aqui pelos blogs da vida, recebi umas respostas "tortas" de pessoas do sindicato, sobre esse processo.
Sinceramente, depois que me formar não pretendo me sindicalizar enquanto não sentir que isso mudou.

Ana Célia, vc não precisa de nenhum diploma, pois já está pronta pra dar aula de como se faz jornalimo de verdade.

Abs!

Lu.

Cris Moreno disse...

Caramba, Ana, nunca vendi cachorro-quente!

Entendo a sua revolta.

Beijos.
Amo-te!