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terça-feira, 10 de maio de 2011

A divisão do Pará, o preconceito, a satanização e a brasilidade de todos nós.


A verdade – a dolorosa verdade – é que nós, de Belém, não conhecemos o Pará.
Achamos grande coisa quando vamos “veranear” em Algodoal, Ajuruteua ou Salinas.
E nem nos damos conta de que as estradas que nos levam a esses lugares – ou a até perto deles – mais parecem uma miragem em relação a uma Transamazônica, por exemplo.
Se as pessoas de Belém conhecessem a dramática realidade do Sul e Sudeste do Pará, da Transamazônica e do Baixo-Amazonas, talvez não dissessem tanta bobagem quando o assunto é a divisão territorial.
Em primeiro lugar, não é verdadeiro o argumento de que apenas os políticos dessas regiões é que lutam pela divisão.
E se as pessoas parassem um pouquinho para pensar naquilo que estão a dizer, perceberiam logo que isso não tem pé nem cabeça.
Afinal, o que levaria esses políticos a defender uma proposta tão grave, se ela não tivesse base popular?
Por acaso vocês conhecem algum candidato ao Governo do Pará, que, em plena eleição, tenha dito com todas as letras que é contra a separação dessas regiões - e tenha conseguido se eleger?
Então, o que é que faz com que os políticos favoráveis à divisão tenham a coragem de expressar isso durante um processo eleitoral, e os políticos contrários não tenham a coragem de fazê-lo?
É por que temem perder simplesmente o voto do Lira Maia, do Giovanni Queiroz ou do Parsifal Pontes?
Ou é porque sabem que, se forem contrários à divisão, perderão maciçamente os votos dessas regiões?
Então, é preciso parar de tentar tapar o sol com a peneira: o desejo de separação existe, sim, e maciçamente, entre os cidadãos dessas regiões.
E por que é assim? Por tudo aquilo que expressei no artigo anterior (aqui: http://pererecadavizinha.blogspot.com/2011/05/o-plebiscito-o-paraensismo-e-vida.html).
Quer dizer: agredir o Giovanni Queiroz, o Lira Maia ou o Parsifal Pontes não vai fazer “desaparecer magicamente” esse anseio popular, que tem raízes muito profundas, inclusive, culturais.
Em segundo lugar, essa história de dizer que essas regiões não podem se separar, ou que não irão progredir a partir da separação, porque serão governadas por esses políticos, revela um preconceito brutal em relação aos habitantes do Sul e Sudeste do Pará, da Transamazônica e do Baixo-Amazonas.
Quem lê o que algumas pessoas escrevem acerca da qualidade dos políticos do interior do Pará fica com a impressão de que nós, de Belém, elegemos a cada pleito, para prefeito da nossa cidade, verdadeiros clones do Winston Churchill!
Na caixinha de comentários da minha postagem anterior, houve até quem “argumentasse” que, dos 41 deputados da nossa Assembléia Legislativa, apenas um, Edmilson Rodrigues, veio da capital – como a dizer que toda a “malignidade” deste estado provém do interior.
E quem pensa assim, vai ter de concordar comigo no seguinte: se verdadeira tal premissa, é necessário afirmar que os vereadores da Câmara de Belém são infinitamente melhores do que os vereadores de todo o Pará e até mesmo que os deputados da nossa Assembléia Legislativa.
Mas a realidade é essa mesma? Os vereadores de Belém são, rrrealmente, melhores que os demais vereadores e até mesmo que os nossos deputados?
Não, maninhos!... Depois que nós, os tão “politizados” eleitores de Belém, elegemos, e até bisamos, o Duciomar Costa, não podemos criticar nem mesmo os cidadãos de Anajás.
Perdemos a moral. E o pessoal de Santarém, Oriximiná, Marabá ou Parauapebas vai de ter de errar muito, e pelos próximos 50 anos, para conseguir nos superar nesse ranking.
Não ajuda em nada a essa discussão ficar satanizando o Giovanni Queiroz, o Lira Maia, o Parsifal Pontes, ou até mesmo a mim, simplesmente porque estamos a defender, democraticamente, o que nos parece melhor para as populações dessas regiões.
Esse tipo de “argumento” revela, em verdade, a falta de argumentos.
É apenas uma falácia, o “crème de la crème” entre as falácias: o argumentum ad hominem, que consiste em atacar quem argumenta, em vez do argumento em si.
E a procura de um “satanás” para esse processo é tão impressionante que já se tenta até atribuir o movimento separatista aos interesses do banqueiro Daniel Dantas.
E a impressão que fica é que nós, de Belém - que nunca dissemos um ai diante da Lei Kandir ou da ação da Vale neste gigante que ainda é o Pará - é que somos os únicos que poderemos obstar os interesses daquele banqueiro.
Isso é preconceito em relação à população do interior – do Baixo-Amazonas, da Transamazônica, do Sul e Sudeste do Pará.
É partir do pressuposto de que nós, da capital, somos superiores a eles em termos de visão e de ação política.
E logo nós, como já dito, que até bisamos o Duciomar.
E logo nós, como bem lembrou um anônimo, que temos esgotos a céu aberto e ruas esburacadas e cheias de mato, igualzinho a qualquer cidade do interior.
Talvez as pessoas não tenham ainda percebido o quanto será nocivo para o Pará, qualquer que seja o resultado desse Plebiscito, se continuarmos a inferiorizar, ou até a satanizar as pessoas dessas regiões, e as lideranças políticas que nelas atuam.
Mesmo que os defensores da integridade territorial vençam esse Plebiscito, teremos um Pará mais dividido do que nunca.
E quem forma opinião tem de estar atento para o perigo que isso representa.
Também não é correto, para mim, o argumento de que não podemos ser favoráveis à divisão porque sobrará ao Pará apenas a parte pobre.
Tal argumentação pressupõe que a nós, paraenses, interessa apenas manter aquelas regiões como espécie de armazém ou de “senzalão”.
E logo nós, paraenses, vítimas, há séculos, de um duplo processo de colonização.
Não acredito que a sofrida e generosa população paraense pense dessa forma.
E tenho para mim que se os defensores da divisão conseguirem mostrar a aflição em que vivem os Severinos de lá, os Severinos daqui apoiarão, sim, a criação desses novos estados.
Mesmo separados, temos de nos respeitar e de buscar aquilo que nos une: a luta pela distribuição da riqueza, pela melhoria das condições de vida do nosso povo, pelo respeito da Nação aos que vivemos na Amazônia.
Antes de mais nada, somos irmãos brasileiros. É o amor a este País que pulsa no coração de cada um de nós.
E é nessa condição que temos de travar esse debate tão importante.
Até porque, ao fim e ao cabo, estamos todos – de Belém, de Santarém, de Marabá, de Altamira, de Anajás – no mesmíssimo barco, dadas as condições de sobrevivência que todos enfrentamos nesta imensidão.
FUUUUUUIIIIIIIII!!!!!!!!  

65 comentários:

ANTONIO Valentim, disse...

PREZADA Ana Célia, antes de mais nada, parabéns pela coragem de postar sua sincera opinião.
Até achei que eu era a única voz - fora os políticos da região - a favor da redivisão territorial.

EU já viajei para a Serra do Cachimbo quando era da ativa da Aeronáutica. Posso dizer de cadeira que a região é abandonada.
O estado - regiões oeste, sudeste e sudoeste - é ausente. Não é à toa que existem tantos conflitos agrários, crimes ambientais, trabalho escravo e tantas mazelas, levando o Pará às manchetes nacionais. O estado simplesmente não existe nessas regiões. Em pesquisa, 90% da população da região oeste é a favor da separação.
Quem mora em Santarém, Óbidos, Oriximiná etc está mais ligado a Manaus que a Belém. Na serra do Cachimbo o contato deles é com Mato Grosso.
Parabéns, vou reblogar a corajosa opiniãopara o meu blogue humilde - http://bloguedovalentim.blogspot.com

Fuuuiiiiiii!

Anônimo disse...

Sou de Marbá e o assunto que rola é que Dantas e Lulinha são dono de uma gigantesca area aqui pra contruir a nova cidade que vai dar abrigo a Capital de Carajas vamos esperar pra ver.. a agropecuaria santa barbara de propriedade de dantas compra tudo !

ANTONIO Valentim, disse...

COMEÇOU o terror eleitoral, a guerra psicológica.

Anônimo disse...

Como jornalistacompetente que você é, nada melhor do que escrever o que vem de seus intimo, sem porém tentar "fazer" a cabeça das pessoas. Se na Transamazônica, no sul do Pará, no oeste paraense há ser humanos sofrendo, a culpa não é da capital. Ninguém é contra o progresso, você sabe muito bem disso, porém a preocupação é com os interesses de poucos em nome de muitos. Você muito bem que com a criação de novos estados, a pobreza e a miséria não irão pelos menos amenizar, pelo contrários, muitas gente vai tem uma qualidade de vida melhor, mas essa gente é minoria.
Ana você que luta contra os "errados", deve convir que o Brasil é um país democrático, então respeite a vontade das pessoas em quer ou não a divisão do Pará. O Brasil está cheio de corruptos, ora por que não olham para esses povos tão sofridos? Por que os bilhões de reais que criarão novos estados não são distribuidos aos municípios pobres? Aceito em parte a sua opinião, mas discordo (e peço que você mostre) como seria o novo Pará com apenas 17% de seu atual território, do que esse povo viveria, do comércio? da venda de peixe? Há prós e contra. O IPEA, mostrou dados impontantissímos sobre a questão, que economicamente seria inviável esses dois estados e causaria um tremendo desequilibrio o novo estado Parazinho.

Parabens pela matéria, vc escreve muito bem, adimiro você, mas não tente fazer a cabeça dos menos informados, sei que seu blog tem alvo pessoas cultas, porém, defender aqueles que tem interesses pessoais, dizendo e falando em nome do povo, é demais. Como exemplo, recentemente a Vale denunciou desvios de milhões de reais por parte de um prefeito, enquanto isso a miséria é constante nesse município que vc sabe qual é.
Portanto eu sou contra a divisão do Pará, o que tem que ser feito é distribuir os recursos em igualdade, sem distinção, sem perseguição e sem preconceitos, dou como exmplo casos concretos:
Se o governador do Pará é do PT, os recursos destinados aos municípios governados pelo PSDB ´são mínimos, enquanto que os municípios que tem os prefeitos do partido do governador, recebm uma cota maior. Isso sim é que tem que acabar. Imagine Santarém capital tendo o PT no governo e o município de Óbidos tendo o PSDB governando? Então, o povo de Óbidos continuará na pobreza.
Também informo que conheceço esse Pará melhor que o próprio governador.

abraços

Anônimo disse...

É Perereca, nós só ganhamos ainda do Amapá, logo, logo vamos perder para esses novos Estados,o povo paraense se ilude com um simples canteiro central (Dugue e Marques)lembrando que o DUDU já tem mais de (06)seis anos de governo.A Augusto Monte Negro,o Portico do Castanheira, a orla da Estrada nova já tem mais de 05 (cinco) anos e nada de obras!Coitada da funcionária da prefeitura que ganhou o sorteio de um apartamento que o Duciomar fez no inicio de seu governo lá na Aldeia Cabana no dia do trabalhador no mesmo dia em que recebeu as máquinas da magro drenagem, pois o prédio que o Edimilson Rodrigues deixou quase pronto na Almirante com a Dr.Freitas está um abandono só, sem falar naquela obra na Almirante perto da Barão que o Edimilson deixou pronta e o Dudu não terminou a pintura ainda,e vai dizer depois que a obra é sua. Perereca um dia eu estava em icoaraci tomando café em frente a Balsa para o marajó e uma turista perguntou o que era aquilo ao lado, se referindo a Biblioteca Pública um prédio lindo que faz parte de nossa História, está abandonado e as pessoas rindo falaram para a turista " O prefeito tirou a placa para reforma-la" pois ali tinha uma placa de reforma que acabou caindo depois de mais de cinco anos e nada da reforma) talvez ele faça no ano que vem para pedir votos.

Fica com DEUS.

Anônimo disse...

Caro Anônimo das 6:44:

Não estou a tentar “fazer a cabeça” de ninguém – coisa que nem é possível neste blog, que é freqüentado por leitores de boa formação.
Estou apenas a expressar, democraticamente, a minha opinião.
E a minha preocupação com o que tenho lido, aqui e em outros blogs: ataques às pessoas, e não aos argumentos delas.
E eu penso que isso é extremamente problemático, qualquer que seja o resultado do Plebiscito.
Não estou a defender o Giovanni, o Lira Maia ou o Parsifal – eles foram citados apenas como exemplos.
Mas penso que tentar reduzir o movimento separatista aos interesses e às ações desses deputados e de tantos outros políticos daquelas regiões é, sim, tentar tapar o sol com a peneira.
O Giovanni, o Lira Maia e o Parsifal se elegeram defendendo a divisão? Então, é óbvio, quem vota neles concorda com isso.
Ou você conhece algum político dessas regiões que tenha dito que é contra a divisão e que tenha sido eleito?
Os políticos de Belém quando vão a essas regiões simplesmente pisam em ovos. E por quê? Porque o sentimento separatista é muito forte.
E se a gente quiser discutir isso de verdade, tem de admitir, em primeiro lugar, que esse sentimento não é apenas “artificial”.
Não estou a “culpar” Belém pelo sofrimento dessas pessoas – até porque, para mim, não existem “culpados” nessa história.
O que há são fatos concretos: diferenças culturais, enormes distâncias geográficas, carências de infra-estrutura e concentração decisória em Belém.
Também não estou a desrespeitar ninguém: apenas expresso a minha opinião.
Em nenhum momento ofendi quem quer que seja – ao contrário, aliás, do que têm feito algumas pessoas em relação a mim, em outros blogs.
Não ataco quem escreve, mas, os argumentos colocados.
Agora, não posso é ser responsabilizada se tais argumentos, quando observados à lupa, revelam uma raiz preconceituosa.
Você diz que eu sei que a criação desses novos estados não irá nem mesmo amenizar a pobreza de quem vive ali.
Não, anônimo, é o contrário: eu acredito, sinceramente, que a divisão vai melhorar a qualidade de vida daquelas pessoas e até mesmo a do Pará.
Só a maior proximidade da capital em relação às demais localidades desses estados já terá enorme impacto na vida daquelas pessoas.
E com o dinheiro que entrará será possível melhorar a estrutura dessas regiões. E com o poder decisório nas mãos, essas pessoas poderão planejar um desenvolvimento centrado na própria vocação regional.
E se você quer saber, não tenho o menor medo do que acontecerá com o Pará.
Não temos só pescado, não, anônimo – e só a indústria do pescado já possui enorme capacidade de geração de riqueza.
Temos indústrias, comércio e belezas e riquezas enormes a explorar na costa Atlântica, na ilha do Marajó e até mesmo na nossa Belém.
Temos imenso potencial para o Turismo, e em vários segmentos: de eventos, ecológico, religioso, gastronômico.
E temos, se não a melhor, uma das melhores infra-estruturas desta região.
Temos até minério e beneficiamento mineral na região metropolitana.
Temos indústrias de jóias e de fruticultura exótica.
Temos fibra de coco, para a indústria automobilística.
Temos um enorme rebanho bubalino – e a possibilidade de produtos exclusivos na cadeia da pecuária.
Não vamos ficar mal, não - e nem o pessoal do Tapajós e de Carajás.
O que vai acontecer é que em vez de pulverizarmos recursos entre regiões enormes e sem qualquer identidade, cada qual vai é concentrar o investimento naquilo que lhe interessa.
E aposto com você que, daqui a duas décadas, essa divisão estará a render frutos extraordinários, para aquelas regiões e para o nosso Pará - que, aliás, jamais será um “Parazinho”.
Mas o mais importante é que aquelas pessoas, aqueles milhões de brasileiros, poderão, enfim, levar uma vida melhor.
Um abraço,
Ana Célia Pinheiro

Anônimo disse...

Seu post não alinha um dado técnico, fica apenas no emocional.
O interesse é sim dos politicos que fazem a cabeça dos desinformados. Quem pensa, de boa fé, que as áreas apartadas se tornarão um paraiso está muito enganado.
estamos próximos de mais uma crise econômica, e você acha que a União vai prontamente liberar bilhões para sustentar os novos estados? Só sendo.

Vladimir Koenig disse...

Ana Célia, você deu boas razões emotivas, políticas e sociais para a divisão.
Não as desconhecia, assim como não desconheço as duas regiões.
Porém, acho que faltou comentar sobre a viabilidade econômico-financeira, fiscal, administrativa dos três Estados.
Sim, pois não basta analisar se os dois possíveis novos Estados-membros (Carajás e Tapajós) teriam viabilidade econômica. Pois, se o Estado do Pará com sua nova conformação não tiver viabilidade econômica, criaremos um novo problema. Cobriremos o pé e descobriremos a cabeça. A análise deve ser completa, sob pena de criarmos outro problema. E depois? E se o Estado do Pará deixar de ter viabilidade? Será transformado em território federal, onerando a União? Ou será deixado para trás como forma de vingança pelos anos de dominação sobre as regiões do Tapajós e Carajás? Não creio que sejam esses os ideais republicanos.
Eu, particularmente, tentarei fazer uma análise totalmente isenta de paixões. Não basta às regiões do Carajás e Tapajós ter um identidade regional própria desvinculada do restante do Pará, ter sofrido o descaso do centro paraense de poder etc. É preciso, sim, ponderar tecnicamente a questão.
Aguardo sua análise sobre isso que, sem dúvida, irá contribuir muito bem com o debate.
Por enquanto, a paixão está na mesa. Só falta a racionalidade numérica para compor o panorama geral a permitir que as opiniões se formem da melhor forma.
Há um dado em particular que gostaria de saber: já há alguma previsão se os novos Estados receberiam subsídios/auxílio da União, em que valor e por quanto tempo?
Acho que essa também seria uma boa oportunidade para se discutir se, depois de passado o prazo de recebimento dos subsídios/auxílios, não seria justo que os Estados que os receberam não os pagassem de volta à União, compensando o gosto nacional com sua criação. Afinal, não podemos esquecer que o Brasil é uma federação e não um estado unitário, razão pela qual deve haver um mínimo de respeito com os demais Estados-membros. Só uma coisa tenho certeza: a discussão será imensa.
Abraços,
Vladimir.

Anônimo disse...

penso que as razões pelas quais o pará deve ser dividido são de conhecimento de boa parte daqules que fazem a opnião pública.

o tapajós e o carajás se desmembrando do pará é o melhor para região norte e o pará em especial.

65% dos impostos gerados no pará são arrecadados na região metropolitana de belém e o sul e sudeste, p. ex, só 12%. quanto ao tapajós é uma das regiões mais pobres do estado, ganhando apenas do marajó q é a região mais pobre.

o carajás tem sua economia embasada em projetos minerais, custeados a pesados incentivos fiscais é por isso q tem os royalt's para compensar - q é muito pouco se a cobrança dos demais impostos fossem de fato cobradas.

para o pará seria ótimo poder cobrar o icms sobre a energia de tucuruí, como os demais estados da região sudeste.

o mesmo vale para belo monte.

além do mais, ganhamos um bonus q é se livrar dos lira maias, geovanes, parsivais, entre outros q dispensam apresentações,,,rssss, ficarámos como menos bandidos para administrar....basta a câmara de belém e os vlads da vida...rssssss

a única coisa q realmente é relevante é quem vai pagar a conta, visto os empréstimos e investimentos nas regiões q podem ser emancipadas.

desejo sorte aos futuros estados

Anônimo disse...

Reflita, Jornalista...

Quem quer dividir o Pará

Indigna já só a ideia de reduzir o Pará a Belém e Zona do Salgado. Coisa de político-forasteiro mal-agradecido. O cara chega à casa alheia, que o acolhe com hospitalidade, e se revela um aproveitador. Entra, fuça a geladeira, abanca-se no melhor sofá, escancara as portas dos quartos, e a gente sabe: é um folgado. Chora, estremece por seu estado de nascença, enquanto explora e desdiz do Pará, de que só pensa em chupar tudo, até o Estado inteiro, se deixarmos.
O retalhador do estado (dos outros) chega e se espalha feito água. Abanca-se, invade a cozinha, destampa, tem o desplante de meter o dedo na panela, antes do dono da casa, lambuza as mãos, lambe os dedos. Como nós, os paraenses somos cordiais, ele confunde cordialidade com liberalidade. Vem, vai ficando, mergulha de unhas e garras afiadas em terras e política. Espalhado, o aproveitador, pronto, enriqueceu, encheu a pança. Fez-se fazendeiro, político de muito papo (balofo), o cara de pau. Alguns não dispensam trabalho escravo e agora dão de posar de redentores da miséria do Pará, como se só no Pará houvesse miséria. E cadê? Ih, já nas altas cúpulas, armando discórdia, querendo porque querendo dividir o estado do Pará, ‘disque’ porque é estado imenso e pobre, como se os miniestados brasileiros fossem paradisíacos reinos de felicidade, nenhum faminto sem teto, nenhum drogado, saúde e escola nos trinques, nada de tráfico e exploração de menores. Balela de retalhador!
O retalhador (do estado alheio) tem no cérebro sinal de divisão. Só quer dividir, não seu estado, onde o espertalhão não conseguiu levantar a crista. No Pará, não se contenta em ser fazendeirão, explorador de miseráveis. “Quero um estado pra mim, Assembléia Legislativa, rumas de assessores, Tribunal de Contas com obsceno auxílio-moradia, mesmo que eu tenha casa própria”.
E o retalhador já quer governar o estado (dos outros), quer reino e magnífica corte própria, algo comum nestas terras brasílicas dominadas por quadrilhas de políticos cara de pau, porque os dignos, vergonha na cara, os que lutam a valer por um Brasil de união, ordem e progresso, estes raros políticos dão uma de éticos e não põem a boca no trombone.
Não, o Pará não é casa de engorda e enriquecimento de esquartejador da terra dos outros. Mas o pior é que eles se juntam até a certos políticos paraenses, que, em vez de dizer não decisivo e absoluto à divisão, ficam em cima do muro. É que os muristas, paraenses também não são flor que se cheire. Incrível que políticos paraenses admitam o roubo oficial das ricas terras do Pará. Pendurados no muro, os muristas paraenses só pensam na engorda de seus vastos currais e não em defesa e união.
Sim, quem quer esfacelar o Pará? Deputados de longe que lambem os beiços por se apoderar do Marajó, do Tapajós, de Carajás. Risíveis os argumentos separatistas: “A imensidão do Pará impede seu progresso”. Nada! Papo de político! É vasta a miséria dos estados pequenos e do Brasil mal governado. Dividir vem da omissão de políticos do Pará, eles em ânsias por suas lasquinhas. Separatista daqui e de fora quer é feudo, castelo, mais poder. O mapa do Pará lembra um buldogue. Ele precisa de brio, amor-próprio, rosnar, se quiserem reduzi-lo em retalho. O Pará quer paz e união. Vamos calar os esquartejadores que boiam, do fracasso em seus estados, ao sonho de esfacelar o Pará. Vamos dizer não a mais essa mutreta de político espertalhão.

Mestre Chico Barão disse...

Eu nasci em uma terra onde por séculos minha família mora, chegam uns parentes meus vindo de terras vizinhas e eu os acolho , cedo as terras mais férteis que não estou utilizando para eles morarem e trabalharem em troca de uma contribuição para manutenção de toda área , depois de vários anos eles entram na justiça reivindicando uso capião, para dissolverem a área original ficando com as partes férteis e relegando a própria sorte a parte que se exaurindo sustentou a hegemonia da área desde sua delimitação!

Será que as conquistas, embora poucas seriam concretizadas nessas regiões se elas estivessem isoladas?

Qual o comprometimento político dos hoje eleitos nas áreas dos futuros estados que estão lutando para separar em vez de COBRAREM do governo estadual mais ações em suas bases!

Qual dos políticos com mandato estadual ou federal oriundos de Carajás ou Tapajós que já subiu em uma tribuna para exigir isso ou aquilo para suas bases, que eu saiba nem um, fazem outro tipo de jogo, o jogo situação e oposição, ou seja, estão atrás apenas de manter o poder ou conseguir o poder!

Falta de recursos não é justificativa plausível para divisão já que varias cidades que estão nas áreas que reivindicam autonomia tem um orçamento próprio robusto pelos Royalties mas que não conseguem administrá-los corretamente!

Alguém lembra da historia do chefe índio da tribo dos Zoés que distribuiu uma flecha para cada um dos lideres que queriam deixar a aldeia e mandou eles quebrarem as flechas e todos conseguiram quebrar, depois deu um maço de flechas a cada um e mandou eles quebrarem e ninguém conseguiu?

Assim são alguns perniciosos que não conseguem crescer no estado querem dividi-lo , na expectativa de serem capaz de dominar um dos pedaços restante ou no mínimo passar para um dos novos tribunais de conta!

Não sei se tenho o direito de me meter em um assunto que diz respeito aos paraenses da gema , pois moro aqui mas sou cearense , porem sei que esse erro trará conseguencias danosas para a região!

Mas sei de pessoas que nunca moraram aqui no estado e estão super feliz com esta possibilidade de divisão, família Sarney é um ótimo exemplo dessa corrente pois o Para completo não consegue escapar de sua sanha predatória imagine fragilizado pela divisão!

Realmente uma incoerência dividir por não ter a capacidade de administrar!

Por gentileza se alguém souber de alguma situação onde divisão robusteceu, me diga para eu avisar ao livro Guiness!

MCB

Anônimo disse...

Somos CABANOS E NÃO DIVIDIREMOS ESSA NAÇÃO

Anônimo disse...

o que posso resumir é que : ela tá beba doida; ela tá beba doida. tá beba. tá doida. Sai do emocional. nada , mas nada de conteúdo tecnico tu põe ai. e neste texto mostras que mudas de opinião como o vento muda de direção.

Anônimo disse...

Perereca;

A divisão territorial do Pará em Tapajós e Carajás, tal como querem, atenta para uma enorme diferença das divisões anteriores e das atuais propostas. Os "limites geográficos" propostos para estes os estados de Tapajós e Carajás avançaram demais sobre outras áreas, tipificando o projeto como um "saque" às riquezas do Pará, que ficaria reduzidíssimo em território. Eles não querem ser um "Pernambuco ou Ceará" da vida, estados mais desenvolvidos que o Pará e que ocupam territórios medianos; eles querem é retalhar o máximo que der prá levar do Pará em terras e riquezas.
Não sejamos tão ingênuos de aceitar isso!

Anônimo disse...

Engraçado isso, a MAIORIA dos moradores de Belém não gostam do interior do Pará, sempre falam com desdem ou em motivo de chacota. Agora querem fazer parecer que se orgulham dessas regiões. O problema aqui é só um, TODAS obras que temos aqui são do governo federal. Não temos obras do Governo do Pará, independente de ser PT, PSDB ou qualquer outro. Em relação a chamar o povo daqui de forasteiro,sabe por que aqui tem TANTOS forasteiros? Porque VOCÊS paraenses de Belém NÃO quiseram vir trabalhar aqui. E outra coisa, que eu saiba eu voto no Pará, pago impostos no Pará e tenho domicilio no Pará, então me considero Paraense (por enquanto).

Anônimo disse...

A divisão do Pará, o preconceito, a satanização e a brasilidade de todos nós.

Ana, faça seus comentários, expresse suas opiniões, mas jamais ofenda as pessoas. SATANIZAR, foi a forma que vc se manifestou em seu artigo, respeite o livre pensamento de expressão que a Constituição Federal reserva ao povo brasileiro. Não julgue, vc respondeu e responde a processos na justiça pela forma que se manifesta, vc acha que é a "dina da verdade". Você é mais uma como tantas que sairam da faculdade de jornalismo se achando superior a todos, por sinal é bom lembrar que o STF, decidiu que diploma de jornalismo não é importante, mas isso não tira o mérito dessa grande profissão, apenas seja mais coerente e sensata. Não pense que vc está imune, pois a reincidência é crime sem direito a redução de pena, ou seja, não queremos vc novamente nas barras da justiça ok?

Por isso, SATANIZAR é ser adepto da coisa ruim, do mal, do lados dos corruptos, etc, etc, etc...

Eduardo Matos disse...

Parece que é fácil falar em divisão quando você não é PARAENSE de nascimento, mas tem uma música que diz:
"Você pagou com traição, a quem sempre te deu a mão!"

Aguarde e verá! NÃO A DIVISÃO! Quer dividir? Divida o seu Estado de origem, você e toda sua família que vá pra lá dividir. Como és ingrata com o Estado que tanto te deu!

ANTONIO Valentim, disse...

PARABÉNS mais uma vez pela opinião, tão rara no meio jornalístico paraense. Opiniões polêmicas, antipáticas para uma boa parte, são próprias das pessoas de coragem, sem medo de se expor, e que se sentem mal ao ficar em cima do muro.

HÁ nesse assunto dois lados, como quase tudo na vida. Nenhum santo de um lado ou de outro.

DE UM LADO, os que não querem a redivisão do Pará.
Os políticos, de olho nos votos que poderão faltar nas próximas eleições. Não vão se expor. Se disserem que são contra, perderão voto dos eleitores das regiões a serem contempladas, em caso de o 'não' vingar. Se disserem que são a favor, aí não serão votados pelos eleitores do Pará restante;

POR OUTRO lado, os favoráveis à redivisão, de olho naturalmente na sua carreira política nesses futuros estados. No entanto, estes não ficam em cima do muro porquanto nada têm (de votos) a perder pois seu eleitorado está nas regiões a serem contempladas com a redivisão.

EU, que nenhum interesse pessoal tenho (meu título é do Paraná), me coloco do lado do povo daquelas regiões, tão abandonados por um estado ausente, que deixa correr solta a violência agrária, o desmatamento, trabalho escravo, além da ausência de direitos básicos às pessoas ali residentes.

Continuo pedindo permissão da jornalista para reblogar matérias como essa no meu blogue humilde.

ANTONIO Valentim
2Vizinhos - PR

Anônimo disse...

Então tá. Ficamos assim : o Pará, ou que dele restar depois do plebiscito expropriatório, deverá dar graças a Deus por ficar só com a casinha do cachorro, após surrupiarem a sua sala de visita, sua alcova, sua cozinha, sua varanda, sua despensa e até o mesmo o seu quarto de despejos. Fala sério: é Pará isso?

Anônimo disse...

Perereca minha querida,sou de Marabá e sou pela NÃO DIVISÃO, nós não coitadinhos como vc imagina,o que precisamos é de politicos sérios,com vergonha na cara e não de apoderar do dinheiro público como se fosse seu.Não tem divisão que dê jeito se o ser humano não for humano.O que se vê é só preocupação com que cargo vão se eleger.E a maioria dos politicos são de fora,já estão ricos,vc acha que terão compromisso com nossa gente?

Anônimo disse...

Sou do interior e vivo na capital, mas fico triste com os meus conterrâneos relegados ao ostracismo por parte das autoridades competentes. E, só apoio essa divisão porque já não vislumbro melhoras no interlan. E olha que já estamos na 2a década do século XXI! O que será das gerações vindouras ? Sem um estado atuante. O futuro de gerações estará perdido, se não acontecer mudanças imediatas. E só for para melhorar: SOU FAVORÁVEL À DIVISÃO DE MEU PARÁ. Não é mais possivel ver quase um milhão de paraenses na miséria, neste imenso território. Tenho vizinhos lá no meu interior que só não passam fome porque tem frutas no quintal, mas perpectiva de futuro não há. Enquanto elementos nocivos continuarem se locupletando no poder. Sou favorável ao divisionismo agora, por acreditar em melhores dias para minha gente. Fé no que virá.

Anônimo disse...

Engracado como sempre falam em novo celeiro eleitoral, em que os "espertos" politicos fazem a cabeca dos pobres cidadaos desinformados...

A grande maioria da populacao destes futuros estados anseiam pela divisao...

Mas se as dimensoes deste estado não justificam a ma administracao do governo, desafio a voces da capital a fazerem uma curta viagem de carro, de sua a capital Belem a Conceicao do Araguaia. Um conselho eu deixo, tragam jogos de pneus a mais, pois não ha rodovias conservadas, como fazem com a rodovia que nos leva a Salinas...

Cito aqui somente a situacao das rodovias, pois ja serve de exemplo para mostrar a omissao do estado.

Tanto que tivemos a federalizacao de uma rodovia, pois a situacao andava critica.

#estadodecarajasja

Anônimo disse...

Como pode ser sua sala de visita se você nunca limpa e faz os reparos necessários? O mal é esse, cuidam da casinha de cachorro como se fosse o único "cômodo" da casa.

Anônimo disse...

Vamos criar inúmeros novos estados, "pelo bem da população" e conseguir novas oligarquias criminosas,a exemplo dos siqueira campos e as kátia abreu no Tocantins e as oligarquias do Mato Grosso do Sul, que surgiram ultramilionárias de uma hora para a outra, às custas do contribuinte de todo o Brasil. Sedivisão significasse riqueza e melhoria de quallidade de vida para todos, o Brasil seria um paraíso. Quem "corajosamente" defende a retaliaçao do território, "corajosamente" está defendendo uma futura boquinha preciosa.

Yuri Anderson disse...

Deu vontade de queimar meu computador depois de ler os comentários.

Anônimo disse...

Oh Perereca, Jatene pisou forte no teu couro. Em vez de nos dar notícias da Assembleia, vens com a divisão do Pará.Que pena. Jatene gritou e tu mijastes na rabiola. Que pena. Gostaria que publicasses este comentário

Getúlio Theixeira disse...

Minha Cara Jornalista Ana Célia,

Como cidadão que lutou e viveu dentro dos movimentos de redemocratização do Brasil, sinto o dever de respeitar sua opinião, como sinto o direito de manifestar a minha.

Quando voce escreve que nós de Belém não conhecemos o Pará, não me sinto incluído em tal afirmativa. Tenho a impressão que voce baseia-se no seu conhecimento.

Dos 144 municípios, incluindo Mojuí dos Campos, conheço 116, em todas as regiões, o que representa um percentual de 80% do território paraense.

O que vejo nesses municípios?
Vejo a beleza natural, o potencial inigualável dos recursos hídricos e minerais e a pobreza, em muitos casos, a miséria.

Confesso que a pobreza e a miséria nessas regiões, embora me incomodem, não me assustam. Não me assustam porque não é privilégio desses municípios. Basta ir nas periferias de Belém, que lá encontraremos essas mazelas sociais e nem por isso querem criar novos estados.

E sabe porque não querem criar?
Porque ninguém está interessado em pobreza e sim, na riqueza. Pobreza existe em qualquer lugar, mas riqueza, não!

Getúlio Theixeira disse...

Minha Cara Jornalista Ana Célia,

Como cidadão que lutou e viveu dentro dos movimentos de redemocratização do Brasil, sinto o dever de respeitar sua opinião, como sinto o direito de manifestar a minha.

Quando voce escreve que nós de Belém não conhecemos o Pará, não me sinto incluído em tal afirmativa. Tenho a impressão que voce baseia-se no seu conhecimento.

Dos 144 municípios, incluindo Mojuí dos Campos, conheço 116, em todas as regiões, o que representa um percentual de 80% do território paraense.

O que vejo nesses municípios?
Vejo a beleza natural, o potencial inigualável dos recursos hídricos e minerais e a pobreza, em muitos casos, a miséria.

Confesso que a pobreza e a miséria nessas regiões, embora me incomodem, não me assustam. Não me assustam porque não é privilégio desses municípios. Basta ir nas periferias de Belém, que lá encontraremos essas mazelas sociais e nem por isso querem criar novos estados.

E sabe porque não querem criar?
Porque ninguém está interessado em pobreza e sim, na riqueza. Pobreza existe em qualquer lugar, mas riqueza, não!

Anônimo disse...

Muito coerente a sua posição caríssima.Quem vive no norte do estado não conhece quase nada do sul e sudeste do Pará, a não ser o que conhecem de jornais. A separação é um anseio da população não apenas de políticos que tentam paitalizar em cima dessa bandeira. sou de Marabá e como tal posso dizer o que é viver distante da corte, das dificuldades que as distancias superlativas nos impoe. Isso não nos tirará jamais o afeto pelo povo paraense. Mas, oficializar o que as condições dividiu é preciso.

Anônimo disse...

Anônimo das 10:36,

Vieste com uma mão na frente e outra atrás e agora estás cuspindo no prato que comeste, né malandro!
Quem tú és para falar dos moradores de Belém? Xô malandro! Vai passar fome na tua terra.
Mais: a palavra "maioria" concorda com a palavra "gosta" e, não, "gostam". PUTZ!

Paula Portilho disse...

Como paraenses que somos, devemos pensar o que é melhor para todos. Sou contra a divisão do Pará, sei dos sentimentos das populações das regiões que almejam a separação e por isso tenho convicção de que não só o lado técnico deve ser levantado mas o emocional também, mas acredito que possa haver um caminho para a melhoria de todas as regiões do estado, porque é óbvio que todas têm suas diferenças, particularidades e problemas. Todas. Mas devemos travar o bom combate. Se manter ou se separar pelas razões certas, pelos motivos corretos. E acima de tudo respeitar a opinião de quem pensa diferente. Vamos ao bom combate, meus caros.

Anônimo disse...

Celia, estamos falando de nosso estado, Pará, então fico pensando:"e o que restar, como vai ficar? Nós paraenses que somos, tratados como lixo pela bamda rica do Brasil, vamos nós tornar pedintes de um novo estado, que sera conduzido, por pessoas que nemparaenses são. Vá dá uma volta nestes lugares Celia, e voce vai ver que de Pará, só o território, o resto: Sul,Sudeste, Centro Oeste, mas Pará !!!!!
Voltem pro seu estado de origem, e tentem dividí-lo.

H

Paraense com Orgulho disse...

Nunca vi tanta baboseira escrita aos borbotões. É Ana Célia, teu cérebro é do tamanho do de uma perereca... Argumentos rasos e pífios.

Anônimo disse...

Acho que tem uma turminha precisando de uma gramática para escrever direitinho...

Anônimo disse...

Os paraenses ficam revoltados porque viemos de fora e conseguimos ser bem sucedidos e eles não. Vão chorar com o que sobrar do estado. Aqui não é mais território de vocês.

Anônimo disse...

11:11 PM, concordo com vc. Por isso nem perco meu tempo "jogando pérolas" a quem nada entende.

Anônimo disse...

Sou favorável a dividir geográficamente este estado, principalmente porque milhares vivem à míngua no Pará. Que tal lutarmos pelo território do Marajó ? Que tal o estado do Caeté (incluir todos os municipios da região) ? Que tal os estado do Guamá ? que tal o estado do Xingú ? que tal estado Metropolitano ? Com essa divisão, vai dar um bom caldo. Aí estamos no novo século.
Bjs

Reginaldo Ramos disse...

Sou a favor da divisão. Sou “du lado de cá”, dessas bandas, e, como você, não fujo do debate.

Cheguei a sugeri para o Parsifal uma medida judicial para impedir a antecipação de campanha que faz o jornal “O liberal”. Sei que as pretensões desse grupo não tem, sequer, o ufanismo que você bem detalhou no post anterior. ORM são movidas por coisa menos nobre, que certamente não é a mesma que move os paraenses que se manifestam, por enquanto, contrário á divisão.

Pela Constituição, não há dúvidas, todo o Pará deverá ser ouvido. Não apenas os moradores do sul e oeste do estado. Qualquer ilação em sentido contrário, não encontra correspondência a literalidade do parágrafo 3º do art 18 da CF.

Porém essa regra constitucional apresenta uma lacuna axiológica ( quando a regra não é justa), que talvez leve o STF interpretar o seu comando (interpretação autêntica = a constituição é o que o STF diz que ela é, mesmo que contrário a literalidade), para torná-la, digamos, menos injusta.

Penso que o direito da população do sul, sudeste e oeste de se ver separado do estado é um direito potestativo. Ou seja, a decisão cabe apenas a ele. A nós, a submissão.

Apesar da imposição que toda a comunidade seja consultada, o justo, no caso, é que apenas a população da região seja ouvida.

É o mesmo direito do cônjuge que pede divórcio. Se para o cônjuge requerente o divórcio representa um direito, para outro, a submissão (regra de direito potestativo, que não se pode contrapor). Não tem como o requerido opor objeção, não aceitar, contestar, etc..

Talvez o plebiscito, por decisão do STF, caminhe na direção de só escutar essa parte da comunidade paraense.

Imagine se o plebiscito nega a separação? A relação entres essas três macro regiões vai ficar complicada. A gente(dessa parte) vai impor ao povo dessa região o nosso querer unilateral?

Acho que a divisão é uma questão de tempo.

Eu, na moita disse...

Ei dona Perereca, diz aí:

com o LOTEAMENTO do Pará haveria maior desenvolvimento econômico em TODOS os Estados? A gente teria mais estradas asfaltadas e empregos? E a Saúde, Educação e Segurança Pública? melhorariam, heim?

E o que a gente responde pra esse pessoal invejoso que fica espalhando por aí que isso tudo não passa de mais um jeitinho de criarem mais vagas para Deputados e Senadores. Já pensou?

Esse pessoal que fica dizendo que é contra, tá querendo me convencer que eu teria que dar a minha parte de contribuição para sustentar mais MACHO ESCROTO que quer uma vaguinha na politica pra depois empregar a família e os amigos todinhos, que nem aquele deputado safadinho que guardava dinheiro na casa.

Ele dizem também que essa repartição da terra é numa base de 2 pra lá e 2 pra lá também. Que só vai sobrar porcaria aqui pra gente! Só pobreza, só miséria. A energia (passaríamos a importar), florestas e o que é bom, ai ficar por lá.

Eles falam também que querem enganar os bestinhas porque não existe um tal de estudos técnicos responsáveis dos impactos econômicos, tributários, sociais e ambientais pra sustentar que o bom mesmo é apartar.

Será? Será que os ricos iam ficar mais ricos do que já são? Ah, esses implicantes dizem também que se os nossos governantes fosses sérios, não haveria desperdício na aplicação de recursos públicos e aí todo mundo seria feliz, feliz!

Ah, dona Perereca escreve aí que isso tudo é mentira e que o loteamento é uma coisa bem legal.


Eu gosto tanto de ti, dona menina. Não quero nem pensar que essa divisão, loteamento, separação ou sei lá mesmo o que é, possa me impedir de ler as coisas que a senhora escreve sobre os políticos daqui. Os outros dizem também que a senhora vai se mandar pra outro Estado e arranjar um bom lugar por lá. Que é que tem, né? A senhora tem é que se dar bem, ora!

Só que a senhora nem mais ia se interessar em malhar os caras que fazem traquinagens do lado de cá. Ah, se isso acontecer eu nem sei o que sou capaz de fazer! Acho que ia ficar um mês inteirinho sem tomar açaí com jabá frito.
Credo!

Anônimo disse...

Ana, ridicilo o seu artigo. Trata-se de uma argumentação emocional, sem nenhum conteudo servivel para o assunto

Anônimo disse...

Ao Sr.Mestre Chico

Seu comentário foi muito coerente,realmente dividir apenas fragiliza e é o que Sarney e Campos querem bem como os que imigraram para cá e anseiam voltar ricos para seus estados de origens.
Existiam paraenses nativos nessas regiões e foram mortos a bala para se apropriarem de suas terras pelos que agora anseiam em dividir , aqui em Marabá todos lembram dos Mutram e do Miguel Pernambuco!
A Célia fala que o Duciomar foi reeleito , mais o Darcy do Peba e o Serrote de Muana também foram o que me faz crer que o problema é a tal condição de reeleição e não dos habitantes pois em todo Brasil 67% dos prefeitos foram reeleitos
Vamos fazer o seguinte, deixemos passar dois anos e se tiver um único município ( eu falo apenas um) dessas regiões onde os recursos não tenham sidos desviados ou mau aplicados dividimos!
Agora se existe hoje 3X fiscalizando e a coisa corre frouxa imagine quando for só 1 X fiscalizando!
Posso afirmar que hoje o estado do Para esta FALIDO e prestes a se tornar inadimplente para conseguir empréstimos ou financiamento, quando dividir quem fica com as contas pois se dividirem as contas hoje existentes os novos estados já começam falidos!
Seria muito melhor se a discussão fosse de como tirar o estado do buraco e não de dividir, afinal uma parte de nada é coisíssima nem uma.

Carlos Elói Ferreira
Morador de Marabá
Nascido em 04/10/1947 em São José dos Pinhais Paraná

Anônimo disse...

se a região do carajas fosse pobre o povo do para não seriam contra a emancipação. pelos comentarios,parece que os da região que vai ficar pro para vivem as custas do carajas. Estaão com medo de perder a teta? Deixem-nos viver em paz sem medo de ser carajaenses. A nossa realidade não tem nada a ver com belem, viva o carajas!!!!!!!!

Eu, na MOITA disse...

Ei dona Perereca, diz aí:

com o LOTEAMENTO do Pará haveria maior desenvolvimento econômico em TODOS os Estados? A gente teria mais estradas asfaltadas e empregos? E a Saúde, Educação e Segurança Pública? melhorariam, heim?

E o que a gente responde pra esse pessoal invejoso que fica espalhando por aí que isso tudo não passa de mais um jeitinho de criarem mais vagas para Deputados e Senadores. Já pensou?

Esse pessoal que fica dizendo que é contra, tá querendo me convencer que eu teria que dar a minha parte de contribuição para sustentar mais MACHO ESCROTO que quer uma vaguinha na politica pra depois empregar a família e os amigos todinhos, que nem aquele deputado safadinho que guardava dinheiro na casa.

Ele dizem também que essa repartição da terra é numa base de 2 pra lá e 2 pra lá também. Que só vai sobrar porcaria aqui pra gente! Só pobreza, só miséria. A energia (passaríamos a importar), florestas e o que é bom, ai ficar por lá.

Eles falam também que querem enganar os bestinhas porque não existe um tal de estudos técnicos responsáveis dos impactos econômicos, tributários, sociais e ambientais pra sustentar que o bom mesmo é apartar.
Será? Será que os ricos iam ficar mais ricos do que já são? Ah, esses implicantes dizem também que se os nossos governantes fosses sérios, não haveria desperdício na aplicação de recursos públicos e aí todo mundo seria feliz, feliz!

Ah, dona Perereca escreve aí que isso tudo é mentira e que o loteamento é uma coisa bem legal.


Eu gosto tanto de ti, dona menina. Não quero nem pensar que essa divisão, loteamento, separação ou sei lá mesmo o que é, possa me impedir de ler as coisas que a senhora escreve sobre os políticos daqui . Os outros dizem também que a senhora vai se mandar pra outro Estado e arranjar um bom lugar por lá. Que é que tem, né? A senhora tem é que se dar bem, ora!
Só que a senhora nem mais ia se interessar em malhar os caras que fazem traquinagens do lado de cá. Ah, se isso acontecer eu nem sei o que sou capaz de fazer! Acho que ia ficar um mês inteirinho sem tomar açaí com jabá frito.
Credo!

Anônimo disse...

Ana,
Não tenho uma opinião formada sobre essa divisão. Gostaria realmente de conhecer os dados técnicos, os reflexos da divisão na vida das populações que viverão nos 03 estados, para poder me posicionar.Mas, lendo o seus posts a respeito e a caixa de comentários, me veio uma dúvida: se a solução para acabar com a pobreza é a separação. Então, por que não separamos o Norte do Sul do Brasil? Ou nós que vivemos aqui, seja na capital ou no interior, fazendo parte desse imenso país continental, não somos tbm relegados à segundo plano pelo Governo Central? Quantos presidentes do Norte nós já tivemos? Não é o nosso minério, a nossa pecuária, que ajudam a elevar o saldo comercial brasileiro? E onde estão louros por isso. Se o gigantismo é um entrave para o fim da pobreza, deveríamos então retalhar o Brasil para que os cidadãos do Norte, Centro e Sul vivam em igualdade de condições? Para que nossa representação política central fique mais perto dos que mais precisam? Bem... não é provocação, é reflexão. "Livre pensar é só pensar".
Indecisa

Anônimo disse...

www.soldocarajas.blogspot.com

Blog de política, pega no pé de corrupto, apoia o Estado dos Carajás.

De tanto ler a perereca!

Anônimo disse...

Pelo menos aqui na Perereca a maioria disse não a divisão...E eu vou junto.. Eu também digo NÃOOOOOOOOO!!!!!

Anônimo disse...

Olha só essa Noticia Prá ti ver quantos tramam a Divisão, Sem a participação do Povo.


“Carajaenses” montam estratégias para plebiscito

Começou a mobilização dos defensores do Estado de Carajás para organização de comissões encarregadas de repercutir o plebiscito, nos 39 municípios do Sul e Sudeste do Pará.

Primeira reunião está ocorrendo agora, em Marabá, com as presenças de prefeitos, deputados federais e estaduais, além de lideranças comunitárias.

Deputados Asdrubal Bentes (PMDB) e Giovanni Queiroz (PDT), além do presidente da AMAT, Luciano Guedes, prefeito de Pau D´arco, explicaram à plateia de cerca de cem pessoas que a estratégia, daqui pra frente, é torcer para que a homologação do plesbiscito, a ser referendada pelo presidente do Senado, José Sarnry, fique sobrestado tempo suficiente para que os organizadores da luta pelo Estado do Tapajós se rearticulem, no Senado, buscando imediata alteração no texto da lei que foi devolvida, no sentido de que as homologações dos dois plebiscitos ocorram simultaneamente.



Na visão dos parlamentares, a realização do plesbiscito de Carajás precisa ser aplicada simultaneamente a do plebiscito de Tapajós.



Mais tarde, o blog volta atualizando informações sobre o encontro que ocorre agora na cidade.

——————–

Atualização às 16:21

Projeção dos coordenadores do movimento pró-Carajás prevê valor mínimo de R$ 30 milhões, os custos do plebiscito, caso a campanha seja realizada em todo o Estado. “Se a consulta ficar limitada à área emancipacionista, teremos custos bastante reduzidos”, esclareceu Giovanni Queiroz.

As dúvidas sobre a extensão geográfica do plebiscito cercam também os próprios coordenadores. Ninguém tem garantias de afirmar que a consulta será restrita apenas aos Sul e Sudeste do Pará. Quem usou o microfone para dar seu recado manteve cuidados para não fazer declarações definitivas sobre o assunto. Apenas o deputado Asdrubal Bentes, advogado, defendeu a tese de que a Constituição Federal “será respeitada”, e o plebiscito ocorrerá tão somente nas regiões emancipacionistas.

O deputado federal eleito por Marabá, a propósito, fez questão de se posicionar quanto as razões que o levaram a trocar a Câmara Federal pela secretaria de Pesca do Estado – tema recorrente em Marabá recheada de críticas a Asdrubal, que ao se licenciar da CF deixou o município sem deputado federal efetivo , em Brasília. “Como secretário, sou um ponta-de-lance para defender a nossa luta, em todos os municípios do Estado”, considerando a sua condição de secretário, percorrendo as 144 unidades municipais paraenses.

Anônimo disse...

o fato político que dominava o cenário era a corrupção da ALEPA,até a semana passada, que estava acuando o PMDB. Agora o que está em pauta é esse assunto do plebiscito e a questão da Vale com Parauapebas.

Fica evidente que o PMDB "fabricou" esse fato político. Jader provavelmente articulou junto ao Sarney para que ele cometesse essa barbaridade política de colocar em pauta, na surdina, a aprovação desse plebiscito. Jader demonstra mais uma vez que pouco se importa com o resultado que isso terá para o estado, tanto político quanto econômmico, o importante é criar um fato grande o suficiente para dividir as atenções com o escândalo da ALEPA.
o PSDB deve ter sido o responsável em "patrocinar" essa reportagem panfletária da Veja sobre Parauapebas, também com o mesmo objetivo. Ou seja, desviar a atenção da mídia para outros fatos políticos.

Anônimo disse...

Eu digo Não a Divisão porque, os políticos estão querendo dividir, pelos seus próprios interesse de ter mais cargos, todos que estão pobres vão continuar pobres porque eles, esses políticos só pensam neles. Porque não trazem melhorias e recursos para o Estado do jeito que está? Não trazem porque só estão pensando neles e em mais cargos. Abram os olhos povo paraense é mais uma enganação.Esses políticos e as pessoas que estão querendo a separação nem são do Pará como esse Giovai Queiroz. Sabe o que é, está acabando o espaço para essas velhas raposas e por isso estão procurando outros meios. Eu sou do interior e concordo com o Anônimo de 6:39. É tão bom quando vamos para o interior e encontramos PAZ que muitos munícipios tem ainda. Não concordo que é o pessoal de Belém que não quer pois sou do interior de um dos estados que os "políticos" estão querendo criar e eu digo Não se for preciso Mil vezes direi e eu espero sinceramente que todos digam Não.

Anônimo disse...

parabens cara jornalista, finalmente encontrei em belem alquem que pensa antes de escrever, sinto orgulho de ser paraense de alenquer, sempre serei paraense, porém se essa regiao oeste do pará, é um peso para a capital porque nao a separacao

Matheus disse...

Sou totalmente favoravel, vejo pessoas falando como se o Pará fosse territorio excusivo deles,por acaso tem que ter passaporte para entrar no Pará?
Se gostavam tanto dessas regiões porque não foram trabalhar nelas quando não tinha nada?
O comentario da blogueira foi muito feliz,a divisão do PA vai beneficiar e muito os moradores das regiões sul, sudeste e oeste.Com a divisão uma infraestrutura terá que ser investida, coisa que não iria acontecer nunca com esses governadores.As universidades do sul e sudeste do PA são sucateadas, principalmente a UEPA, a região sudeste do PA tem aproximadamente a mesma população do Tocantins, enquanto eles tem mais de 5 cursos de medicina nós não temos nenhum.
Sou de Marabá, minha família é uma das pioneiras nesta cidade, tenho parentes em Belém e sou 100% favoravel, sugiro que os contrarios a divisão do PA façam uma visita a cidade de eldorado dos carajás, ou que tente ir de carro de Marabá para Parauapebas,Altamira, Itupiranga.
A maioria defende os interesses da minoria dominante, talvez sem saber!
SOu de Marabá, não tenho parantes no sul ou sudeste do Brasil antes que alguém venha com aquele discurso preconceituoso...
Voto sim a divisão do Pará

João Dias Aragão disse...

Admirável Perereca,

Por meio do blog do hiroshi, meu conterrâneo, terminei por descobrir o seu. Postei uns dois ou mais comentários acerca da separação dos Estados (PA) versus Carajás.
Lendo a sua matéria me vi obrigado a manifestar minha humilde opinião, até porque, sou nascido e criado em Marabá (1954). Naquela época, Marabá era, de fato, uma criança abandonada e problemática. Ningúem queria adotá-la. Só tinhamos o ensino fundamental, antigo ginásio. Os velhos pioneiros (Mutrans, Abades, Almeidas, Rosas, Gomes, Maias, Leitão, Virgulinos, Moraes, Valentes, Barradas, Mirandas e, muitos outros), com seus familiares, comeram o pão que o diabo amassou e souberam fazer de Marabá a cidade que hoje é motivo de interesse de todos os gêneros. Acompanho atentamente as opiniões sobre a matéria, contudo, as declarações pró separação, na sua maioria é de pessoas das mais variadas regiões do Brasil. De Marabá mesmo e, principalmente dos descendentes dos pioneiros, eu ainda não conheço. Eu, como parte legítima, voto contra a separação, e trabalho por isso.

Finalizando, permita-me dizer que a grande massa envolvida no processo, não tem conhecimento ou acesso as informações técnicas na forma da lei (Lei. 9.709/98) que regulamenta o dispositivo constitucionalnão. Nesse sentido, sinto-me no dever de destacar partes da referida Lei, para conhecimento de todos.
Votação: “Na mesma data e horário em cada um dos Estados” …
Quem vota: ” entende-se por população diretamente interessada tanto a do território (= Estado) que se pretende desmembrar, quanto a do que sofrerá desmembramento”…
Espero ter contribuído para o exercício da soberania popular.
Sds.socialistas.
Tijuca,RJ
João Dias Aragão
Adv.Serv. Público Federal.

João Dias Aragão disse...

Caro Matheus,

Provavelmente você não é do meu tempo mas, posso recordar, ainda que minimamente, pare passo, um pouco do que era Marabá no meu tempo de menino: Transporte era canoa e, às vezes cipó, febre amarela e malária (tive duas vezes); ensino só de primeiro grau (antigo ginásio), como tantos outros colegas de época, comemos o pão que o diabo amassou. Trabalhei na ACARPARÁ (1974), transamazônica (Itupiranga, Jatobal, Jacundazinho, Jacundagrande, Bacuri, Cajazeiras, Repartimento, Aratau, etc.). Entendo que, o grande mérito pelo que Marabá e região alcançam no cenário político e econômico deve ser atribuído a um processo globalizado pelas suas riquezas naturais, somada a luta e a coragem dos pioneiros (Mutrans, Abbades, Mirandas, Ferreiras, Maranhão, Pinheiros,Almeidas, Virgulinos,Chaves, Valentes, Barradas, Gomes da Silva, Américos, Leitão, Maias, Rosas, e muitos outros castanheiros e comerciantes de uma época muito pouca mencionada) e seus familiares e, não, aos separatistas que, sequer conhecem a nossa história. Note que São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, se fosse o caso, há muito já seriam tantos quantos novos Estados. Saiba que separados ou não, seremos sempre marabaenses e tudo faremos para que Marabá e os Municípios envolvidos no processo tenham o progresso que merecem, a altura de suas pujanças, na medida da soberania pópular popular que nos obriga.

Sds.marabaenses

João Dias Aragão disse...

Admirável Perereca,

Em defesa do Pará, como um todo.
(Marabaense nativo desde 1954, comeu o pão que o diabo amassou).

Permissa venia, em matéria de separação dos Estados (PA) e Carajasdrúbal, uma pausa se faz necessário para reflexão com o poema:

"O pão que o diabo amassou"

"Se passas a vida a rir,
Tu não passas de um bobo.
Mas momentos hão-de vir,
Em que terás que ser um lobo.

Na vida não fiquei (modifiquei)parado,
Mas sempre, sempre a lutar.
Por isso, ando cansado.
Luto, sem nada alcançar.

(... retirei...)

Eu nasci e cresci consciente (acrescentei.
Mas o homem político (acrescentei) me condenou.
A comer o pão duro,
Pão que o diabo amassou.

Por comer tanto pão duro, quando tinha (acrescentei),
Pão que o diabo amassou.
Eu fiquei homem maduro,
Por tudo o que já passei (mudei).

(... retirei...)

Eu tenho força de viver.
E forças para lutar.
Um dia hei-de vencer (profissional e economicamente realizado - acrescentei).

Recordar, na vida que me resta,
O que a vida de bom me deu.
Esquecer o que não presta,
E tudo o que não é meu.

A vida é imprevisível.
E nisso tu podes crer.
Na vida só é visível,
Aquilo que podes ver.

Ver para crer,
É profecia de S.Tomé.
Vê o que puderes ver,
É profecia cá do Zé.

zeninumi 24/8/2007


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=15849#ixzz1MSlT8cBj
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Sds. marabaenses.
João Dias
Tijuca,Rj.

Anônimo disse...

Admirável Perereca,

Será que meu comentário postado em 15/05/11,entre 17 e 20 horas, acerca da separação dos Estados (PA) e Carajás não foi aprovado pelo administrado do Blog? ou é ofensivo ao exercício da soberania popular nos termos da lei.

Entendo que mereço resposta.

Sds. socialistas

Anônimo disse...

Nasci em Belém mas fui criado em Marabá. Meu voto para a criação do estado de Carajás é SIM quantas vezes for preciso.
E como milhares de outras pessoas que moram aqui.
Esse é um direito nosso que amamos o Pará e somos paraenses de coração mas que queremos ver o progresso e não o regresso gradativo dessa região.

Anônimo disse...

Nasci em Belém mas fui criado em Marabá. Meu voto para a criação do estado de Carajás é SIM quantas vezes for preciso.
E como milhares de outras pessoas que moram aqui.
Esse é um direito nosso que amamos o Pará e somos paraenses de coração mas que queremos ver o progresso e não o regresso gradativo dessa região.

Anônimo disse...

Eu não creio no que li ...vc acha que esses deputados (estaduais e federais ) estão preocupados com o PARÀ ?! Eles não precisam se expor ( como dito por vc ) pq são eleitos por essas regiões na qual alguns já foram prefeitos e nada fizeram . A clareza é que iludem ao povo dizendo que vai sobrar emprego e na verdade querem os cargos ( serão criados : tribunais de contas , secretárias de estado , orgãos fiscalizadores , poder legislativo entre outros ...) me diga qual desses deputados a favor da divisão fez algo pelo Pará e pela sua região ?! Têm alguns que nem paraense são ...se fosse melhorar ( dividir ) o AMAPÀ seria uma potência !!! W.L

Ativista politico disse...

Olha, sou marabaense, tenho 21 anos e sou totalmente a favor da divisão do estado. Se vcs poderem observar, os menores estados do Brasil são os MAIS desenvolvidos. Isso é uma questão de sensatez, apos a divisão o pará não perderá absolutamnte nada, pelo contrario, terá menos municipios para administrar e assim dar mais atenção aos seus habitantes, o mesmo acontecerá com Carajás teremos o governo proximo de nós (A CORRUPÇÃO TABÉM ESTARÁ MAIS PERTO) mas mesmo assim poderemos cobrar com mais rapidez os investimentos em saude e educação. Vi um breve comentario de que será que "os estados conseguiriam sobreviver apos a divisão". O estado novo separado atravez de um plebiscito, fica na tutela do Governo federal por dez anos podendo ser prorrogado por mais dez anos. Mas esse não é o caso, temos condições de sobreviver e fazer investimentom em nossa região sem medo de darl algum problema!
Abração!
Cidadão Marabaense com opiniao formada.
Viva o desenvolvimento de todos nos!

Anônimo disse...

Parabéns Ana por sua opinião, agora aos que acham que a divisão não muda a vida de quem mora no interior do Pará deixo a seguinte questão: 1 - Qual a sua opinião de pudessemos mudar de lugar os shoppings, cinemas e teatros da Capital para nossas cidades do interior?. Sentiria falta não eh? não aceitaria jamais!. Pois então, deixe meu dinheiro que pago em impostos voltar para a minha cidade para que eu também possa ter meu shopping, meus cinemas e pelo menos um teatro. Acredito que com a divisão será muito maior as chances de entrar investimentos e melhorar muito a vida de quem mora em Carajás.

Anônimo disse...

sou contra a divisão,mais cargos politicos,é tudo o que esses fdps de outros estados que moram nessas regiões querem..

Pará eu te quero grande

a maioria vai votar Não...

Anônimo disse...

Pois é, o pessoal do interior vota bem, elegeu o Jader Barbalho com mais de um milhão de votos. Aqui em Belém ele não se elege nem para ser gandula.

Anônimo disse...

Pará te quero GRANDE!!!
http://www.facebook.com/event.php?eid=186617218059526
http://www.facebook.com/groups/223986687634233/

Anônimo disse...

Pará te quero GRANDE!!!
http://www.facebook.com/event.php?eid=186617218059526
http://www.facebook.com/groups/223986687634233/

EDUCADORES DE PORTEL disse...

Parece que a síndrome da separação não vai parar nunca, uma vez que iniciou nos tempos do Tratado de Tordesilhas e se perpetuou até 33 anos atrás com a divisão do estado de Mato Grosso, nos idos tempos da ditadura OFICIAL, e mais recentemente ao do estado do Maranhão e Goiás, onde surgiu o Tocantins pelas mãos do então presidente Sarney. E interessante, o cara que fez toda a articulação política para isso virou governador de Tocantins. Pensem, portanto, que grana poderá ser torrada por interesses que costumo dizer que não se enxerga aquilo que os olhos vêem. Afinal, pelos comentários se observa, todos entendem que há uma má utilização dos recursos públicos. Portel está alijada do processo, ficaria na região do novo Pará, mas ninguém vive brigando por isso, uma vez que a nossa riqueza maior não é a mineral, é velha causa de morte no campo: terras e florestas nativas e suas árvores cobiçadas. Nosso minério é o seixo, areia, terra preta... Nossa vida é segue isolada por uma estrada que nunca liga a Tucurui, apesar de termos tantos homens com poder para isso. Assim,penso que tamanho de território não é o problema, mas tamanho de responsabilidade e respeito com o povo eleitor.