Ban

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A violência da PM de SP contra a manifestação #ForaTemer e pelas #DiretasJá. Globo tenta criminalizar manifestantes, mas testemunhas garantem que protesto foi pacífico. Polícia deteve e mantém incomunicáveis mais de 20 secundaristas.






Leia no Face da Perereca as informações sobre a violenta repressão da Polícia Militar de São Paulo à manifestação que reivindicou #ForaTemer e #DiretasJá, neste domingo, 4 de setembro, na capital paulista.

A repressão ocorreu quando o protesto já havia acabado e as pessoas se dirigiam ao metrô, para retornar as suas casas.

Foram usadas bombas de gás, balas de borracha e jatos de água até contra cidadãos que se encontravam  em bares, no Largo do Batata.

O metrô foi “inundado” pelo gás lacrimogêneo e várias pessoas passaram mal. 

Uma passageira de um ônibus, que se encontrava às proximidades do Largo do Batata, também teve de ser socorrida.

Há informações, ainda sem maiores detalhes, de vários feridos.

Um repórter da BBC também foi agredido a golpes de cassetete, por policiais.

Mais cedo, a polícia deteve 20 estudantes secundaristas que se dirigiam à manifestação.

À noite, eles ainda permaneciam detidos e a polícia não permitia o acesso de advogados e familiares, e nem mesmo de um defensor público.

Mesmo com tudo isso, diz a Revista Fórum, a Globo tentou criminalizar os manifestantes, para justificar a repressão policial.

No entanto, várias testemunhas garantem que houve violência gratuita por parte da PM.

Seguranças do metrô chegaram a desmentir a PM, que alegou a tentativa de depredação de uma linha do metrô, por manifestantes, para justificar a repressão.

Nas estimativas dos organizadores do protesto, mais de 100 mil estiveram na avenida Paulista.

Manifestações #ForaTemer e pelas DiretasJá também reuniram milhares, neste domingo, em Florianópolis, Rio de Janeiro, Curitiba e até no exterior.

Ainda nas redes sociais, um vídeo que mostra um soldado da PM atirando, com bala de borracha, em um manifestante do #ForaTemer, em Belém, na última sexta-feira (02), e agressões aos advogados que tentavam impedir a repressão ordenada pelo governador do Pará, Simão Jatene. 

Um comentário:

Anônimo disse...

foi pacifico os bancos se auto-apedrejaram