Ban

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Ophir Loyola chama pacientes para consultas em radioterapia



Dia 8 de abril é o Dia Mundial de luta contra o Câncer. Neste sentido, o Hospital Ophir Loyola, que atende 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS) os cidadãos dos 144 municípios paraenses, solicita que pacientes do interior do estado e da Região Metropolitana de Belém compareçam o mais breve possível no hospital, para antecipar a primeira consulta médica em radioterapia.


Além de Belém, o hospital está convocando pacientes dos municípios de Cametá, São Miguel do Guamá, Soure, Ourilândia do Norte, Igarapé-Miri, Breves, Capitão Poço, Igarapé-Açu, Acará, Redenção, Marituba, Castanhal, Moju, Concórdia do Pará, Jacundá, Barcarena, Tracuateua, Nova Ipixuna, Garrafão do Norte, Santarém Novo, Santa Isabel do Pará, Abaetetuba, Magalhães Barata, Marabá, Canaã dos Carajás, Primavera, Vigia, Santa Luzia do Pará, Pau D'Arco, Tucuruí, Capanema, Bragança, Salinas, Viseu, Santa Cruz do Arari, São Francisco do Pará, Paragominas, Baião, Rondon do Pará, Nova Esperança do Piriá, Irituia, Ananindeua, Marapanim, São Caetano de Odivelas e Bujaru.


Os pacientes devem procurar o setor de marcação de consulta do Ambulatório do Hospital, com sua documentação, de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h, na Tv. 14 de abril nº 1464, bairro de São Brás, Belém/PA. Estes pacientes, por motivos diversos como o fato de alguns não possuírem telefone, não estão sendo localizados pela equipe de Serviço Social.


De acordo com o diretor geral Paulo Soares, o hospital já normalizou o atendimento de pacientes em radioterapia. "A convocação está sendo feita antes mesmo da instituição de saúde inaugurar um dos maiores e mais modernos parques radioterápicos do Brasil".


O Hospital Ophir Loyola, referência em oncologia na rede de saúde pública, informa que está trabalhando com a capacidade máxima para cuidar das pessoas e a média atual de atendimentos em radioterapia, no momento, tem sido de 115 pacientes novos por semana, além dos que já estão em tratamento. O HOL aguarda todos os pacientes dos municípios citados acima que, podem obter outras informações pelos telefones:


3342-1362 na Coordenação do Ambulatório


3342-1357 no Setor de Serviço Social da Radioterapia


3342-1363 no Serviço Social do Ambulatório.



(Fonte: Ascom/HOL)

2 comentários:

Anônimo disse...

Tá na Folha de São Paulo de hoje: Por falta de recursos financeiros, o GP de Atletismo não será mais realizado em Belém.
Mais uma vergonha para o nosso Estado. Já perdemos a Copa e agora também perdemos o atletismo.
O GP, que colocou o Pará no mapa mundial do atletismo e servia para divulgar o Estado internacionalmente e de forma positiva, vinha sendo realizado em Belém desde 2002.
Grandes nomes do atletismo mundial passaram por aqui. Agora, o GP vai para o Rio de Janeiro.
Olha o que diz a matéria da Folha

" O GP Brasil de atletismo deixará de acontecer neste ano em Belém --será disputado no Rio, em 23 de maio. A reportagem apurou que foram motivos financeiros que impediram que a capital paraense organizasse mais uma edição do meeting.

O GP Brasil integra o circuito da Iaaf (a federação internacional de atletismo) que reúne os principais meetings do mundo.

No ano passado, em Belém (que perdeu para Manaus a disputa para ser a sede da Copa de 2014 na região Norte do país), a competição contou com presença de seis campeões olímpicos, quatro deles vencedores nos Jogos de Pequim-2008.
A reportagem tentou contato com a Secretaria de Esportes e Lazer do Pará durante a tarde de ontem. Mas ninguém atendeu os telefonemas e tampouco respondeu o e-mail enviado. "

Anônimo disse...

Carta Aberta a Governadora Ana Júlia

Algumas perguntas inquietas de um estudante paraense de marketing que quer continuar a trabalhar e a viver de comunicaçao no Pará. As peguntas foram enviadas para o blog da governadora e não foram publicadas ou respondidas, por isso estão sendo enviadas para outros blogs. Quem sabe assim não consigo ouvir ou ler a posiçao da governadora sobre o tema aqui tratado.

Governadora:

1. Por que a senhora se dedica a desmoralizar o mercado publicitário local chamando para o nosso território uma agência de fora, conhecida por predar mercados, que vai disputar contas aqui e pagar o ICMS para a Bahia?
2. A senhora não acha que essa prática não apenas contradiz seu discurso de valorizaçao dos paraenses, mas rompe com uma tradição de todos os governos que a antecederam, que sempre trabalharam exclusivamente com empresas de publicidade paraenses, inclusive nas campanhas eleitorais, contando com o concurso de empresas de fora apenas na área de consultoria?
3. Como alguém que licita oito agências paraenses no fim as descarta em nome de um negócio milionário com uma agência de fora, que vai prejudicar o nosso mercado inteiro, responsável pelo emprego de milhares de profissionais? A senhora acha que as agências locais são todas incompetentes?
3. Como uma agência de propaganda que nem foi classificada na licitaçao - a DC3 só foi contratada porque as agências Bastos e Estratégia foram eliminadas - se tornou, de uma hora para a outra, a principal agência da Secom? A senhora não acha que a Mendes, que ficou em primeiro lugar na licitaçao, poderia questionar judicialmente essa irregularidade?
4. Com essa "Operaçao Link" (chamada nos bastidores de "glaucoduto") a senhora não vê que está diante de um novo escândalo, similar ao Kit Escolar? Ontem a agência DC3 , de Glauco Valente, fez uma declaração pública de que foi ela, e não o governo, quem contratou a Link. Como, se a carteira de clientes dessa agência é composta de micro-empresas e o único cliente grande é justamente o seu governo? A declaração da DC3 se choca com a declaraçao da Link, que afirma em seu blog que está no Pará para fazer a sua campanha. Ora, se a DC3 contratou a Link para fazer a sua campanha e o único cliente grande que a DC3 tem é o seu governo, não é dificil perceber que quem está pagando a Link para fazer a sua campanha é o governo, através da DC3. A senhora não tem medo de que, com isso, em caso de vitória, seu mandato possa ser cassado?
5. Há um único dia, senhora governadora, em que trapalhadas como essa, em que o público e o privado se misturam, não sejam cometidas em seu governo? Onde está a matriz dessa fábrica de trapalhadas? Talvez a sua principal ação política agora seja localizar essa fonte. Sem isso, a senhora será incapaz de vencer.

Agradeço por sua atençao.

Oswaldo Santos de Freitas, paraense, estudante do mestrado (MBA) da Fundaçao Getúlio Vargas.