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quinta-feira, 11 de março de 2010

PSL decide disputar o governo do Pará



A executiva nacional do Partido Social Liberal (PSL) se reuniu no dia 4, em São Paulo, e decidiu que o partido vai disputar as eleições para o governo do Pará com candidato próprio. O empresário Luiz Carlos Tremonte, atual presidente da legenda no Estado, foi oficialmente convidado para ser o pré-candidato a governador pelo partido e aceitou o convite, faltando agora seu nome ser aprovado em convenção partidária a ser realizada até o final de junho.


A notícia está aqui, no blog de Tremonte: http://www.tremonte17.blogspot.com/


Além do Pará, o PSL terá candidato a governadores em mais sete estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Brasília, Goiás, Maranhão e Santa Catarina. Terá também candidato próprio a presidente da República, que será o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Américo de Souza. O lançamento de candidaturas majoritárias no cenário nacional e em oito estados faz parte da estratégia de crescimento do partido, que nas últimas duas eleições presidenciais teve como candidato o ex-deputado federal Luciano Bivar, presidente nacional da legenda.


O Pará é um dos estados com melhores chances de o partido obter êxito, segundo avaliação feita pela executiva nacional. A análise é que o estado hoje possui um vácuo político que pode ser ocupado por uma nova liderança. “Aceitei com humildade ser o pré-candidato do partido a governador. Como presidente do partido, estamos trabalhando duro neste projeto, estruturando os diretórios municipais e excluindo algumas pessoas que não tinham comprometimento algum com o partido”, disse Tremonte.


Tremonte nunca foi candidato a cargo político e sempre atuou no setor sindical empresarial. É o atual presidente da União das Entidades Florestais do Estado do Pará (Uniflor) e se destacou como um dos principais críticos à política ambiental implantada na Amazônia, segundo ele engessante economicamente e ineficaz do ponto de vista ambiental. Também é um crítico contundente do governo Ana Júlia, que segundo ele traiu o setor produtivo do Pará, deixando milhares de pessoas na miséria.


O próximo passo do partido agora é aprofundar as articulações junto a outros partidos para fechar um arco de alianças que permita dar mais competitividade à candidatura própria. “Temos muitos partidos que são considerados pequenos pelos outros, mas nós não pensamos desta forma. Sabemos da grande importância destes partidos e das pessoas que estão neles e queremos caminhar juntos nesta missão. Vamos construir um projeto político verdadeiramente coletivo”, disse Tremonte.



(Fonte: Assessoria do PSL)

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