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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Rêmora1

Rêmora I



Miguel Thadeu Rosário da Silva, Thaís Alessandra Nunes e Cláudia Cristina Alencar que depuseram, hoje, no processo decorrente da “operação Rêmora” não podem acusar ninguém.


Teriam dito que sofreram até “pressões psicológicas” da Polícia Federal.

Mas, se esqueceram de dizer que foram sócios, sim, de várias das empresas listadas no processo – e de outras tantas que ficaram de fora, sei lá por quê...

É fácil: basta pegar a constituição societária da Promev, Lê Chalé, Tática (as várias), Adlim e outras – várias outras...

Lembro que Miguel Thadeu era, apenas, nos idos dos anos 90, dono de uma firma individual, no Baixo-Amazonas, chamado “restaurante do Thadeu”. Ou alguma coisa assim.

Depois, milagrosamente, apareceu, se não estou enganada, como sócio da Tática.

Miguel não era apenas motorista: era segurança de Chico Ferreira. E, ao que consta, um elemento barra pesada.

E um elemento a quem, se eu fosse o MP, ofereceria o benefício da “delação premiada” – a ele, sim...

Thaís, que depois eu soube trabalhar na Service Brasil, aparece, também, em várias alterações societárias do grupo.

E Cláudia Cristina foi sócia de várias empresas, inclusive da enrolada Promev (aquela das cartilhas do “Novo Pará”, junto com José Clóvis Ferreira Bastos, irmão de Chico Ferreira).

Está tudo documentado; basta o MPF, o MPE e a PF quererem, de fato, pegar.

É começar pela Tática e pela Service Brasil, aparentemente, as empresas mais antigas do grupo.

Fazer uma tabelinha básica: Quem é quem, CPF, endereços (um item interessantíssimo...), empresas em que aparece, condição (função).

E rastrear, na Jucepa, no INSS e na Receita essas empresas, não apenas por “pessoa jurídica”, mas, também, por “pessoa física”.

Têm o MPF, o MPE e a PF bem mais condições que eu, humanas e materiais.

Se eu cheguei lá, eles podem chegar, também, se quiserem...

Só para lembrar: quando disse aos “coleguinhas” jornalistas do “interesse social”, é isso aí...

E eu só fico é pensando o porquê de ter sido afastada, “coincidentemente”, da cobertura da Rêmora...

Égua, mano, que isso tá começando a parecer é com “Os Intocáveis!”...

Só espero é não acabar que nem o Sean Connery...

FUUUUIIIIIIII!!!!!!!

2 comentários:

Anônimo disse...

Caríssima amiga Ana Célia: receba minha solidariedade. Seu trabalho no acompanhamento da Operação Rêmora é exemplar.
Um grande abraço.
Ronaldo Brasiliense

Anônimo disse...

Ana,

Nunca consegui entender você no Diário. Aquilo não é sua praia e aquele ambiente não condiz com sua cabeça.
Só isso já basta para dizer-lhe:
Viva a Ana Céçia "