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domingo, 12 de agosto de 2007

Para o Baratão

Sem mágoas




Baratão:


Acho muito bacana o novo tom que estás a dar ao teu blog. Estás a ter mais cuidado com as afirmações que fazes. E isso é muito legal.

Relevo o fato de continuares a me chamar de “Cascão”. Foi até bom, aliás. Já vi uns homões se aproximando de mim, só pra sentir o meu cheirinho gostoséssimo. Achei foi bom...O que é que eu posso fazer?

Não tenho raiva, ódio de ti. Não quero esse tipo de sentimento no meu coração.

Creio que podes vir a ser um bom jornalista – já apostaste em mim, também, não sei se te lembras.

Precisas é te conduzir como agora. Maneirar. Embora ainda precises parar com essa história de ficares futricando a vida alheia...

Parabéns pelo novo estilo. Gostei. Vou virar tua fã.

3 comentários:

Anônimo disse...

Opa! Eu também quero dar uma fungada n´A perereca da vizinha"!!!

Anônimo disse...

BAIXARIA – Ponto final

Também não vou ressuscitar o imbróglio envolvendo a desclassificada da Ana Célia Cascão, mesmo porque estaria nivelando-me por baixo, diante da vulgaridade daquela excrescência, sempre em busca de notoriedade fácil.
De resto, seria condescender demais perder meu tempo com uma fracassada, ressentida pelas obscuras origens, que faz da comiseração seu ganha pão e que é também desprovida de qualquer noção de respeito, até porque não respeita sequer a si própria, como bem podemos concluir pelos termos do ataque contra mim desfechado.
Resumindo, só tenho a acrescentar uma breve observação: vá se catar, sua ordinária imunda!

Ana Célia Pinheiro disse...

Baratão:

Não adianta tentar ser educada contigo. És mermo um verme, um covarde. Como já disse antes - e insistei, sempre - és uma pica paraguaia.
Quem tem "origens obscuras" - seja lá o que for que isso signifique - és tu, um dedo-duro da ditadura militar (como me disseram umas fontes em "off", ou seja, sob a condição do anonimato...).
Quem faz da comiseração um ganha-pão és tu e os outros da tua marca, que não passam de uns serviçais. Uns sujeitos que se abaixam tanto, que deixam até o contínuo morto de vergonha. Quem não tem noção de respeito és tu e os merdas iguais a ti, da mesmíssima escola, que precisam viver pendurados no saco do poderoso de plantão, para não morrerem de fome. Quem é vulgar e uma excrescência és tu, que, em troca de qualquer ossinho vagabundo de prestas a qualquer servicinho imundo, da mesma forma que as outras porcarias da tua escola.
Tu - e só tu - és um merda. Te convence disso, cara!
Ah, é claro, há outras porcarias iguaizinhas, que, apesar de fazerem de conta que brigaram contigo, se ressentem por ti.
Mas, é claro, vocês são idênticos, vocês se entendem, não é mermo?
Eu, cara, não preciso disso, graças a Deus!
Tem um cara lá em cima, bem lá em cima, que me fez melhor do que tu.
Até porque se fosse igual a ti e aos teus companheiros já teria me matado.
Deve ser muito triste ter de rastejar para conseguir, todos os dias, um naco de pão bichado, não é mermo?
Deve ser horrível não saber fazer mais nada na vida a não ser se abaixar, quase que instintivamente...
Vai fundo, maninho, para não morreres de fome, não é mermo?
De todo o coração, desejo sorte a ti e aos outros iguais a ti.
Rasteja, maninho, rasteja. É da tua essência rastejar. Está em ti. Isso, ninguém te tira.
Força! Quem sabe as pessoas acreditem, um dia, que os vermes têm alguma importância no mundo, não é mermo?
Quem sabe, um dia, os poderosos acreditem, piamente, que precisam mais de serviçais, de capachos, do que de gente que pensa.
Vai, maninho, beija os pés do teu senhor da ocasião.
Força, serviçal!