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sexta-feira, 13 de julho de 2007

Baratão I

Carta aberta a Augusto Barata



Baratão:


Não passas de um porco, um covarde, um canalhão.

Ficas com essa tua frescura, típica de boiola de gaveta, que acusa os outros sem citar nomes.

Deves imaginar, por certo, que todo mundo é frouxo que nem tu. Porque, em geral, quando atacas os outros com essa tua caganeira mental, todo mundo se esconde.

Mas, eu, Barata, não tenho medo de ti. Nem de nenhum merda da tua marca, na porcaria deste mundo. Nem de qualquer Força, na Terra, no Céu ou no Inferno. Pra bandido, maninho, bandido e “trozentas” dúzias de...

Por que não me citas de uma vez? Tens medo que eu te processe ou que te dê uma porrada na cara, seu frouxo imundo?

Quem tem sinecura, seu capacho de merda?

Todo mundo sabe que trabalhei uns dois meses na Sead – está lá, nas páginas do Diário Oficial do Estado – e que saí de lá porque EU quis.

Ao contrário de ti, tenho decência. Jamais ficaria em um lugar onde não pudesse realizar um bom trabalho. E, como já disse aqui, não conseguia conciliar a Sead com o Diário do Pará, até por questões éticas.

Aliás, todo mundo sabe que é do Diário que sobrevivo. Enquanto tu, um Silas Assis da blogosfera, uma puta carcomida, nem fonte de renda, que se saiba, tem.

Vives do michezinho barato que te pagam uns e outros, tão imundos quanto tu. Os urubus que te usam porque, feito tu, só têm caralho pra enfeite.

Te prestas ao trabalho porco de atacar pessoas, sem prova, sem nada. És tão covarde, tão cão lazarento, que nem citas os nomes de quem acusas, justamente para que possas continuar impune.

Prova, seu merda, prova!

Pelo menos uma vez na vida, honra as calças que deverias usar, frouxo de merda! Me ataca frente a frente, olho no olho, para ver o que te acontece...

Já te esqueceste que quase te dei uma cadeirada na redação de O Liberal, porque insistias em atacar um amigo meu, que nem presente estava? E que, naquela ocasião, te escondeste atrás dos outros, justamente porque és frouxo?

Vem, seu merda, canalha, covarde, impotente pra ver se não providencio, afinal, o corretivo que muito “macho” quer atacaste já devia ter providenciado, seu tosse de guariba de cu!

Pensas que vais fazer comigo como fizeste com tantos outros que atacaste nessa pocilga a que chamas de blog?

E quem está te pagando, acha, por acaso, que vai conseguir se esconder sem que eu descubra de quem se trata? Quem é o canalha da vez, de quem eu vou ter de descobrir até os arrotos que deu na infância? Quem é o merda que eu vou ter de odiar até mais do que a ti?

Se tens alguma coisa contra mim, eu te desafio, seu merda, seu verme, prova! Cadê um único documento, cadê?

Ou, ao menos, assume as tuas acusações, seu covarde, seu frouxo, seu pau de enfeite, para que, na Justiça, possas provar o que dizes. Cadê a papelada, seu mentiroso, sua comadrezinha, cadê?

É engraçado, coisinha imunda, medonha, biltre, urubu ... Ficas aí, figurinha triste e ridícula, feito puta da Riachuelo que insistisse em dar lição de moral...

Logo tu, não é Barata? Logo tu, não é, Silas Assis da blogosfera? Logo tu...

Se eu fosse da tua marca, se acusasse sem provas, diria aqui o que corre a teu respeito, não é mermo?

Escreveria que és um safado, um porco tão imundo que até espancas mulher...

Ou, ainda, que és um dedo duro tão nojento, que delatavas pessoas na época da ditadura militar – e eu teria um orgasmo quando tivesse certeza de quem é o cafetão que está te pagando, não é mermo?...

Ou diria, ainda, que recebias sem trabalhar, nas duas ou três assessorias que tiveste nos governos tucanos, antes de levares um pé na bunda, devido a tua rematada incompetência – incompetência até para puxar o saco, vejam só!...

Ou, ainda, que participaste da falsificação de um telex, de um documento, em uma das eleições do Sindicato dos Jornalistas.

Mas, é claro, que não escreverei isto: que és um safado, espancador de mulheres, um dedo duro, um pau mandado de torturador, um falsário, um escroque. Não escreverei isso porque não sou da tua marca, seu lambaio, seu covarde!

Quando acuso alguém, o faço com base em pilhas de documentos – e assino embaixo.

E veja só, Baratinha, eu até me arrecusei – mas não me arrecuso mais – a receber os documentos e depoimentos que comprovavam que foste um colaborador da ditadura... Veja só... Tão boazinha – e tão mazinha! – que eu sou, não é mermo? Tão má, tão má que não há demônio, satanás que se ameta na minha frente, não é mermo?

Aliás, ninguém jamais ousou nem tentar me contratar para o trabalho imundo que realizas. Simplesmente, porque não me presto a isso.

Aliás, Barata, Silas Assis da blogosfera, disso, realmente, te podes “gabar”: há, de fato, bem poucas pessoas tão covardes, tão porcas, tão canalhas que se prestem a uma tarefa tão nojenta quanto a tua...

Tinha prometido a mim mesma que nunca mais leria a cloaca, a pocilga que chamas de blog. Não tenho tempo para essas tuas fofoquinhas travestidas de “jornalismo”. Tenho mais o que fazer. Ao contrário de ti, que és uma putinha ridícula, não vivo de abrir o cu: tenho de trabalhar para sobreviver.

Feliz ou infelizmente, alguém me chamou a atenção para o que escreveste a meu respeito, sem citar meu nome. Como fazes em relação a muita gente, porque és um frouxo, um impotente, um pau mais mole que macarrão em água quente!...

O que precisas, na verdade, boiola desgostoso de ser boiola, é de um pau (duro) no teu cu.

Nessas horas, é que faz falta um cara bem escroto, que contratasse uns sujeitos bem dotados, para te dar uma curra.

O único risco, não é Barata, é que acabasses todo serelepe...

Depois de “trozentas” enrabadas, ficarias, afinal, não é Barata, feliz da vida, como te disse tantas vezes teu finado e bem resolvido irmão...

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