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quarta-feira, 25 de julho de 2007


Carta Aberta a Augusto Barata IV



Baratão:


Quero começar este post agradecendo, efusivamente, as idéias “brilhantes” que saem desse te cabeção.

Afinal, “revelaste” que nada mais faço, hoje, em jornal, além de dar redação final aos documentos entregues a mim, pelos diretores do Diário do Pará.

Quer dizer, transformaste os três – Jader, Francisco e Camilo, nessa ordem – em meus empregados!

E eu, da próxima vez em que encontrar qualquer deles, proporei que coloquemos em prática o “esquemão Baratão de produção”.

Que coisa maravilhosa! Serei a repórter mais feliz da imprensa mundial: vou virar a patroa dos patrões!

Os três – Jader, Francisco e Camilo, nessa ordem – vão suar no batente, descobrindo “furos” e arranjando documentos para minzinha, enquanto eu – ah, que delícia!... - ficarei pra lá e pra cá no meu redão!...

De onde só me alevantarei para uma redaçãozinha aqui e acolá. E, é claro, para receber o contrachecão!...

Égua! Nem Marx pensaria nisso! A grande solução do capitalismo é...explorarmos os patrões!!! Proletários do Jornalismo, uni-vos!

Sinceramente, Barata, só mermo uma cabeça de pica paraguaia como a tua, para pensar em algo assim...

Mas, por motivos óbvios, adorei a idéia! Amei!

Já até imagino a conversa que terei com os três diretores do Diário – Jader, Francisco e Camilo, nessa ordem...

“Senhores” – direi – “como é sobejamente conhecido de todos, o Senhor Augusto Barata é um jornalista de respeitabilidade extraordinária! Pessoa, mermo, de honradez e coragem exemplares!...Um estrondo!...E aquele blog dele é uma raridade histórica: faz a gente contemplar o jornalismo pelo ângulo dos australopithecus!...”

“Aliás, os senhores devem saber” – prosseguirei – “que os anjos, os santos e até Jesus Cristo afazem fila para beijar os pés dessa criatura honestíssima, um poço de inocência, que só as mentes deturpadas insistem em comparar às putas mais escrotas, dos puteiros mais escrotos da face da Terra”...

(Sim, porque, Baratão, terei de fazer uma defesa veemente de ti! Aliás, já penso até em pedir licença da OAB para me transformar em tua advogada...Égua da idéia, mano!...Pô!...Cara!...Só!...)

“E não é que essa alma alvíssima, várias vezes alvejada em soda cáustica, ateve uma idéia brilhante, para organizarmos essa nossa linha básica de produção?”.

“A partir de agora – direi – vamos revolucionar esse tal de capitalismo! Está claro que não tenho um tostão no bolso, mas os senhores é que vão me servir. E andarão nos trinques e nos conformes! Até porque – ora, ora, pois, pois! – por qualquer ângulo que se olhe, eu fui o modelo melhorado da Vênus de Milo!... Vamos lá, seus inúteis, me atragam umas uvas, umas maçãs e uma caixa bacana daquela cerveja Sol, e atratem, mais é, de embalar a minha redinha”...

“Senhores Jader, Francisco e Camilo, nessa ordem, acionem já, as suas fontes privilegiadas! E isso é pra ontem” – gritarei, distribuindo chibatadas nos lombos dos três – (Sim, porque, claro está, que, malévola do jeito que sou, transformarei os três, imediatamente, em meus escravos...)”

“E não se asqueçam” – agritarei – “de aprovidenciarem os documentos. E olha que aprestem, viram? Ai, ai, ai!...”

Égua, eu nasci pra isso!...Infelizmente, Baratão, tenho a leve impressão de que eles – Jader, Francisco e Camilo, nessa ordem – não nasceram... Chuif!... Snif!... Buáááááá!...

De qualquer forma, Baratão, obrigadão!...

II

A relação que tenho com os diretores do Diário, Barata, é de respeito mútuo – e até de amizade. Gosto deles e, creio, eles, também, gostam de mim.

Aprendemos a colaborar, a jogar em equipe. A sofrer e a comemorarmos juntos, sem essa merda toda de saber quem “armou” ou “finalizou” o gol. As conquistas e as derrotas pertencem a todos, ao time – e só!

Óbvio que, para cabecinhas retrógradas, misóginas, como a tua, Baratão, deve ser difícil compreender uma relação assim, não é mermo?

Afinal, pensas, como tantos outros, que basta cuspir pro lado e coçar o saco para se obter respeito, não é mermo?

Pensas, como tantas outras coisinhas imundas, que basta contar uma piadinha suja acerca de uma mulher, para se habilitar a alguma coisa, não é mermo?

E te esqueces que, ao contrário de ti, muitos homens tiveram mães, mulheres, irmãs, que aprenderam a respeitar...

Não compreendes – e os outros iguais a ti – que esse teu pensamento, do tempo das cavernas, não cabe nas sociedades ocidentais deste terceiro milênio.

O conselho que posso te dar, Barata, é que te mudes lá para a Ásia ou a África, para alguma das comunidades onde mulher é vista como o sub do sub do sub. Vai bater tambor, maninho! E fazer AA UU AA UU!

Eu, de minha parte, vou continuar te acertando bem no meio das pernas: te chamando de pica paraguaia, de pica de R$ 1,99, porque é só essa a linguagem que entendes, não é mermo?

Vou continuar descendo esse debate ao quinto dos infernos, porque, com merdas da tua marca, que se julgam homens, a vida me ensinou, exatamente, como lidar, não é mermo?

É no meio das pernas, maninho, sem dó nem piedade...

E antes que eu me esqueça: és, realmente, um hipócrita nojento, um verme.

Ficas, agora, falando, como se te doesse, neste um ano da morte do teu irmão.

Maninho, lava essa tua boca imunda antes de falares do Luiz Otávio Barata, que, este sim, era gente. E que cansou de recriminar essa coisa sórdida de ficares inventando coisas, inclusive de ordem pessoal, contra os inimigos que alguém paga para atacares.

Deixa de ser porco, cara. Respeita, ao menos, a memória do teu irmão, que não teve culpa de nascer teu irmão!...

Disseste, em mais um post imundo, que fui motivada a te responder pelo que disseste do Orly.

É verdade. Por mim, poderias me bater eternamente - que eu iria te ignorar, solenemente.

Mas, entrei matando por todas as calúnias que disseste de pessoas a quem amo – e tu não sabes o que é isso, pois não, Barata? Uma coisa como tu, um verme, não pode saber o que é gostar de alguém, não é mermo?...

Gosto do Orly e de tantas pessoas que ofendeste. Simplesmente, porque não passas de um medíocre, na ânsia de aparecer. Simplesmente, porque és uma puta rasca que se presta a qualquer “serviço”.

Não vou desprezar o Orly, simplesmente porque está por baixo. Não faço isso. Bati nele, o desestabilizei o que pude, emocionalmente, justamente porque sei o valor que ele possui. Que ele não pode jogar solto, porque vale por um, dois, dez, times inteiros. E bateria de novo – e ele sabe disso. E é por isso que nos respeitamos: porque ele sabe que fiz o que era preciso fazer.

Mas, não fiz isso com ódio – nem me utilizei dessa coisa porca que utilizas, de ficar revirando a vida pessoal de cada um. Me restringi aos limites do jogo democrático – da coisa pública. Porque, afinal, é por isso que todos temos de responder.

Não inventei, como fazes. Nem fiquei com essa coisa imunda de acusar sem provas ou de acusar sem citar nomes. Por isso, tenho o respeito dele e de tantos outros, bem ao contrário de ti.

Isso que estou te dizendo – a minha consideração, e até o meu amor, pelo Orly e por tantos outros tucanos – não é mistério para ninguém. Portanto, nem te dá ao trabalho de futricar...

Todo mundo sabe disso – os diretores do Diário e o pessoal do PMDB, o time no qual jogo, hoje. E no qual vou continuar a jogar, até que me mandem embora. Porque eu, de moto próprio, não vou embora. Gosto de lealdade. E o PMDB tem me dado isto: lealdade.

Ao contrário de ti, Barata, não vendo a minha consciência: sou o que sou. E quem quiser, que me aceite do jeito que sou.

Acho, sinceramente, que deverias repensar essa tua vidinha fuleira. Ao invés de tentares trazer para esse debate outras pessoas – como os diretores do Diário, o Guilherme e o Mauro.

Se ainda não percebeste, maninho, somos só tu e eu, cara a cara. Não adianta gritares por socorro. E se não te garantes, o que é que eu posso fazer, não é mermo?

Sinceramente, vou cessar essa discussão, porque já está ficando meio covarde - e eu, ao contrário de ti, detesto covardia. Se continuar assim, maninho, daqui a pouco vou ter de começar a te ajudar!...

Definitivamente, Barata, não tens cacife pra mim...

Ficas aí, nesse teu xingamento desértico, e não respondes nada do que relatei: que, conforme me disse “uma fonte em off”, quer dizer, “sob a condição do anonimato”, foste dedo-duro, delator, na época da ditadura militar; espancas mulher e ajudaste a forjar um documento, um telex, numa eleição do Sindicato dos Jornalistas.

Também nada disseste sobre o fato de teres me caluniado, de teres mentido deslavadamente, quando afirmaste, sem citar meu nome, que eu sou funcionária fantasma da Sead.

Provei que não sou funcionária fantasma de porra nenhuma, que não tenho sinecura porra nenhuma, e aí passaste a dizer – como foste flagrado na calúnia – que recebi sem trabalhar, nos dois meses em que passei na Sead.

Continuo à espera das provas, Barata. Continuo à espera de um único documento, acerca disso. E também já demonstrei o absurdo da tua “revelação”, acerca do meu trabalho, no Diário do Pará.

Que mais haverás de inventar, coisinha imunda, com a ajuda dessas tuas fontes fuleiras, não é mermo?

De tudo isso, espero, apenas, ter lavado a alma de alguns amigos, muito queridos, que andaste a ofender...

Em honra deles, é que também pergunto, seu canalha: agora, que não tens mais garantido o michezinho, do que é que vais sobreviver, afinal?

Mas, não te preocupa, Barata: por mim, podem uns e outros continuar a te pagar – ou até, te contratar.

Em política, sou pragmática. Não ajo com o fígado. Portanto, podes ter certeza de que eu jamais te negaria um copo d’água, não é mermo? Nem o michezinho ordinário que te habituaste a receber...

4 comentários:

Anônimo disse...

Ei Perereca, o Baratão não aguentou a pressão, quando viu que seria esmagado por uma perereca, saiu correndo, como elas sempre fazem.
Bjos gostosinha!

Anônimo disse...

O cerne da questão do Barata é simplesmente: por que cascão? Não acredito que uma perereca úmida, seja profliga.

O aspecto asqueroso dele é bem pior!!!

Anônimo disse...

Quanta baixaria !
Triste ver jornalistas que deveriam usar suas inteligências e capacidades para serem verdadeiramente porta-vozes do povo que não tem voz usarem, como estão os blogs - com honrosas exceções - para veiculação de suas questínculas pessoais.
Triste mesmo !

Anônimo disse...

Ana Célia,
Você é Competente, Trabalhadora e Talentosa.
Não Responda.
É prudente,se necessário, o faça através de seus advogados.
Esqueça!!!
As pessoas não levam muito a sério o conteúdo de blogs independentes.
Sucesso !!!
1 E-leitor