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sábado, 14 de julho de 2007

Baratão II

Carta Aberta ao Augusto Barata II


Baratão:


És mesmo um frouxo, um covarde, uma pica paraguaia!


O que foi que te deu para assumires, finalmente, uma acusação contra alguém? Tiveste um arroubo de macheza, é?

Afinal, reconheceste que já não trabalho na Sead, não é, seu verme? Afinal, assumiste que és um mentiroso, um caluniador, um crápula.

Pra mais, és burro: afinal, deixaste o “mundo das sombras”, não é, coisinha imunda? E estás em campo aberto, exatamente onde eu queria que estivesses...

Ficas com essas tuas futriquinhas, inventando merdas acerca dos outros, mentindo deslavadamente, não é, seu capacho?

Destilas essa tua baba peçonhenta contra todo mundo. E quando a gente baixa o nível até o nível em que estás acostumado a chafurdar, ficas tentando vender a imagem de que és a “fina flor da inocência”, não é, seu canalha? Assério, mermo, que és uma "donzelinha ofendida", é?

Cara, mete uma coisa nesse teu cabeção imundo: ninguém tem inveja de ti! És um verme... Portanto, quem há de ter inveja dessa tua existência rastejante?

Não preciso te desqualificar: tu és, essencialmente, um desqualificado! É visceral em ti, faz parte da tua natureza, é característica definidora dos insetos da tua marca!...

Também não estou “tentando te intimidar”. Não te ameacei, que fique bem claro: te dei um AVISO, o que é bem diferente, não é mermo?

Estás acostumado a ofender todo mundo, com esse teu recurso covarde a essas tuas “fontes furadas”. Ou, simplesmente, a essa coisa porca de acusares sem citar nomes.

Mas, comigo, maninho, não fazes isso! Nem tu, nem ninguém!

Que fique claro, também, que não afirmei que és um espancador de mulheres, um dedo duro, um alcagüete tão safado que até delatavas pessoas aos torturadores da ditadura militar; um bandido que até ajudou a falsificar documento numa eleição do Sindicato dos Jornalistas. Apenas, relatei o que me disse “uma fonte em off”, quer dizer, “sob a condição do anonimato”...

E que negócio é esse de ficares dizendo que é impossível conciliar, por questão de horário, os expedientes de um jornal e de uma assessoria de imprensa? Estás afirmando, por acaso, que todos os jornalistas que fazem isso – e são muitos – têm, em verdade, sinecuras?

Estás pensando que todo mundo é da tua marca? Conheço muito bom jornalista que sua, no batente de um jornal e de uma assessoria de imprensa, em dez, doze horas seguidas de trabalho.


Mas, de trabalho honesto, honrado, tu não entendes, não é, Barata? Até porque, como me disse “uma fonte em off”, ou seja, “sob a condição do anonimato”, já foste até funcionário fantasma da Vice-Governadoria e do Iterpa...

E que “preocupações elevadas” são essas que tens, já, nessa pocilga a que chamas blog? Ao que todos sabemos, Barata, a única preocupação que te move é a do michezinho no final do mês...

Aliás, devo admitir que sinto muita, muita pena de ti... Deve ser, realmente, bem tristonha essa vida miserável que levas.

A vida de um cão lazarento que, para fazer jus a um osso ordinário, tem até de morder a mão de quem já o alimentou...

4 comentários:

Anônimo disse...

Aninha, eu sei do que você precisa. Me procure, quem sabe eu possa resolver o seu problema. lhw@pop.com.br

Anônimo disse...

Ei Ana Célia, já tentastes escrever contos eróticos? Acho que levas jeito, adoraria compartilhar suas fantasias sexuais.

Ana Célia Pinheiro disse...

Maninhos, só arrespondo porque tô bem humorada. Falta pedalada - a ambos.
Vão comer um feijãozinho e tomá um viagrinha básico...
Talvez, então, a gente possa começar a conversar, não é mermo?
Beijinhos!

FUUUIIIII!

Anônimo disse...

Perdeste feio pra Bebel. Toda mulher tem que ter Catiguria.