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sexta-feira, 8 de setembro de 2006

Roda de samba

Malandro Sou Eu!


Segura seu moço, que o teu santo é de barro
Que sarro dei volta no mundo e voltei pra ficar
Eu vim lá do fundo do poço e não posso dar mole
Pra não refundar
Quem marca bobeira engole poeira
E rasteira até pode levar
Malandro que sou, eu não vou vacilar
Sou o que sou, ninguém vai me mudar
E quem tem tentou teve que rebolar sem conseguir
Escorregando daqui e dali
Malandreando eu vi e venci
E no sufoco da vida foi onde aprendi (malandro!)
Vou eu vou por aí
Sempre por aí, esse mundo é meu
E onde quer que eu vá
Em qualquer lugar
Malandro sou eu!

(Arlindo Cruz/Franco/Sombrinha)

4 comentários:

Anônimo disse...

Vc pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão...
Como vc ainda dorme com tanta ingratidão?
Não esqueça de que a gratidão não tem preço.

Anônimo disse...

Larga disso pererequinha jaderista. Definitivamente vc não leva jeito na área dos blogs. Apaga que é melhor. Conselho de ex amigo que durante muito tempo lhe deu a mão.
Não envergonhe a nossa classe minha querida.

Anônimo disse...

Mude o nome do seu blog para ZERO COMMENTS. hehehehehe

Anônimo disse...

Célia,aonde estão os tititis mais quentes da politica paraense.Entro em seu site todos os dias em busca de alguma informação, e nada.O que está havendo?