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segunda-feira, 27 de março de 2006

Dirigente petista desmente

Dirigente petista nega, porém (e taxativamente), o acordão com o PSB. Segundo ele, há quase um consenso, no PT, de que é preciso candidato próprio ao Governo do Estado. E o acordo interno, para a eleição de outubro, só vai sair na reunião de 8 e 9 de abril.

A fonte também descarta a possibilidade de intervenção nacional, para obrigar a um fechamento com o PMDB, em torno de Jader - no rastro da decisão do Supremo sobre a verticalização.

“Só há um setor do Partido que defende acordo com o PMDB, desde o primeiro turno. E, mesmo assim, com a cabeça para o PT” – afiança.

Conforme acentua, não existe qualquer possibilidade de coligação em torno de Jader. Mesmo a eventual intervenção nacional, nesse sentido, observa, poderia resultar em sublevação, com as bases, especialmente das tendências mais radicais, correndo para os braços de Edmilson e seu PSOL.

Mas, sustenta, não houve nem menção dessa interferência, na reunião mantida, na noite de ontem (sábado), com o ministro Luiz Dulce.

Num eventual segundo turno, entre Jader e Almir (ou Jatene), adianta o dirigente, o PT certamente apoiaria Jader, já que vai se estapear com o PSDB, de Norte a Sul.

Mas até agora, assegura, nos cenários imaginados para a composição com o PMDB, Jader figura sempre como o candidato ao Senado – jamais ao Governo.

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